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	<title>servos de maria</title>
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	<description>somos um grupo de homens que rezam o terço em cristino castro-pi agradecemos a você!</description>
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		<title>servos de maria</title>
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		<title>oração de santa teresa</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 00:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
				<category><![CDATA[santos]]></category>

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		<description><![CDATA[    Nada te perturbe Nada te espante Tudo passa, Só Deus não muda. A paciência Tudo alcança Quem tem a Deus, Nada lhe falta. Só Deus basta.
santa teresa de avila     
QUERIDO LEITOR(A)
assumimos a nossa missão por você
leitor(a)evangelizador(a),é nosso instrumento da providência.
a missão dos servos de maria é uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=627&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><b><span style="font-size:x-large;"><span class="afasta_texto">    Nada te perturbe <br />Nada te espante <br />Tudo passa, <br />Só Deus não muda. <br />A paciência <br />Tudo alcança <br />Quem tem a Deus, <br />Nada lhe falta. <br />Só Deus basta.</p>
<p>santa teresa de avila     <br /></span></span></b>
<div class="blogger-post-footer">QUERIDO LEITOR(A)<br />
assumimos a nossa missão por você<br />
leitor(a)evangelizador(a),é nosso instrumento da providência.<br />
a missão dos servos de maria é uma decisão de Deus .</div>
Posted in santos  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/servosdemaria.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/servosdemaria.wordpress.com/627/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/servosdemaria.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/servosdemaria.wordpress.com/627/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/servosdemaria.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/servosdemaria.wordpress.com/627/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/servosdemaria.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/servosdemaria.wordpress.com/627/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/servosdemaria.wordpress.com/627/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/servosdemaria.wordpress.com/627/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=627&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>A CIÊNCIA CONFIRMA A NOSSA FÉ</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 21:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
				<category><![CDATA[icar]]></category>
		<category><![CDATA[igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[
Surpreendentes descobertas na imagem de Nossa Senhora de  Coromoto, padroeira da Venezuela Foram feitos surpreendentes achados  na imagem de Nossa Senhora de Coromoto, padroeira da Venezuela, por ocasião de  trabalhos de restauro, informou a agência Zenit. 
As descobertas lembram  as já feitas na imagem miraculosa de Nossa Senhora de Guadalupe, no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=624&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 class="smller"></h3>
<div class="para"><b><br />Surpreendentes descobertas na imagem de Nossa Senhora de  Coromoto, padroeira da Venezuela <br /></b><br />Foram feitos surpreendentes achados  na imagem de Nossa Senhora de Coromoto, padroeira da Venezuela, por ocasião de  trabalhos de restauro, informou a agência Zenit. </p>
<p>As descobertas lembram  as já feitas na imagem miraculosa de Nossa Senhora de Guadalupe, no México,  padroeira das Américas.</p>
<p><a href="http://img3.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631984534/37920841/ln/Z63aruo.jpg?ver=1253631984&amp;sig=vuscrh" target="_blank">http://img3.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631984534/37920841/ln/Z63aruo.jpg?ver=1253631984&amp;sig=vuscrh</a><br /><b><br />Nossa  Senhora de Coromoto, imagem antes do restauro <br /></b><br />As informações foram  dadas a público em roda de imprensa na sede da Conferência Episcopal Venezuelana  (CEV), em 3 de setembro. <br />A imagem de Nossa Senhora de Coromoto está ligada  aos primórdios da evangelização do país. Os fatos associados à sua origem falam  também diretamente a cada país latino-americano.<br /><b><br />A tradição  religiosa<br /></b><br />Pelo fim de 1651 e inícios de 1652, uma Bela Senhora  apareceu ao cacique da tribo Coromoto e à sua mulher. A Senhora envolta em luz  disse na língua deles: “Ide à casa dos brancos, para que eles joguem água em  vossas cabeças e assim possam ir para o Céu”.</p>
<p>A tribo obedeceu: abandonou  a selva, recebeu a catequese, e um grande número de índios pediu o sacramento do  Batismo se tornando católicos.</p>
<p><a href="http://img1.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631990144/37920841/ln/Z1s51zn4.jpg?ver=1253631990&amp;sig=jnox7a" target="_blank">http://img1.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631990144/37920841/ln/Z1s51zn4.jpg?ver=1253631990&amp;sig=jnox7a</a><br />Realicário  contendo a pequeníssima imagem.</p>
<p>Entretanto, as tendências desregradas do  cacique puxavam-no para voltar à vida selvagem. Os instintos desordenados  levavam-no a achar que perdera a liberdade.</p></div>
<div class="para">Concebeu, então, a idéia de fugir para a selva e afundar de novo nos vícios do  paganismo. Quando estava para cometer esse projeto desvairado, na alvorada do 8  de setembro de 1652, a Bela Senhora voltou a aparecer para ele e sua mulher,  além da cunhada Isabel e um filho dela. </p>
<p>O cacique, cegado pela ilusão da  barbárie, pediu-lhe que o deixasse em paz. Disse-lhe que não iria mais  obedecê-la. Nossa Senhora, então, entrou na choça sorrindo para os  índios.</p>
<p>O cacique furioso pegou arco e flechas para matar a Nossa  Senhora. Mas, Ela foi se aproximando e a armas caíram das mãos do selvagem.  </p>
<p>O cacique não desistiu. Pegou a luminosa Senhora pelo braço para puxá-la  fora da choça. Nessa hora, deu-se o milagre. A brilhante Senhora desapareceu  deixando na mão do chefe da tribo sua diminuta imagem.</p>
<p>O cacique Coromoto  ficou com o punho fechado, dizendo que a tinha pegado. Enorme foi seu espanto  quando, por fim, abrindo a mão, encontrou uma imagenzinha de Nossa Senhora  coroada segurando o Menino Jesus, tal como tinha aparecido. </p>
<p>Naquele  instante começou uma grande história de favores e milagres, de devoção e  expansão da fé na Venezuela. Em 1942 a Virgem de Coromoto foi proclamada  Padroeira do país. Sua festa se comemora na mesma data da última aparição ao  cacique: o 8 de setembro que é também dia da Natividade de Nossa  Senhora.<br /><b><br />A ANÁLISE CIENTÍFICA<br /></b><br /><a href="http://img3.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631987906/37920841/ln/Z1ddkiej.jpg?ver=1253631988&amp;sig=1t7p4kl" target="_blank">http://img3.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631987906/37920841/ln/Z1ddkiej.jpg?ver=1253631988&amp;sig=1t7p4kl</a></p>
<p>A  imagem é mínima: mede só 2,5 cm de altura por 2 cm de largura. Após 357 anos da  aparição nunca foi objeto de nenhum análise nem restauração. Ela estava  submetida a todos os fatores de deterioração e ação do tempo e o descuido  ameaçavam-na.&nbsp;</p></div>
<div class="para">
<div class="para">A fundação venezuelana Maria Caminho a Jesus, com sede em  Maracaíbo, promoveu a partir de 2002 uma campanha para restaurar a sagrada  imagem. </p>
<p>O reitor do Santuário de Coromoto, monsenhor José Manuel Brito,  aprovou o projeto e a equipe de especialistas que trabalhou no  restauro.</p>
<p>Um laboratório foi montado especialmente perto do Santuário. Os  restauradores Pablo Enrique González e Nancy Jiménez estiveram à testa de uma  equipe de trabalho composta por 14 especialistas. A supervisão foi de José Luis  Matheus, diretor da Fundação Zuliana e monsenhor José Manuel Brito. Eles  trabalharam de 9 a 15 de março de 2009.<br /><a href="http://www.blogger.com/goog_1253829134624"><br /></a><a href="http://img1.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631992132/37920841/ln/Z16z2jw2.jpg?ver=1253631992&amp;sig=17b72g1" target="_blank">http://img1.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631992132/37920841/ln/Z16z2jw2.jpg?ver=1253631992&amp;sig=17b72g1</a></p>
<p>Previa-se  que o restauro duraria meses, pois a imagem estava colada na lupa instalada  diante dela para vê-la melhor. Porém tudo correu mais rápido do imaginado e bem.  </p>
<p>Ao longo do processo foram descobertos elementos desconhecidos. A água  empregada no tratamento saia sem bactérias e com um pH neutro, fato inexplicável  para os cientistas. </p>
<p>A imagem, segundo Matheus, se mantém consistente,  nítida e exibe suaves relevos. “A tinta se encontra por cima do algodão prensado  e de textura rugosa” O trono da Virgem aparece claramente montado dentro de uma  construção de taipa típica dos índios. </p>
<p>Foram detectados ainda outros  símbolos que, segundo o antropólogo Nemesio Montiel, tem origem indígena como a  própria coroa da Sagrada Imagem. </p></div>
<p>&nbsp;
<div class="para">No microscópio foi possível identificar os olhos da Virgem. Eles  medem aproximadamente 0,2 milímetros, porém pode se distinguir o desenho do  iris. O fato desconcertou os especialistas, pois achavam que os olhos eram  simples pontos.</p>
<p><a href="http://img3.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631986380/37920841/ln/Zc62fs6.jpg?ver=1253631986&amp;sig=oe4iyi" target="_blank">http://img3.orkut.com/images/milieu/1253606709/1253631986380/37920841/ln/Zc62fs6.jpg?ver=1253631986&amp;sig=oe4iyi</a></p>
<p>Ainda  mais, estudando o olho esquerdo através do microscópio puderam discernir um olho  com características humanas. Nele os especialistas diferenciaram com clareza a  órbita ocular, o conduto lacrimal, o iris e um pequeno ponto de luz  nele.</p>
<p>Mas, a surpresa estava começando. Maximizando o ponto de luz os  especialistas julgaram detectar uma figura humana que se assemelha muito à de um  indígena. </p>
<p>A imagem está feita de uma espécie de compensado de algodão,  material que humanamente não se entende que se mantenha intato após mais de três  séculos e meio de exposição. </p>
<p>Até neste aspecto sem explicação a imagem  de Nossa Senhora de Coromoto se assemelha à de Nossa Senhora de  Guadalupe.<br /><b><br />Veja programa de TV venezuelana sobre a história e os  achados na imagem de Nossa Senhora de Coromoto:<br /></b><a href="http://www.blogger.com/goog_1253829134626"><br /></a><a href="http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com/2009/09/surpreendentes-descobertas-na-imagem-de.html" target="_blank">http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com/2009/09/surpreendentes-descobertas-na-imagem-de.html</a></div>
<div class="para"><i><b>autor:oswaldo de paula garcia</b></i></div>
</div>
<div class="blogger-post-footer">QUERIDO LEITOR(A)<br />
assumimos a nossa missão por você<br />
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a missão dos servos de maria é uma decisão de Deus .</div>
Posted in icar, igreja  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/servosdemaria.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/servosdemaria.wordpress.com/624/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/servosdemaria.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/servosdemaria.wordpress.com/624/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/servosdemaria.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/servosdemaria.wordpress.com/624/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/servosdemaria.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/servosdemaria.wordpress.com/624/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/servosdemaria.wordpress.com/624/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/servosdemaria.wordpress.com/624/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=624&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>circo da montfort</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 11:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
				<category><![CDATA[apogética]]></category>

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		<description><![CDATA[O Circo da  Monfort
Dom Lourenço Fleichman  OSB
Sempre procurei rebater  as coisas que considero erradas e que vou encontrando aqui e ali, nas leituras  dessa vida, tomando-as pelo que elas são, procurando entender o fundo do  pensamento do autor e, de preferência, evitando centralizar no próprio as  conclusões a que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=622&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="line-height:150%;"><span style="color:#cc0000;"><span style="font-family:Verdana;font-weight:700;">O Circo da  Monfort</span></span></div>
<div align="right" style="line-height:150%;"><i><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;">Dom Lourenço Fleichman  OSB</span></span></i></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Sempre procurei rebater  as coisas que considero erradas e que vou encontrando aqui e ali, nas leituras  dessa vida, tomando-as pelo que elas são, procurando entender o fundo do  pensamento do autor e, de preferência, evitando centralizar no próprio as  conclusões a que chego. O sr. Orlando Fedeli, ao contrário, prefere ficar  apontando com o dedo a pessoa que escreveu. Fedeli escreve como se estivesse num  picadeiro de circo entretendo seus discípulos boquiabertos: &#8211;  &#8220;<i>Fenomenal</i>&#8220;. Acontece que as pessoas inteligentes, que gostam de conhecer  a verdade, quando vão ao circo, é para levar seus filhos. Jamais pretenderiam  encontrar sob a lona respostas às suas indagações transcendentais. Como este  senhor não está muito interessado na verdade, montou um circo, que mais parece  uma seita. Porque a primeira coisa que se deve reconhecer no artigo do sr. da  Monfort </span><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;">é a difamação, a  manipulação dos leitores e seu desprezo por aquilo mesmo que eu  escrevi.</span></span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Pergunto-me, em  primeiro lugar, porque o Fedeli resolveu me apontar no meio do seu circo. Já  escrevi diversas vezes artigos tratando da crise da Igreja, escrevi até mesmo um  artigo que, sem falar diretamente desse grupo, poderia ser aplicado a ele e à  sua Monfort, visto que é uma instituição sem linhagem espiritual, sem outros  mestres senão o sr. Fedeli. Será que o levantamento das excomunhões tirou deste  senhor o gosto de bater na Fraternidade S. Pio X, afinal, agora já não são  &#8220;excomungados&#8221;, sobrando assim para mim? Além disso, quando se tem toda a  direção da Fraternidade S. Pio X e a grande maioria dos fiéis manifestando nos  jornais e na internet idéias aparentemente diferentes das minhas, qual a  relevância do meu artigo? Porque dar tanta importância ao artigo de um monge que  ele despreza? Sobra a impressão de que o Fedeli precisa de um saco de pancadas  para aliviar suas neuroses. Devo então, me sentir feliz por servir-lhe em alguma  coisa. </span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><b>1º erro do sr.  Fedeli:</b> Ao contrário do que ele afirma, eu não sou muito ligado a Dom  Williamson. Tenho para com os quatro bispos da Fraternidade o mesmo respeito,  gratidão, reverência. Tive apenas uma ou duas ocasiões de me dirigir a Dom  Williamson. Também nas idéias, penso de modo diferente deste grande bispo da  Fraternidade, em muitos pontos, sem que isso diminua meu respeito por ele.  Infelizmente, nem todo mundo consegue manter o respeito quando discorda das  idéias ou opiniões de outro.</span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><b>2º erro do sr.  Fedeli:</b> tenho laços evidentes de amizade, admiração, colaboração com a  Fraternidade São Pio X. Não são nem oficiais nem oficiosos, pois isso  significaria uma dependência que não existe. Meu espírito de obediência às  orientações da Fraternidade é de outra ordem.</span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><b>3º erro do sr.  Fedeli:</b> Nunca disse e não está escrito isso no meu artigo, portanto não  posso ter &#8220;<i>repetido</i>&#8221; que &#8220;<i>o depósito da fé passou de Roma para a  FSSPX, e que o posto de direção da Igreja, agora, é da FSSPX</i>&#8220;. A malícia dos  intrigueiros é que cheira.</span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><b>4º erro do sr.  Fedeli:</b> As palavras da mentira e da calúnia vão ganhando desenvoltura e  cegando cada vez mais. Meu artigo é todo ele para atrair a atenção dos leitores  sobre o que é essencial na questão das excomuhões. É um libelo contra o  sentimentalismo que toma conta das pessoas em momentos como esse. Mas já cego  pelo desejo de denegrir e falar mal, o sr. Fedeli mergulha no seu 4º erro sem  nem perceber que leu errado todo o meu artigo. E inventa que eu me mostro  contrário às conversações que Dom Fellay e a Fraternidade sempre solicitaram de  Roma. Ora, a única passagem do meu artigo em que eu falo nisso, diz o contrário.  Eis a citação: <i>&#8220;A única coisa que muda com esse ato do papa, é que a  Fraternidade fica à disposição do Papa para se sentarem à mesa e discutirem em  termos de verdadeira teologia, os desmandos desse concílio.&#8221; </i>Mas essa frase  ele não cita hora nenhuma, ela não serve para seus mesquinhos  intentos.</span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><b>5º erro do sr.  Fedeli:</b> Peço vênia ao grande senhor: emiti uma opinião, declarei que era  minha opinião. Tenho meus motivos. Em vez de fazer gracinhas colocando na minha  boca que eu espero a morte de Bento XVI, espera-se de uma pessoa com um pingo de  honestidade que mostre que a opinião declarada não tem fundamento. Ao contrário  disso, deixa o delírio tomar conta da sua cabeça. Quanto mais avançamos na  leitura do texto deste senhor, mais se vai confirmando que ele nada mais fez do  que manipular seus leitores. As alucinações do homem levam-no a simplesmente  inventar frases e pensamentos que nunca tive. É assim que chegamos ao seu sexto  erro:</span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><b>6º erro do sr.  Fedeli:</b> Como o dono do circo começa o delírio chutando o palhaço para ver se  ele chora e alegra a platéia, devo dizer que sou o último dos filhos de São  Bento, mas não sou um &#8220;vagus&#8221;, que na linguagem da Santa Regra significa um  monge &#8220;sem mosteiro, sem prior, sem abade&#8221;, como me acusa o inconsequente  articulista. Sou monge do Mosteiro da Santa Cruz cujo prior é Dom Tomás de  Aquino Ferreira da Costa. Se eu vivo no mosteiro ou não, isso não é da conta de  ninguém, basta que as pessoas saibam que eu vivo na obediência. O que importa  para as pessoas é saber se minha vida é escandalosa ou não. Aparentemente, devo  me sentir em paz, pois tenho o respeito e a amizade de Dom Fellay, de Dom  Galarreta, de Dom Tissier de Mallerais e, com muito orgulho, de Dom Williamson.  Diga-me com quem andas e te direi quem és! Se os desejos de oração por mim que  Fedeli exprime no fim do seu artigo fossem sinceros, ele não teria se rebaixado  me atacando dessa forma. É só mais fumaça para enganar seus leitores.</span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><b>7º erro do sr.  Fedeli:</b> as duas frases que seguem aquele pontapé do 6º erro são da lavra do  sr. Fedeli. Não correspondem ao meu pensamento, são calúnias e mentiras. É a  hora do mágico prestidigitador entrar no picadeiro. Realmente, o espetáculo é  grandioso e o circo da Monfort tem uma programação recheada! Agora, baseado na  tese de que eu sou um monge &#8220;vagus&#8221;, tenta induzir o leitor a pensar que eu não  aceito bem a obediência e que o meu pensamento é de que não adiantaria nada o  papa condenar Vaticano II e a missa nova. </span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">A questão não está na  gracinha do mágico ilusionista: “<i>se o Papa não condena, é herege, se condena  não adianta</i>”. Estamos diante de uma euforia desmedida que esconde o que há  de principal, que é a questão da fé e da verdade. Por isso é preciso sublinhar e  insistir que não são duas ou três medidas de boa vontade do Papa para com a  Fraternidade que vai fazer desaparecer quarenta anos da obra do pós-Concílio,  que é uma obra de demolição. É preciso ter a clareza do espírito para analisar a  situação e ver que, junto com o Motu Proprio (que é limitado) e com o  levantamento das excomunhões, temos um pontificado que ensina erros já comuns  aos quarenta anos de Igreja Conciliar. Como nós não somos sede-vacantistas, nos  importa muito que os ensinamentos vindos de Roma não estejam em continuidade aos  do Vaticano II. Mas isso não se observa. Mais uma vez vemos um desses católicos  que se interessam mais pelo lado canônico do que pela fé e pela verdade. Se a  Monfort se pauta pelos carimbos do Vaticano e não pela verdade que lá é  ensinada, é problema dela. Mas não se pode exigir isso de todo mundo. É preciso  dar aos acontecimentos dessa última semana o seu valor real: as duas condições  prévias para que a Fraternidade se sente com confiança numa rodada de discussões  teológicas foram colocadas pelo Papa. Muito bem. Daí a achar que as conversações  chegarão a um entendimento doutrinário, é outra coisa. E como não se vê, em  Roma, um ensinamento tradicional nos pontos essenciais demolidos pelo último  Concílio, tenho todo o direito de achar que não haverá consenso. É minha  opinião. Se o sr. Fedeli discorda dela, em vez de fazer gracinhas superficiais e  circenses, deveria mostrar para os seus devotos discípulos que ele pensa de  outra forma e não ficar sugando o sangue do pescoço alheio. Eu pergunto, no  artigo: <i>&#8220;Vai mudar alguma coisa no ambiente, no espírito de Assis, na  imensidão da obra pós-concíliar que nada tem de católica?&#8221; </i>Ora, o sr. Fedeli  conhece muito bem a profundidade da crise em cada paróquia do mundo. Ele sabe  muito bem que a restauração da vida católica exigirá um esforço heróico de um  santo. O mínimo que se espera, para que se tenha uma esperança verdadeira de que  estamos nesse caminho é que a doutrina emanada do sucessor de S. Pedro, seja  ortodoxa, católica, corresponda ao que a Santa Igreja sempre ensinou. Se isso  não ocorre (isso não é opinião, é constatação), baseado em quê devo eu esperar  uma restauração do catolicismo? </span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><b>8º erro do sr.  Fedeli:</b> Afirma o sábio professor que eu cito Corção para por em dúvida a  restauração da Igreja que Bento XVI está promovendo. Ora, a frase de Gustavo  Corção que eu cito, tem um sentido muito claro. E se o artigo deste senhor fala  nisso, porque não analisa o que está dito? É verdade ou não é verdade que toda  demolição tem algo de definitivo? É verdade ou não é verdade que não se restaura  o que já está por terra? E se, para ele, Vaticano II não jogou o catolicismo por  terra, eu ficaria muito grato que ele mostrasse qual a pilastra, qual a parede  que permanece de pé! </span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;"><b>9º erro do sr.  Fedeli:</b> Diz ele que eu teria esquecido das coisas que Jesus disse. Infeliz  seria eu se houvera esquecido do meu Deus. Ao contrário, é só nele que espero,  só nele que confio. &#8220;<i>Bonum est confidere in Domino quam confidere in  homine</i>&#8220;. Devo concordar com o sr. Fedeli quando diz que Deus vai restaurar a  sua Igreja. Ah! nisso ele tem razão. Mas para que essa esperança seja baseada na  ação de Bento XVI ou de qualquer outro papa futuro, é preciso maiores evidências  do que os dois gestos que vimos até agora. Se este senhor não tivesse a alma tão  atormentada, veria que as minhas opiniões, apesar de diferentes das suas, não  são sem pontos em comum. Mas quando a cegueira faz alguém ler todo um artigo sem  querer compreender nenhuma linha dele, fica dificil esperar mais do que esse  amontoado de mentiras, calúnias e gracinhas superficiais.</span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">Não será a primeira vez  que as calúnias e as mentiras desse senhor me atingem. Mas creio ser a primeira  vez que ele faz isso de modo público. Para os seus fiéis discípulos as  artimanhas deste senhor contra a minha pessoa datam de muito longe.  Divertiram-me, é verdade, muitas vezes. Como na afirmação de que eu sou um  &#8220;<i>monge surfista</i>&#8220;, ou pertenço &#8220;<i>à maçonaria branca</i>&#8220;, seja lá o que  isso signifique. A mais hilariante de todas, é quando escreve a um leitor:  &#8220;<i>Dom Lourenço é um monge ignorante, incapaz e de pouca virtude</i>&#8220;. Poucas  vezes vi uma crítica tão completa, visto que a ignorância torna vazia a  inteligência; a incapacidade torna estéril qualquer obra; a pouca virtude  mergulha o pobre coitado na vida de pecados. Com isso, nada mais me restaria  senão sentar no meio fio &#8220;e chorar lágrimas de esguicho&#8221;, ou raspar minha lepra  com um caco de telha. Enquanto isso, do outro lado, ouve-se a fanfarra tocar:  Para todos os que gostam de circo, entrem! Mais um espetáculo vai começar!&nbsp;</span></div>
<div style="line-height:150%;text-align:justify;"><span lang="PT-BR" style="font-family:Verdana;font-size:10pt;">fonte:permanencia&nbsp;</span></div>
<div class="blogger-post-footer">QUERIDO LEITOR(A)<br />
assumimos a nossa missão por você<br />
leitor(a)evangelizador(a),é nosso instrumento da providência.<br />
a missão dos servos de maria é uma decisão de Deus .</div>
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		<title>devoção a são miguel arcanjo</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 11:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
				<category><![CDATA[santos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Prática em dia do Arcanjo S. Miguel
Padre Manuel Bernardes




Angeli eorum in Caelis semper vidents faciem Patris mei (Matth. 18)


I


Se aos Anjos festejam neste dia os homens, não sei eu melhor modo de os festejar do que aspirando os homens a ser Anjos. Não pareça temerária a pretensão; por quanto o que não pode a natureza, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=621&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:large;"><b></b></span>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Prática em dia do Arcanjo S. Miguel</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Padre Manuel Bernardes</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Angeli eorum in Caelis semper vidents faciem Patris mei (Matth. 18)</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>I</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Se aos Anjos festejam neste dia os homens, não sei eu melhor modo de os festejar do que aspirando os homens a ser Anjos. Não pareça temerária a pretensão; por quanto o que não pode a natureza, pode a graça. E para que os fundamentos desta verdade se entendam, ouçam a seguinte história, que se bem no modo de referir-se parecerá nova, na substância é a mais antiga que há no mundo.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>No princípio criou Deus o Céu, e a terra: fez a luz dividindo-a das trevas: criou aos Anjos, e formou aos brutos animais. Chegou o sexto dia, e disse em sua mente: Agora hei de fazer uma criatura, que seja um resumo das mais, e um mundo abreviado: Formavit igitur Dominus Deus hominem de limo terrae, et in spiravit in faciem spiraculum vitae (Gen. 2, 7). Esta criatura pois foi o homem, composto de corpo e alma, corpo que lhe formou do limo, alma que saiu da boca de Deus. E ficou o homem quanto ao corpo sendo terra, e quanto à alma Céu: por aquela parte sendo trevas, e por estoutra luz: pela primeira semelhante a bruto, e pela segunda semelhante a Anjo. E havendo Deus de sinalar-lhe habitação, quis que fosse aquele lugar onde o Céu e a luz confinam com a terra, e trevas que é a superfície da terra; e dando-lhe estatura reta, disse: Com a parte ínfima de teu corpo, que são os pés, pisarás a terra; e com a parte suprema, que é a cabeça, olharás para o Céu, e buscarás com o discurso: se obrares racionavelmente como Anjo, tua alma levantará consigo o corpo ao Céu: se obrares irracionavelmente como bruto, o teu corpo abaterá consigo a alma ao inferno.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Invejoso o diabo desta meia semelhança que o homem tinha com os Anjos, disse: Estas duas partes de que o homem consta, estão entre si unidas. Pois eu farei com que a terra puxe pelo corpo, e o corpo pela alma, e ficará o homem todo bruto. Assim o fez. Tomou por atrativo um pomo, fruto enfim da terra, e pegado a ela por meio das raízes da sua árvore; e com este lhe prendeu os sentidos, com os sentidos veio a alma; consentiu esta, pecou o homem, e ficou semelhante aos brutos: Comparatus est jumentis insipientibus, et similis factus est illis (Ps. 48, 13). Acode Deus, como autor, pela sua obra; e diz: Meu inimigo quis fazer o homem todo bruto; pois agora o farei eu todo Anjo. Pelos merecimentos de outro Adão, que é meu Filho feito homem, derramarei em todos tanta graça, que se quiseram aproveitar-se dela, o corpo fique rendido à alma, e seguindo a sua condição; e possam os homens viver como Anjos em carne. Executando este conselho, saiu tão certo, que a terra produziu, e vai produzindo tantos Anjos humanos, que constituem outros nove coros, e não basta o círculo do ano para festejar a Igreja todos.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Consta logo (ó Católicos) desta narração como o homem, mediante a graça de Deus, pode em certo modo ser Anjo, imitando suas virtudes; assim como poder ser bruto, seguindo os seus vícios. Em dia pois que a Igreja soleniza a festa dos Anjos, e do Príncipe deles S. Miguel, seja o assunto persuadir duas virtudes, que especialmente fazem o homem semelhante a Anjo: uma que respeita a pureza do corpo: é a Castidade; outra a pureza da alma, e é o Amor de Deus; e ambas se insinuam no nosso tema: Angeli eorum in Caelis semper vident faciem Patris mei.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>II</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Quanto à primeira que é a Castidade, esta parece tocou o nosso texto naquelas palavras: Angeli eorum semper vident faciem Patris mei. Os Anjos, diz Cristo, sempre estão vendo a face de meu Pai. Porque não disse a face de Deus, senão a face de meu Pai; quando o que beatifica os Anjos, não é a vista da face de Deus só enquanto Pai, e primeira pessoa, senão a face de Deus enquanto Deus, e todas três? Assim é; mas um dos deleites que os Anjos recebem na face de Deus, é ver como sendo Pai, é juntamente Virgem: e à sua imitação para encarnar seu Filho lhe escolheu uma Mãe também Virgem. Por onde dizer Cristo verdadeiro Deus, e homem: a face de meu Pai: faciem Patris mei; foi tocar nestas duas gerações as mais castas, que pode haver: uma eterna, segundo a qual é filho da Virgem, sem pai porque, ainda que Pai e Mãe geraram a Cristo perfeitamente, foi com pureza castíssima. E esta maravilha estão os Anjos vendo com excessivo deleite na face de Deus Padre: Angeli eorum semper vident faciem Patris mei.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Muito deleita aos Anjos a Castidade, e na face de uma alma pura se estão revendo, como em espelho onde se acham a sua semalhança. Porque um homem casto parece Anjo; e um Anjo se encarnara, fora em corpo casto. Um homem casto parece Anjo; porque lhe falta uma prova de ter corpo, e parece puro espírito.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Palpate et videte, quia spiritus carnem et ossa non habet (Luc. 14, 39). Entrando Cristo depois de ressuscitado a falar com seus discípulos, desconfiavam estes de que fosse corpo verdadeiro, e suspeitavam ser espírito. Disse-lhes o Senhor: Palpai, porque o espírito não tem carne, nem ossos. Logo, se um casto, no modo com que vive, mostra não ter carne, sangue, e ossos como os outros homens; bem podemos suspeitar que são espíritos, que são Anjos. Para o Senhor provar que tinha corpo, remetia-se à experiência do tato: Palpate; um casto negou-se ao sentido do tato: Logo um casto falta-lhe uma prova de ter corpo, e por conseguinte tem uma prova de ser Anjo; ou menos fica em dúvida, se tem ou não tem corpo: e dele pode dizer-se aquilo de São Paulo: Scio hominem [...], sive in corpore, sive extra corpus, nescio (2 Cor. 12, 3). Eu sei de um homem, que tem espírito; mas se está unido ao corpo, ou fora dele, não o sei. Logo se a semelhança é causa do amor, eo amor do deleite; que muito que os Anjos se deleitem com a Castidade, quando a Castidade faz um homem semelhante a Anjo?</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>E um Anjo se encarnara, fora em corpo casto. É para reparar que em muitos lugares da Escritura se introduzem aparecendo os Anjos vestidos de branco. Seja exemplo aquele texto de S. João: Vidit duos Angelos in albis (Joan. 20, 12). Que a Madalena olhando para dentro do sepulcro viu a dois Anjos com vestiduras brancas, pois porque razão amam os Anjos mais esta cor, que outra qualquer? Notem. O corpo é um como vestido da alma; e a brancura um símbolo da castidade. E assim aparecem os Anjos com vestiduras brancas, é mostrar que se tormaram corpo, havia de ser casto. O corpo é um como vestido da alma? Sim; que por isso o encarnar o Verbo, chamou S. Paulo, vestir-se de carne humana: Habitu inventus ut homo. E no mesmo sentido canta a Igreja: Atque ventre virginali carne amictus prodiit: que Deus saíra do ventre virginal de MARIA Santíssima vestido da nossa carne. E esta é a frase por onde também falam S. Ambrósio, São Bernardo, e outros padres. Outrossim, a brancura do vestido representa a pureza da castidade? Sim, que por isso lemos no Apocalipse: Habes pauca nomina in Sardis, qui non inquinaverunt vestimenta sua, et ambulabunt mecum in albis, quia digni sun (Apoc. 3, 4)t. Que os que não mancharam os seus vestidos, isto é, não pecaram contra seu corpo, andaram com Cristo adornados de vestiduras brancas. Logo quando os Anjos hão de aparecer visivelmente, que é uma semelhança de encarnarem, há de ser com vestiduras brancas, que é uma semelhança da castidade. Para que se veja que se um Anjo encarnara, havia de ser em corpo casto.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>É com efeito homem houve já no mundo que em razão de sua castidade julgaram ser Anjo encarnado: Ecce ego mitto angelum meum, et preparabit viam ante faciem meam (Malach. 3, 1). Eu (diz Deus pelo Profeta Malaquias) mandarei o meu anjo, que há de preparar o meu caminho antes de eu entrar no mundo. Este lugar é de fé que se entende de S. João Baptista, porque dele o interpretou o mesmo Cristo: Hic est, de quo scriptum est: Ecce mitto Angelum meum (Luc. 7, 27). Pois se o Baptista era homem, como se chama Anjo? Responde Orógenes, seguindo a opinião dos Hebreus, que refere Eusébio, que era Anjo, e mais homem; porque era Anjo encarnado. Eu não defendo o dito, porque é erro, mas desculpo o erro, porque tem sua aparência. Não era o Baptista mais que homem; mas era homem casto, e um homem casto parece Anjo encarnado. O A Lapide: Quia purissimus et castissimus fuit, virgoque perpetuus instar Angeli. Foi o Baptista tão angélico na castidade, que como outros Santos foram mártires pela fé de Cristo; ele o foi pela fé da castidade conjugal; e Santo que chegou a defender com a vida própria até a castidade alheia, bem é para com Deus tenha o título de Anjo absolutamente, e para com os homens a opinião de Anjo ao menos encarnado: Ecce ego mitto Angelum meum.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"></div>
<p><a name='more'></a><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>III</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Sendo logo a castidade virtude que faz aos homens semelhantes a Anjos; qual é a razão porque seguem o contrário vício que os faz semelhantes a brutos? Oh grande lástima; que podendo qualquer de nós ser homem com semelhança de Anjo, se faça bruto só com aparência de homem! Verdadeiramente um homem que não ama a castidade, só no exterior é homem: porque a alma se lhe faz como material, grossa e escura, de modo que já parece que não pertence às cadeiras dos Anjos, e à luz do Céu, senão às masmorras tenebrosas do inferno. E assim como na Escritura, os castos tem nome de Anjos, assim os luxuriosas tem nome de animais. Disse-o o Apóstolo São Tadeu, onde falando destes tais, diz: Quaecumque autem naturaliter, tanquam muta animalia, norunt, in bis corrumpuntur (Jud. 5, 11). E a causa diti tinha apontado o mesmo Apóstolo dizendo: Dei nostri gratiam transferentes in luxuriam: Que os tais trocavam a graça de Deus pelo seu apetite; e se a graça de Deus, como ao princípio dizíamos, é a que transfere o homem em Anjo; que havia de fazer quem desprezou a graça pelo seu apetite, senão transformar-se em bruto: tanquam muta animalia. </b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Mas já eu não estou tão mal com os que caem por sua própria miséria, como com os que fazem cair pelo escândalo que dão. Que lhe não baste ao homem pecar, senão que também há de fazer pecar aos outros? Que se não contente um ímpio com ser filho da perdição, e discípulo da maldade, se também não for pai e mestre dela? Miséria é esta digna do sentimento e gemidos do mesmo Deus: Vae mundo à scandalis: Ai do mundo, assolado com escândalos, exclama Cristo no Evangelho de hoje. E se bem todas as virtudes padecem escândalos no mundo, esta da caridade como mais mimosa, e delicada os padece muito mais. É o mundo um campo, como lhe chama S. Ambrósio. São os escândalos espinhos, como os compara S. Jerônimo: e é a castidade açucena, como disse São Bernardo. E mal pode neste campo, entre tantos espinhos, deixar de magoar-se esta açucena. Nec enim (diz o mesmo São Bernardo) vel levissimam spinae sustinet ullatenus punctionem floris teneritudo. Os trajos pouco honestos, que estão peitando os olhos para que atendam, e fazendo à alma vendável o seu pecado: eis aí um espinho que lastima a flor da castidade. Os livros obscenos e vãos, que não sei como no princípio trazem licença para se imprimir, e mais se imprimem na alma para a escurecer, do que na oficina para saírem à luz: eis aí outro espinho, e outro escândalo. As pinturas indecentes, que estão com vozes mudas e permanentes, pregando mundo e carne e liberdade em lugar de penitência, e seus artífices lhe hão de pagar o preço do inferno: eis aí outro escândalo. As comédias, escolas de esgrima onde se joga a espada preta do pecado, para que depois saibam julgar a branca: mais outro escândalo. As palavras torpes e licenciosas, que agora se usam em lugar das orações e canções pias da cartilha que se ouviam pelas ruas em tempo do Padre Mestre Ignácio Martins; e são jaculatórias do diabo com que atira pelas janelas dentro: Ascendit mors per fenestras: mais outro escândalo. Os maus conselhos e companhias dos chamados amigos, mas na verdade inimigos, pois são confederados do demônio para perverter as almas: mais outro escândalo; aí da açucena da castidade tão cercada de espinhos: Vae mundo à scandalis.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Alerta almas: vede onde assentais o pé, não vos firais; e já que é força andarmos por este campo do mundo, vamos ao menos armados com os defensivos contrários. São estes (atendamos e executemos): Oração todos os dias, e em especial na ocasião da tentação; porque Deus defende aos que fogem para seu amparo. Freqüência dos Sacramentos, porque a graça que ali se dá reprime os brios da natureza. Jejum e penitência, que é o freio e vara com que se amansa este bruto indômito. Lição de livros espirituais, que deixam na alma estampadas imagens de cousas pias, que destróem as cousas profanas. Ocupação contínua em trabalho honesto, porque a terra folgada leva urtigas, e a livra de bons frutos. Retiro de más companhias e ocasiões perigosas: que nesta guerra, como dizia nosso Patriarca São Felipe Neri, vence quem foge. E humildade diante dos olhos de Deus: porque a quem confia de si, permite Deus que caia para que se conheça. Se estas regras observarmos, seremos castos: e sendo castos, seremos semelhantes a Anjos, e poderemos em sua companhia chegar a ver a face de Deus, fonte de toda a pureza: Angeli eorum in Caelis semper vident faciem Patris mei.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>IV</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>A outra virtude que faz os homens semelhantes a Anjos, é o amor de Deus exercitado por freqüentes atos de presença sua. Angeli eorum semper vident faciem Patris mei. Os Anjos (diz Cristo) sempre estão vendo a face de Deus. Se sempre estão vendo, sempre estão amando; porque da vista da fermosura infinita, necessariamente procede o seu amor. E assim como o Sol no mesmo ponto em que difunde a luz, imprime o calor; assim aquele Sol incriado, no mesmo ponto em que ilustra os entendimentos, abrasa as vontades.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Mas se os homens não vemos a Deus, como vêem os Anjos, como os podemos imitar no exercício do amor? Não vemos cara a cara, mas vemos por fé, que também é luz, ainda que mais escassa. Excitando em nós esta fé, também excitaremos o amor; e destes atos de fé e amor continuados, consta o exercício que chamamos da presença de Deus: o qual bem freqüentado, de um homem faz um Anjo; porque no seu tanto faz o que os Anjos fazem; que é ver e amar a Deus: Angeli eorum semper vident faciem Patris mei.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Entrou uma vez o Capitão Aquis a falar a El Rei Davi, e entre outras cousas que lhe disse, foi  esta: Bonus es tu in oculis meis, sicut Angelus Dei (1 Reg. 19, 9): Vendo-vos, me parece que estou vendo um Anjo de Deus. Entrou outra vez à presença do mesmo Rei a mulher Tecuitis, e disse: Sicut enim Agelus Dei, sic est dominus meus Rex (1 Reg. 14, 17): Não acho com que comparar a meu Rei e Senhor, senão um Anjo de Deus. Já Davi tem duas testemunhas conformes, que o canonizam por Anjo. Mas porque não falte total prova que pede aquele texto: In ore duorum, vel trium testium stat omne verbum (Matth. 18, 16): Pelo testemunho de dois ou três consta toda a verdade; venha a terceira testemunha. Entra Mefibosete diante do mesmo Davi. E que disse? Tu autem Domine ini Rex, sicut Angelus Dei es (1 Reg. 19, 27): Vós meu Rei e Senhor, sois como um Anjo de Deus. Oh tantas vezes o mesmo repetido! Aqui parece haver misterio. Não nos direis santo Davi que fizestes, que vos trocou de homem em Anjo? Sim dirá. E já que as testemunhas foram três, todas afirmando o mesmo; as suas respostas serão outras três, todas apontando a mesma causa: Providebam Dominum in conspectu meo semper. Omnes viae meae in conspectu tuo. Oculi mei semper ad Dominum (Ps. 15, 8; Ps 116, 168; Ps 14, 15). Eu (diz Davi) sempre trazia a Deus diante de meus olhos: meus passos sempre os dei em presença sua. Sempre tenho aplicada a este Senhor a vista interior de minha alma. Em fim que Davi era dado ao exercício da presença de Deus, vendo a Deus por fé, e gozando-o por amor. Pois eis aí a causa porque é Anjo: porque ver a Deus por fé, e amá-lo freqüentemente, faz os homens parecerem Anjos. Que diferença achamos nós entre o modo com que no Evangelho fala Cristo dos Anjos, e o modo com que nos Salmos fala Davi de si? Cristo diz: Angeli eorum semper vident faciem Patris: Os Anjos sempre vêem a Deus. Davi diz: Oculi mei semper ad Dominum: Meus olhos sempre estão fitos em Deus. Não é o mesmo? Pois se Davi e os Anjos têm o mesmo exercício, tenham o mesmo nome: Sicut enim Angelus Dei, sic est Dominus meus Rex. Davi é Anjo, e em tanto o será, enquanto pelo pecado se não afastar da presença de Deus, que por isso depois o Profeta Natan lhe chamou só homem: Tu es ille vir (2 Reg. 11, 7). E ele a si mesmo se chamou bruto: Ut jumentum factus sum (Ps. 72, 23). Pecou Davi, e apartou-se de Deus e seu amor, e logo se viu o que assim como o amor de Deus, de homens faz Anjos, assim o apartar-se dele pelo pecado, de Anjos torna a fazer homens, e (não parando aqui) de homens os faz brutos.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Da sobredita doutrina se colhe a razão porque Tertuliano chamou aos que andam neste exercício da presença de Deus, Aeternitatis candidati: pretendentes da eternidade. E S. Boaventura, Bem-aventurados já nesta vida. E S. Ambrósio, verdadeiros Israelitas. São pretendentes da eternidade, porque o que os Anjos fazem pela participação da eternidade de Deus, que é vê-lo, e amá-lo, isso começam eles a fazer já em tempo, conforme aquela sentença de Cristo quando disse a Madalena, que escolhera a parte que se lhe não havia de tirar, mas continuar no Céu para sempre: Maria optimam partem elegit, quae non auferetur ab ea (Luc. 10, 12). Porque o que a Madalena fazia aos pés do Senhor era vê-lo, e amá-lo; e ver, e amar a Deus, é exercício qie se começa aqui no tempo, para depois continuar-se no Céu eternamente. E assim os que seguem esta parte, são pretendentes da eternidade, Aeternitatis candidati.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>São também em certo modo bem-aventurados nesta vida, porque assim como na vista de Deus clara consiste a bem-aventurança perfeita, assim na vista de Deus escura, isto é, por fé, consiste uma bem-aventurança começada. A fé viva e amor de Deus acompanha a sua graça, e conforme dizem os Teólogos, a graça é uma glória começada, assim como a glória é uma graça consumada. Por isso Cristo, tanto que Pedro creu, e amou, lhe chamou bem-aventurado: Tu es Christus Filius Dei vivi. Beatus es Simon.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>São finalmente verdadeiros Israelitas, porque Israel que dizer: Videns Deum. O que vê a Deus. E os que andam em presença sua por fé, de algum modo o vêem. Por isso aquele Anjo que falou disfarçado com Tobias; perguntando-lhe este quem era, respondeu que era dos filhos de Israel: At ille respondit: Ex filiis Israel (Tob. 5, 7). Se era Anjo, como era Israelita? Mentiu acaso? Não mentiu, por isso mesmo que era Israelita que vê a Deus, porque era Anjo; e os Anjos sempre vêem a Deus: Semper vident faciem Patris. Logo os que por fé vêem a Deus são verdadeiros Israelitas, como dizia S. Ambrósio, e até o nome tem comum com os Anjos; pois fazem o que eles fazem, que é ver e amar a Deus: Semper vident faciem Patris.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>V</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Mas reparará alguém naquela palavra Semper: Sempre. Como pode um homem frágil andar sempre na presença de Deus? Respondo que assim como há Anjos de mais ou menos alta jerarquia, assim há homens que participam mais ou menos a semelhança dos Anjos. As jerarquias dos Anjos puros espíritos distinguem-se por estar mais ou menos perto de Deus. E as dos anjos humanos distinguem-se por andar mais ou menos tempo, com mais ou menos fervor em sua presença. Quem andar sempre, será Serafim, porque anda, porque anda mui perto. Quem não puder ser Serafim, seja de outra ordem inferior. Mas estejamos certos que o uso facilita muito este exercício, e a graça de Deus muito mais. O Padre Carlos Condren, Prepósito Geral da Congregação do Oratório em França, ainda quando antes de ser Sacerdote andava ocupado com negócios do século, não perdeu em muitos anos a presença de Deus mais que oito, nove vezes por intervalo brevíssimo, como consta da sua confissão geral manuscrita. E veio a ser Serafim tão abrasado no amor divino, que se lhe quebraram as costelas pela mesma causa que a meu Patriarca São Felipe Neri. A Venerável Madre Maria Victória, fundadora das Freiras da Anunciada, que chamam as Celestes, de tal modo tinha o ânimo pregado na presença de Deus, que a não divertiam as ocupações, nem colóquios com outras pessoas. E se se distraía um pouco, só com esta palavra Amor de Deus, como com fogo chegado à pólvora, se acendia novamente. O servo de Deus Gregório Lopes, por muitos anos contínuos, quantas vezes respirou, tantas disse falando com Deus: Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no Céu. Estas e outras semelhantes maravilhas facilitou o uso continuado e os auxílios da graça de Deus bem aproveitados. E por isso estas pessoas saíram na pureza de vida verdadeiramente Anjos.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Oh se quisesse Deus que para sua maior glória tomássemos desde hoje a peitos este angélico, (pouco disse) este divino exercício! Como reluziria logo o proveito em nossos procedimentos! Como fugiriam as sombras do pecado que causa em nís a presença e amor deste século! Quão diferentes seriam nossas palavras, nossos cuidados, e nossos movimentos! Com que fineza e igualdade iria tecida a teia da nossa vida; e que tesouro de merecimentos acharíamos junto ao cortá-la a morte! Eia, cobremos ânimo, ó Católicos, e já que temos o dom da fé concedido por Deus graciosamente, avivemos esta fé, e procuremos com ela acender em nossos corações o divino amor. É certo que andamos todos cercados e penetrados de Deus, pois realmente está em toda a parte, e dentro dele temos o ser, a vida e o movimento, que ele mesmo nos deu, e conserva. Já que tão perto de nós está todo o nosso bem, aspiremos a lograr outro melhor ser, outra nova vida, e outro mais nobre movimento, que é o de seu amor contínuo e fervoroso. Já que pelo pecado fomos brutos, e pela natureza somos homens, pelo amor sejamos Anjos, que sempre vêem e mam a Deos: Angeli eorum semper vident faciem Patris mei.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>E vós ó soberano Príncipe, General da milícia do Senhor dos exércitos, e grande da cada do Rei dos reis, glorioso Arcanjo São Miguel: imortais graças vos sejam dadas em o mesmo Senhor pelo sagrado ardor com que zelastes a honra de Deus, e o Império de Cristo cabeça de todos os homens e Anjos; fulminando desde as alturas seus e nossos adversários, só com vibrar a lança daquela poderosa palavra que tomastes por nome: Michael, Quis sicut Deus? Miguel: Quem como Deus? Nós outros os filhos da Igreja universal, cujo patrocínio por comissão do Altíssimo, desde o princípio do mundo exercitastes, fugimos para vosso amparo, solicitando afetuosamente vossa intercessão diante do Senhor, para que nos conceda copiosa graça, com que inteiramente guardemos a lei, que por vossas mãos deu no monte Sinai escrita em tábuas, e os preceitos Evangélicos, que o segundo e melhor Moisés Cristo JESUS escreveu nos corações, com que imitando os homens a pureza dos Anjos sejamos, por vosso meio introduzidos (como introduzistes a Josué) na verdadeira terra de promissão. Onde alternando a natureza humana com a angélica o coro dos divinos louvores, eternamente magnifiquemos aquele Trino e Uno Deus, cuja figura, aparecendo vós a Abraão em companhia de outros dous Anjos, misticamente representastes. Ao qual seja dada toda a glória por séculos de séculos. Ámen.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b><br /></b></span></div>
<div class="blogger-post-footer">QUERIDO LEITOR(A)<br />
assumimos a nossa missão por você<br />
leitor(a)evangelizador(a),é nosso instrumento da providência.<br />
a missão dos servos de maria é uma decisão de Deus .</div>
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		<title>A INQUISIÇÃO PROTESTANTE (inédito).</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 11:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[

========================A INQUISIÇÃO PROTESTANTE========================
Autor: Fernando Nascimento









Introdução
O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos, e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as levianas acusações protestantes contra a Igreja Católica sorrateiramente mudaram a palavra “inquisição”, que quer dizer apenas: “sindicância”, “investigação”, em sinônimo de “matança de pessoas”. Ainda [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=620&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div>
<div>
<div align="center">========================<br />A INQUISIÇÃO PROTESTANTE<br />========================</p>
<p><span style="font-size:85%;color:#000099;"><em><strong>Autor: Fernando Nascimento</strong></em></span></div>
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<p><strong><span style="font-size:130%;">Introdução</span></strong></p>
<p align="justify">O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos, e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as levianas acusações protestantes contra a Igreja Católica sorrateiramente mudaram a palavra “inquisição”, que quer dizer apenas: “sindicância”, “investigação”, em sinônimo de “matança de pessoas”. Ainda hoje, esse erro circula no meio protestante. Tal quimera caiu por terra, quando o renomado historiador Agostino Borromeo, após demorado estudo sobre a inquisição, concluiu que não chegaram a cem, o número de mortes, cometidas por católicos que em desobediência ao Papa, empregaram pena de morte contra os inquiridos.</p>
<p>Antes, abramos um parêntese, para de fato mostrarmos conforme os historiadores, que muita calúnia se lançou contra a Igreja Católica, no que concerne a falsa acusação de matança de “centenas”, “milhares” e até “milhões” de pessoas. Pura lenda, que na verdade não passava de mentira estratégica protestante, fomentada por anticatólicos como: Russel Hope Robbins, o apostata Doelling, Jules Baissac, Jean Français e Reinach.</p>
<p><a href="http://cassimirofarias.zip.net/images/ruibarbosa3.jpg"><img alt="" src="http://cassimirofarias.zip.net/images/ruibarbosa3.jpg" border="0" /></a>O próprio Rui Barbosa quando principiante inexperiente, traduziu “O Papa e o Concílio” uma obra de um deles, do Doelling, e se arrependeu mais tarde, proibindo no prefácio a publicação da mesma, pelas calúnias apaixonadas. Dizia mais tarde Rui Barbosa, quando maduro e experiente: “Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: religião ou a Católica ou nenhuma.” (Livro Oriente, Carlos Mariano de M. Santos (1998-2004) artigo 5º).</p>
<p>Publicou a Agência européia de notícias Zenit: [CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 16 de junho de 2004 (ZENIT.org).- Atualmente, os pesquisadores têm os elementos necessários para fazer uma história da Inquisição sem cair em preconceitos negativos ou na apologética propagandista, afirma o coordenador do livro «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”».<br />No volume, Agostino Borromeo, historiador, recolhe as palestras do congresso que reuniu ao final de outubro de 1998, no Vaticano, historiadores universalmente reconhecidos especializados nestes tribunais eclesiásticos.</p>
<p>«Hoje em dia --afirmou essa terça-feira, em uma coletiva de imprensa de apresentação do livro, o professor da Universidade «La Sapienza» de Roma-- os historiadores já não utilizam o tema da Inquisição como instrumento para defender ou atacar a Igreja».</p>
<p>Diferentemente do que antes sucedia, acrescentou o presidente do Instituto Italiano de Estudos Ibéricos, «o debate se encaminhou para o ambiente histórico, com estatísticas sérias».<br />O especialista constatou que, à «lenda negra» criada contra a Inquisição em países protestantes, opôs uma apologética católica propagandista que, em nenhum dos casos, ajudava a conseguir uma visão objetiva.</p>
<p>Isto se deve, entre outras coisas --indicou--, ao «grande passo adiante» dado pela abertura dos arquivos secretos da Congregação para a Doutrina da Fé (antigo Santo Ofício), ordenada por João Paulo II em 1998, onde se encontra uma base documental amplíssima.</p>
<p>Borromeu ilustrou alguns dos dados possibilitados pelas «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”»</p>
<p>Revela o historiador sobre os processos e condenação referentes ao tribunal católico: “dos 125.000 processos de sua história, a Inquisição espanhola condenou à morte 59 «bruxas». Na Itália, acrescentou, foram 36 e em Portugal 4. Se somarmos estes dados --comentou o historiador-- não se chega nem sequer a cem casos...”</p>
<p>A Inquisição na Espanha, afirmou o historiador, em referência ao tribunal mais conhecido, celebrou entre 1540 e 1700, 44.674 julgamentos. Os acusados condenados à morte foram 1,8% e, destes, 1,7% foi condenado em «contumácia», ou seja, pessoas de paradeiro desconhecido ou que em seu lugar se queimavam ou enforcavam bonecos].(1) Até aqui a notícia de ZENIT.org.</p>
<p>Outro historiador, o protestante, Henry Charles Léa, cita 47 bulas, nas quais a Santa Sé continuamente insiste na jurisprudência que deve se observar nos tribunais eclesiásticos católicos. Alertam para não cair na violência e injustiças freqüentes dos juizes leigos. Basta folhear a monumental obra do próprio Léa, para convencer-se que na realidade as bruxas foram perseguidas e condenadas mais pelos detentores do poder civil e pelos protestantes do que pelo tribunal católico. (2)</p>
<p>Também o historiador Daniel Roups, é categórico nos seus registros: ”Foram numerosos os cânones dos concílios que, excomungando os hereges e proibindo os cristãos de lhes darem asilo, não admitiam que se utilizassem contra eles a pena de morte. Deviam bastar as penas espirituais ou, quando muito, as penas temporais moderadas”. (3).</p>
<p>João Paulo II enviou uma mensagem com motivo da apresentação das «Atas» do Simpósio Internacional sobre a Inquisição, na qual sublinha a necessidade de que a Igreja peça perdão pelos pecados cometidos por seus filhos através da história. Ao mesmo tempo, declarava, «antes de pedir perdão é necessário conhecer exatamente os fatos e reconhecer as carências ante as exigências cristãs».</p>
<p>Pelos filhos da Igreja Católica, que em desobediência cometeram alguns crimes, o Papa João Paulo II pediu perdão. Mas, quando o protestantismo cessará de deturpar, omitir e caluniar, reconhecendo finalmente os extermínios que cometeu e atribui maldosamente aos católicos? Fecha parêntesis</p>
<p><strong><span style="font-size:130%;">VEJAMOS ENTÃO, A VERDADE DOCUMENTAL, E A CRUELDADE SEM PRECEDENTES DOS TRIBUNAIS PROTESTANTES.</span></strong></p>
<p align="justify">A quantidade de registros literários dos próprios protestantes é vasta, porém, estranhamente ocultada pelos livros escolares, pela imprensa e mídia em geral. Muitas vezes vemos o que é omitido pelo lado protestante sendo por esses veículos, atribuídos maldosamente à Igreja Católica.</p>
<p><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/severidadetribunaisprotestantes.jpg?w=0" border="0" />- O próprio Lutero nos legou o relato dessa prática, anos antes de lançar-se em revolta aberta, dizia: “(&#8230;) os hereges não são bem acolhidos se não pintam a Igreja como má, falsa e mentirosa. Só eles querem passar por bons: a Igreja há de figurar como ruim em tudo.” (Franca, Leonel, S.J. A Igreja, a reforma e a civilização, Ed. Agir, 1952, 6ª ed. Pág. 200).</p>
<p>Uma vez no protestantismo, já ensinava Lutero aos protestantes: &#8220;Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da igreja (luterana).&#8221; (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life &amp; work, The Newman Press, 1960- pág 522).</p>
<p>Logo a mentira, a omissão e o falso testemunho se tornaram a coluna da doutrina dos pseudos “reformadores” protestantes.</p>
<p>A crueldade foi especialmente severa na Alemanha protestante. As posições de Lutero, contra os anabatistas, causaram a morte de pelo menos 30.000 camponeses. (4)</p>
<p><a href="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/miguelservet.jpg"><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/miguelservet.jpg?w=0" border="0" /></a>Calvino, pai dos presbiterianos, mandou queimar o espanhol Miguel Servet Grizar, médico descobridor da circulação sanguínea. Acusado de heresia, Servet foi preso e julgado em Lyon, na França. Conseguiu evadir-se da prisão e quando se dirigia para a Itália, através da Suíça, foi novamente preso em Genebra, julgado e condenado a morrer na fogueira, por decisão de um tribunal eclesiástico sob direção do próprio Calvino. A sentença foi cumprida em Champel, nas proximidades de Genebra, no dia 27 de outubro de 1553. Puseram-lhe na cabeça uma coroa de juncos impregnada de enxofre e foi queimado vivo em fogo lento com requintes de sadismo e crueldade. (5)</p>
<p><a href="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/benedikt_carpzov_d_j_01.jpg"><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/benedikt_carpzov_d_j_01.jpg?w=0" border="0" /></a></div>
<div>O luterano Benedict Carpzov, foi legista brilhante e figura esclarecida, até hoje ocupando lugar destacado na história do Direito Penal. Mas perdia a compostura contra a bruxaria, que considerava merecedora de torturas três vezes intensificadas com respeito a outros crimes, e cinco vezes punível com pena de morte. Protestante fanático, afirmava, quando velho, ter lido a Bíblia inteira 53 vezes. Assinou sentença de morte contra 20.000 bruxas, apoiando-se principalmente na &#8220;Lei&#8221; do Antigo Testamento. Não compreendendo o verdadeiro significado da Bíblia, considerava o Pentateuco como lei promulgada pelo próprio Deus, Supremo Legislador. Carpzov, para condenar a morte, usava (Lv 19,31; 20,6.27; Dt 12,1-5), citava de preferência o Êxodo (22,18); &#8220;Não deixarás viver a feiticeira&#8221;. (6).</p>
<p><a href="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/nicholas_remy1.jpg"><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/nicholas_remy1.jpg?w=1" border="0" /></a>Outro famoso perseguidor de bruxas na Alemanha, foi Nicholas Romy, considerado grande especialista e que escreveu um longo tratado sobre bruxaria, teve sobre sua consciência a morte de 900 pessoas. (7)</p>
<p>Já Froehligh, reitor da Universidade de Innsbruck e catedrático de Direito, que chegou a ser chanceler da Alta Áustria, insistia em que não só as supostas bruxas fossem condenadas, senão também seus filhos! E não se precisava muito para ser considerada bruxa, pois o seria qualquer pessoa que não tivesse um olhar franco.(8)</p>
<p><a href="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/franzbuirmann.jpg"><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/franzbuirmann.jpg?w=0" border="0" /></a>Naquele ambiente de superstição, crueldade e pânico perante as bruxas, foi possível o aparecimento de um Franz Buirmann, pervertido magistrado protestante e degenerado inimigo da bruxaria. Era um juiz itinerante. Referindo-se a ele dizia seu contemporâneo Hermann Loher: &#8220;Preferiria mil vezes ser julgado por animais selvagens, cair numa fossa cheia de leões, de lobos e ursos, do que cair em suas mãos&#8221;.Deste impiedoso juiz se afirma que somente em duas incursões que realizou por pequeninas aldeias ao redor de Bonn, que perfaziam um total de 300 pessoas contando-se crianças e velhos, queimou vivas nada menos que 150 pessoas! Consta que ao menos em duas oportunidades (da viúva Boffgen e do Alcaide de Rheinbach), o juiz se apoderou de todos os bens dos condenados à fogueira (o Alcaide de Rheinbach era seu inimigo político. . .).(9)</p>
<p>Em Bamberga, sob a administração de um bispo protestante, queimou-se 600 pessoas. Na Genebra protestante, foram queimadas 500 pessoas no ano 1515. (10).</p>
<p><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/inquisic3a7c3a3oprotestante.jpg?w=1" border="0" />Se os protestantes do passado nenhum valor davam a essas muitíssimas vidas ceifadas no fogo, muito menos valor dão os protestantes de hoje, que por ignorância, orgulho ou omissão, se escusam de um simples pedido de perdão, para não ter que admitir as iniqüidades que falaciosamente atribuem aos outros.</p>
<p><a href="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/pegaladrc3a3o.jpg"><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/pegaladrc3a3o.jpg?w=1" border="0" /></a>A técnica, é a mesma do gatuno que bate uma carteira e grita: “pega ladrão!!!” Baseados no grito do gatuno, as mal informadas e ou mal intencionadas editoras de livros didáticos, a imprensa e a mídia, fazem o resto do trabalho sujo. Tudo contribui para a perdição do que não busca conhecer a verdade.</p>
<p>Dizia Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”.</p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:130%;">Bibliografia:</span></strong></p>
<p align="justify">1. Agência Zenit, Sunday, June 20, 2004 1:17 PM.<br />2. Henry Charles Léa, A History of the inquisition of the Middle Ages, 3 vols. Nova Yorque, Happer, 1888, principalmente vol. I, pp. 137ss; tradução de Salomon Reinach, Historie de L’Inquisition au Moyen-Áge. Ouvrage traduit sur l’exemplaire revu et corrigé de l’auter, 3 vols., Paris, 1900-2 vol. 3.<br />3. Daniel-Rops, História da Igreja de Cristo, vol. III, A Igreja das Catedrais e das “Cruzadas”, Quadrante, pp. 605-606.<br />4.. VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Editoras, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249.<br />5. <a href="http://www.adventistas.com/marco2003/miguel_servetus.htm">http://www.adventistas.com/marco2003/miguel_servetus.htm</a><br />6. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres Partes Divisão, Wittenberg, 1635.<br />7. Nichólas Romy, Daemonolatriae Libri Tres, Lião, 1595; Colônia, 1596; Frankfurt, 1597.<br />8. Johan Christopher Froehlich von Froehlichsberg, De sorcelleria, Innsbruck, 1696; tradução: Animismes, Paris, Orent, 1964, pp. 62ss.<br />9. Cf.. Jacques Finné, Erotismo et sorcellerie, Verviers (Bélgica), Gerard, 1972; tradução de Charles Marie Antoine Bouéry, Erotismo e feitiçaria, São Paulo, Mundo Musical, 1973, p. 41.<br />10. W. Bommbeg, The mind of man: the history of man’s conquest of mental illness, 2ª ed., Nova Yorque, Harpel, 1959; tradução: La mente del hombre, Buenos Aires, 1940.</p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:130%;">======================================<br />A SEVERIDADE DOS TRIBUNAIS PROTESTANTES<br />======================================</span></strong></p>
<p>
<p align="justify"><img alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xkR1DYiUWdM/Sros5O8MvvI/AAAAAAAACxU/f0HaZHXG57s/s400/genoc%C3%ADdios.bmp" border="0" />Foram terríveis os genocídios causados pelos protestantes na Alemanha. A então Alemanha estava dividida em mais de trezentas circunscrições, cada uma delas com seu próprio Supremo Tribunal civil e seu Direito particular. A perseguição às bruxas e a severidade dos castigos, dependiam geralmente dos respectivos senhores de cada região, que governavam com muita independência e poder quase absoluto.</p>
<p>Dentro de cada região, havia oscilações pendulares inclusive extremas, segundo os critérios subjetivos do mesmo senhor e segundo os conceitos das diversas sucessões no poder através dos anos e dos séculos. Daí a dificuldade em se calcular o número de pessoas condenadas à fogueira e à forca na Alemanha. Mas, das crônicas e processos regionais que chegaram até nós, cabe deduzir, que as vítimas se contaram por milhares. Gardner calcula 9 milhões (1). Morrow simplesmente diz que foram milhões (2).</p>
<p>W. A. Schoeder, contemporâneo aos fatos, anotou que nas localidades de Bamberg e Zeil, entre 1625 e 1630, (cinco anos) se realizaram nada menos que 900 processos de bruxaria. Deles (numa exceção), 236 terminaram com condenação à morte na fogueira. Só num ano, 1617, em Wurzburgo, foram queimadas 300 bruxas (3); em total nesta região, as atas apresentam l.200 condenações à morte (4).</p>
<p>Em 20 anos, de 1615 à 1635, em Estrasburgo, houve 5.000 queimas de bruxas (5). </p>
<p align="justify"></p>
<p><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/offenburg.jpg?w=1" border="0" />Em cidades pequenas como a imperial Offenburg, que só tinha entre dois e três mil habitantes, se desenvolveram acérrimas perseguições às bruxas durante três decênios, e em só dois anos, segundo as atas, foram queimadas 79 pessoas (6).</p>
<p>Segundo o VERITY MURPHY em 16/6/2004, da BBC de Londres, o novo e mais completo relatório da inquisição, indica que, no auge da Inquisição, a Alemanha protestante matou mais bruxas e bruxos que em qualquer outro lugar.</p>
<p>Na Suíça, quando protestante, os casos de condenação de bruxas descritos nas crônicas conservadas, chegam a 5.417 (7). Nos Alpes Austríacos, as mortes chegaram ao menos a 5.000 (8).</p>
<p>Era absolutamente falsa a afirmação de muitos autores protestantes ingleses, de que a Inglaterra foi uma exceção dentro da bruxomania geral.Segundo Ewen, (9), que cita documentos oficiais, o número de condenados à pena de morte por bruxaria, na Inglaterra protestante, exatamente de 1541 a 1736, teria sido menos de mil. As condenações à morte teriam sido menos de 30% das acusações. Mesmo assim, o comportamento inglês não fugiu ao ditado de que não há regras sem exceções.</p>
<p><img alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xkR1DYiUWdM/SroxnAO2oPI/AAAAAAAACxk/PqTlKqsXODQ/s400/Matthew_Hopkins.bmp" border="0" />Na Inglaterra destacava-se o protestante Mathew Hopkins que se autodenominava &#8220;descobridor geral de bruxas&#8221;. Parece que era um sádico encoberto. Quando encontrava uma mulher que excitava seus instintos sexuais anormais, obrigava-a a despir-se na sua presença e começava a fincar com uma agulha, as diversas partes do corpo dela (assim se procuravam áreas insensíveis, o que seria sinal de possessão demoníaca).Mas&#8230; ele mesmo diante de outros protestantes, foi acusado de possuir estranhos poderes. Submetido às provas de bruxaria que empregara, foi condenado e morto (10).</p>
<p>Na Inglaterra não era necessário aplicar torturas — às vezes se deram! — porque a condenação freqüentemente era sentenciada sem necessidade de confissão por parte do acusado (11).</p>
<p>Em 1562 a rainha Elizabeth, e a versão definitiva do Witch Act ou “lei contra os bruxos”, de Jacques I em 1604, condenavam à morte a pessoa que tivesse feito qualquer malefício pretendendo acabar com a vida ou danar o corpo de alguém. Mesmo que não se percebesse efeito nenhum do malefício! Esta lei se manteve em vigor na Constituição até 1736.</p>
<p>Os protestantes do Reino Unido foram lentos. Na Inglaterra do século XVII, na área da interpretação dos fenômenos misteriosos ainda grassava a superstição demonológica, e houve várias condenações. O último juízo por bruxaria foi já entrado o século XVIII, em 1717, (12). E ainda demorariam mais vinte anos para abolir o estatuto inglês contra as bruxas, em 1736 (13).<br />A última morte por condenação como bruxa, na Escócia, foi em 1738. Na Irlanda, a lei contra bruxaria não foi abolida até 1821!Em 1863, segunda metade do século XIX!, o povo inglês ainda linchou um velho por considerá-lo bruxo.</p>
<p>As perseguições protestantes atravessaram o Atlântico, e chegaram aos EUA. O primeiro corpo de estatutos — The Body of Liberties — que houve em Massachusetts, é de 1641 (14). Nele se diz: &#8220;Se algum homem ou mulher é bruxo que manifesta ou consulta um espírito familiar(?), será enviado à morte&#8221; (15).</p>
<p><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/bruxasdesalem.jpg?w=0" border="0" />A revisão de 1649 reiterava a mesma lei com pena capital (16). De sua vigência é um exemplo famoso, “o processo das bruxas de Salem,” em 1692. Como resquício, ainda hoje em alguns estados americanos, a pena de morte é vista com naturalidade, aos condenados gravemente pela justiça. Mudaram apenas os réus e a forma de exterminar. </div>
<p>
<div>
<p><a href="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/annhibbins.jpg"><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/annhibbins.jpg?w=0" border="0" /></a>O pânico da população perante as bruxas e a ira contra elas, refletem-se no caso de Ann Hibbins. Parece que foi acusada por motivos meramente socioeconômicos. Era irmã de um rico comerciante e antigo assistente da colônia, Richard Beilingham, que fora governador da Baía de Massachusetts. O júri a condenou. Os juizes não aceitaram o veredicto. O caso foi levado à Corte Geral. Foi fácil incitar a opinião pública. Tanto pressionaram a Corte que Ann Hibbins foi condenada à morte (17).</p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:130%;">ATÉ CRIANÇAS ERAM QUEIMADAS PELOS PROTESTANTES</span></strong></p>
<p align="justify">No ano 1670, na Suécia, houve um processo deplorável: Como conseqüência das declarações, arrancadas pelas interrogações feitas pelos teólogos protestantes, foram queimadas 70 mulheres, açoitadas mais 56, queimadas 15 crianças que já tinham chegado aos 16 anos e outras 40 foram açoitadas (18).</p>
<p>Na Alemanha protestante, o poder civil condenou Anna Maria Schwugelin. Foi decapitada como bruxa em 1759.</p>
<p>No dia 18 de junho de 1782, o governo protestante ainda decapitou uma bruxa na Suíça (19).<br />Agora os protestantes têem aqui reunidos, grande parte dos números de mortes, nomes e documentos, para a própria cruel “inquisição” de seus tribunais, que tanto omitem. E isso não é tudo.</p>
<p>Atacado por um diabólico ódio racial, Lutero antes de sua morte, lançou o panfleto “Contra os judeus e as suas mentiras.” onde pregava aos alemães, toda sorte de desumanidade contra os judeus, culminando no holocausto nazista. Esta obra, está reproduzida na “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.</p>
<p><a href="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/maurice-andrieux.jpg"><img alt="" src="http://servosdemaria.files.wordpress.com/2009/09/maurice-andrieux.jpg?w=0" border="0" /></a>Dia 6 de maio de 1527, quando saquearam Roma, cerca de quarenta mil homens espalharam na Cidade Eterna o terror, a violência e a morte. Eram seis mil espanhóis, quatorze mil italianos e vinte mil alemães, quase todos luteranos, esses últimos, indivíduos perversos, gananciosos, desprovidos de qualquer escrúpulo. Gritavam: ”Viva Lutero, nosso papa!!!”. Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, dos despojos do inimigo, os lanquenetes luteranos e os outros invasores assaltaram, estupraram, saquearam, incendiaram, trucidaram, arrebentaram as suas vítimas, jogaram crianças pelas janelas ou as esmagaram contra as paredes. Grande parte da população foi dizimada. Conforme disse Maurice Andrieux, esse ataque a Roma &#8220;superou em atrocidade todas as tragédias da História&#8221;, até mesmo a destruição de Jerusalém e a tomada de Constantinopla.</p>
<p align="justify">E no Brasil? Encontra-se facilmente nas enciclopédias que, os protestantes calvinistas em 15 de julho de 1570, mataram 40 jesuítas, entre eles Inácio de Azevedo, morto a CUTILADAS (golpe de espada) quando, segurando num quadro da Virgem Maria, animava a tripulação a resistir ao ataque protestante, que degolou a todos, (Enc. Microsoft Encarta 99, verbete: “Inácio de Azevedo, beato”).</p>
<p>Todo esse genocídio com requintes de crueldade, parece encontrar doce justificativa nas palavras de Lutero, pai do protestantismo do “somente a fé”:</p>
<p>“&#8230; Seja um pecador e peque fortemente, mas creia e se alegre em Cristo mais fortemente ainda&#8230; Se estamos aqui (neste mundo) devemos pecar&#8230; Pecado algum nos separará do Cordeiro, mesmo praticando fornicação e assassinatos milhares de vezes ao dia”. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther&#8217;s Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).</p>
<p>Esta &#8220;fé&#8221;, de Lutero, apesar de dirigida pela vontade, é um simples ato do intelecto. Apesar de necessária à salvação, não é suficiente. Tiago diz que até mesmo os demônios têm esta fé (Tg 2,19). É por este motivo que ele diz: &#8220;Vedes como o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé?&#8221; (Tg 2,24). Infelizmente, Lutero designou esta carta do Apóstolo de <em>&#8220;Carta de Palha&#8221;.</em> Ele não entendeu o que Tiago está querendo dizer (sobre a fé de Abraão): &#8220;Vês como a fé cooperava com as suas obras e era completada por elas&#8221; (Tg 2,22). Sob o erro do pai do protestantismo, as seitas evangélicas ainda hoje, pregam que seus seguidores já estão “salvos”, só porque simplesmente “crêem” em Jesus. Se assim fosse, iriam encontrar Lúcifer no céu.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:130%;">Bibliografia</span></strong></p>
<p align="justify">1. Gerald B. Gardner, Ursprung und Wirklichkeít der Hexen, Weilheim, 1965, pp. 30s.<br />2. F. Morrow, no prólogo e Montagne Summers, The history of wttchcraft and demonology, 2a ed., Nova Iorque, 1956.<br />3. Citado por Merzbacher, Die Hexenprozesse in Franken, Munique, 1975, p. 43.<br />4. Kurt Baschwitz, Hexen und Hexenprozesse. Die Geschichte eines Massenwalms und Bekampfung, Munique, 1963; uso a tradução de Ana Grossman, Brujas y proceso de brujeria, Barcelona, Luiz de Caralt, 1968, p. 261.<br />5. Cf. Wilhelm Gottieb Soldan, Geschichte der Hexenprozesse aus der Quellen dargestellt, Stutgard, 1843; 2º edição revisasda: Soldan-Ludwig Julius Heppe, Geschichte der Hexenprozesse, 2 vols. Stuttgard, 1880; 3º edição revisada: Soldan –Heppe-Max Bauer, com o mesmo título, Munique, 1012, tomo I, p. 530..<br />6. Idem, Soldan –Heppe-Max Bauer, ibidem, p. 251.<br />7. Na tese doutoral de G. Bader, Die Hexenprozesse in der Schweiz, Zurique, 1945, p. 219.<br />8. Fritz Byloff, &#8220;Hexenglaube und Hexenverfolgung in der õsterreichischen Alpenlander&#8221; in Quellen zur deutschen Volkskunde, 1934, caderno 6, p. 159.<br />9. C. L. Ewen, Witccraft and demonianism, Londres, Muller, 1970; Witch hunting witch trial, Londres, 1062; Nova Iorque, Harper, 1971.t.<br />10. Ramiro A. Calle, La magia negra y el ocultismo (técnicas para el conocimento de si mismo y de los demás), Barcelona, Cedel, 1968, p. 271s.<br />11. Cf. Ronald Seth, Children against witches, Londres, Robert Hale, 1969, p. 14; Davies, Four centuries…, op. cit.<br />12. Mair, La brujería&#8230;, op. cif, p. 216.<br />13. Fox, Science&#8230;, op. cit., p. 25; sobre a Bruxaria na Inglaterra, Peter Haining, A circie of witches &#8211; An anthology of victorian witchcraft stories, Londres, Robert Hale, 1971; idem, The anatomy o f witchcraft, Londres, Souvenir, 1972; tradução de René Cárdenas Barrios, La anatomia de Ia brujería, México, Diana, 1976..<br />14. The body of liberties é reproduzido por William Witmore (ed.), The Colonial Laws of Massachusetts. Reprinted from the edition of 1660, with suplements to 1672. Containing also the Body of Liberties of 1641, Boston, City Council, 1889.<br />15. Ibidem, Liberty, 94, Capital Lawa, p. 55.<br />16. Cf. Winfield S. Nevins, Witchcraft in Salem Village in 1692, Salem-Massachusetts, Salem-Press, 1916, pp. 29s.<br />17. Thomas Hutchinson, History of the Colony of Massachusetts Bay, Londres, Thomas and John Fleet, 1764, p. 187; William F. Poole, &#8220;Witchcraft in Boston&#8221; in Justin Windsor (ed.), Memorial history of Boston, Boston, Tickner, 1881, tomo 2, p. 130.<br />18. B. Bekker, De betoverde wereld, Amsterdã, p. 576-587; trad.: Le monde enchaté, 6 vols. Paris, 1964.<br />19. Mair, La brujería&#8230;, op. cif, p. 216.</p>
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		<title>RETORNO A FÉ CATÓLICA</title>
		<link>http://servosdemaria.wordpress.com/2009/09/23/retorno-a-fe-catolica/</link>
		<comments>http://servosdemaria.wordpress.com/2009/09/23/retorno-a-fe-catolica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 11:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
				<category><![CDATA[apologética]]></category>
		<category><![CDATA[testemunhos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8221; Não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o  retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora  eles, se afastaram dela&#8221;.Cf: Papa Pio XI &#8211; Mortalium Animos.

Fora da Igreja não há  salvação! 
IV Concílio de Latrão,concílio infalível!
A EUCARISTIA ME CONVERTEU!
   [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=619&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:x-large;"><b>&#8221; Não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o  retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora  eles, se afastaram dela&#8221;.<br />Cf: Papa Pio XI &#8211; Mortalium Animos.</b></span></p>
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<h1 style="background-color:yellow;"><span style="color:red;font-size:x-large;">Fora da Igreja não há  salvação! </p>
<p>IV Concílio de Latrão,concílio infalível!</span></h1>
<h3 id="ctl00_Conteudo_ArticleTitle"><b>A EUCARISTIA ME CONVERTEU!</b></h3>
<p><b><br /></b>     <b>Por <span id="ctl00_Conteudo_txtAutor">Kenneth J. Howell</span></b><br /><b><span id="ctl00_Conteudo_lblTraducao">Tradução: </span><span id="ctl00_Conteudo_txtTraducao">James Nascimento</span></b><br /><b><span id="ctl00_Conteudo_lblFonte">Fonte: </span><span id="ctl00_Conteudo_txtFonte">Coming Home Network</span></b><br /><b><span id="ctl00_Conteudo_ArticleText">
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Assim que me ajoelhei na Catedral de São Pedro na Missa Diária, meu coração se esforçou para saber o que Deus queria que eu fizesse. O ano passado abriu meus olhos para a beleza da Missa e para a verdade da Fé Católica, mas eu não poderia me tornar católico. Como eu poderia desistir do que eu tinha trabalhado tão para realizar? Agora que eu fui bem sucedido no que eu sempre quis fazer, não seria tolice caminhar longe de tudo? O que aconteceria se minha esposa não fosse ou não pudesse me seguir em minha jornada espiritual? Deveria eu por meu casamento em risco ou por nossos filhos em confusão? Eu simplesmente não sabia o que fazer ou onde eu estava indo em minha vida.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Naquele dia a missa foi a mesma que eu tinha ido conhecer no ano passado. O que parecia esquisito e estranho era agora precioso e convidativo. Tão convidativo foi o que senti como se um imã gigante me puxasse para algo maior que eu mesmo. Quando chegamos ao Rito da Comunhão, o padre levantou a hóstia para todos verem e disse estas palavras: “Felizes os convidados para a Ceia do Senhor, eis o cordeiro de Deus que tira o todo pecado do mundo!”.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Como muitas vezes tinha visto esta hóstia antes! E como muitas vezes eu tinha acreditado naquelas palavras em minha alma! Mas hoje foi diferente. Assim que olhei para hóstia nas mãos do padre, as palavras brotaram da minha alma alcançando meus lábios. Com um pequeno sussurro eu disse a mim mesmo: “Eu realmente acredito nisso. Isto é realmente o Filho de Deus, o Cordeiro do sacrifício que levou os meus pecados.” Com um novo e profundo sentido eu disse com a congregação: <span style="color:red;">“Senhor eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e eu serei salvo.”</span> Assim que deixei a igreja de São Pedro em Jackson, no Mississippi naquele dia, eu soube profundamente em meu coração que algum dia tinha me tornado católico.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Aquele dia foi um auge e um começo. Eu tinha estudado a Eucaristia intensamente por dois anos. Eu cheguei a acreditar que Cristo tinha intenção em suas palavras, “Isto é o Meu Corpo” ser levado a sério e sabia que a fé cristã não foi uma teoria acadêmica, isso deve ser seguido com todo o vigor.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Desde 1988 ensinava num seminário presbiteriano. Dez anos antes eu tinha sido ordenado ministro presbiteriano após completar o colégio e o seminário durante aqueles dez anos, minha esposa e eu fomos recipientes de três maravilhosos presentes: Rebekar, Colin e Rachel. Naqueles mesmos anos tinham-nos visto comovidos assim que me tornei pastor de duas pequenas igrejas, uma na Flórida e outra em Indiana. Meu maior trabalho mais intenso naquele período, porém obtive o grau do doutorado em lingüística. Além de pós graduado. Meu pastor de infância é quem foi meu reitor do seminário presbiteriano, chamou-me e perguntou se eu tinha algum interesse em ensinar linguagem bíblica e literatura em sua faculdade de teologia. Assim pegamos nossas coisas em agosto de 1988. Eu fiquei convencido de que eu estava a ponto de fazer o que eu sempre quis em toda a minha vida. Eu quis ensinar aos jovens e moças que estavam preparando para várias formas de ministérios na tradição presbiteriana. Se tornar católico era a coisa que estava mais longe da minha mente.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu nasci e criado em Tampa, Flórida, o terceiro de quatro filhos. Meus pais nos criaram na Igreja Presbiteriana e estive ativamente envolvido em nosso vibrante grupo de jovens durante a minha adolescência. No meu ultimo ano do colégio eu tive uma genuína experiência de conversão. Daquele tempo em diante eu estava determinado a me tornar ministro presbiteriano apesar de minha tendência intelectual sempre sugeriu um chamado acadêmico como teólogo. Eu assumi aquela minha inclinação próxima e o dom de aprender línguas foi uma confirmação clara daquele chamado desde que soube que teólogos tinham que ser familiarizado com linguagens antigas. Por dois anos eu freqüentei o Convenant Colllege, uma experiência que aprofundou a minha vida espiritual consideravelmente. Eu fui cercado de cristãos devotos que conheciam bem a bíblia.todos os meus professores me encorajaram&nbsp; no meu movimento a respeito da teologia. Mais importantemente, eu conheci minha esposa de 28 anos no primeiro dia de nossa iniciação de calouros. Não levou muito tempo para eu me apaixonar por Sharon Canfield e sua família.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Após estarmos separados nos últimos dois anos de nossa carreira no colégio. Sharon e eu nos casamos em 21 de dezembro de 1974 na maior igreja presbiteriana da Flórida, com o mais alto coral da Igreja Presbiteriana. Durante os anos decorrentes, Sharon provaria ser tão bonita por dentro quanto ela foi por fora. Como todo casal nós tínhamos nossos momentos, mas sua fidelidade, sua personalidade calma, sua tendência amorosa provou ser a quieta origem da força que eu estava desesperadamente precisando tanto.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Assim que eu olho para trás no agora, ela foi de longe a melhor esposa para mim do que eu fui um marido para ela. Nas maneiras que eu não pude então articular. Eu estava provido com um exemplo de fidelidade que me ensinou quase imperceptivelmente como seguir a Cristo. Durante o tempo de meu ministério pastoral, Sharon me deu livremente de seu tempo e se esforçou em apoiar em seguir com meu trabalho. Muitas pessoas que teriam por outro lado perdido para minha influencia venceram pela sua gentileza e maneira de amar. E ela esteve feliz quando nos mudamos para Mississippi em 1988 porque ela sabia que ensinar em educação colegial era o que eu sempre quis fazer.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Um coração católico e uma cabeça protestante</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Durante aqueles anos de ministério pastoral (1978-1988), dois eventos importantes eventos no qual seria prenúncio da minha futura jornada à Igreja Católica. O primeiro foi um sermão que eu preguei na Igreja Presbiteriana da Esperança em Bradenton, Flórida. Um domingo eu estava pregando o Salmo 100 e eu focalizei nas palavras do verso quarto: <span style="color:red;">“Entrai cantando sob seus pórticos, vinde aos seus átrios com&nbsp; cânticos;&nbsp; glorificai-O e Bendizei o Seu nome,”</span> Desde que eu almejei pela minha congregação para entender a verdadeira natureza da adoração cristã, eu pedi a eles para fecharem seus olhos e imaginarem-se no céu com Deus. Lá eles encontrariam um grande número de anjos. E lá eles se juntariam com todos os santos, os cristãos das gerações passadas que serviram a Deus fielmente.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Lá eles ouviriam incessante canções que louvavam o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Então eu pedi que imaginassem o telhado de nossa pequena igreja abrindo e esta celestial multidão de anjos e santos descendo em nosso meio. Esta união do céu e da terra, eu disse a eles, era a essência da adoração cristã. Nesse tempo eu não tinha idéia de que isso entendia o que a Igreja Católica ensinava na Missa. Eu achava que a única maneira para nós cristãos de experiênciar esse tipo de adoração era senti-la dentro de nossos corações.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">O segundo evento foi uma conversa que tomou lugar por volta de 1986. Um casal de católicos tinha visitado a nossa igreja presbiteriana em Bloomington, Indiana por algum tempo. Eu acho que eles gostaram meu ensino bíblico tão bem quanto à amizade que minha esposa desenvolveu com a mulher. Quando os visitei em seu lar uma noite, eles me disseram que eram católicos e que eles estavam indo à missa toda semana, assim como assistiam nosso serviço de adoração. Quando eu ouvi isso, eu respondi a eles que nós presbiterianos éramos católicos também. Eles ficaram confusos. Eu continuei explicando que no coração de um protestante reformado estava a questão, “quem eram os verdadeiros católicos”? Eu disse a eles que eu não rejeitei o título “católico” ao todo. De fato eu disse a eles que foram os católicos romanos que se separaram da antiga fé católica. Eu dei a eles a versão da historia que aprendi no seminário. O propósito da reforma não foi romper com a igreja, mas trazer de volta seu original propósito de pregar o evangelho. Os primeiros séculos da cristandade eram mais do gosto das igrejas evangélicas modernas do que as igrejas católicas romanas modernas, eu insisti. Se eles queriam ser verdadeiros católicos, eles deviam se tornar presbiterianos. Isso foi o que São Paulo e os outros apóstolos tinham ensinado. Calvinista como um proeminente presbiteriano eu pus que foi a cristandade que veio por si próprio. Eu sinceramente acreditava que estava seguindo os passos de São Paulo na linha dos crentes na primitiva igreja como Santo Agostinho. Eu não desprezei a história da igreja; eu honrava. Somente mais tarde eu viria compreender que o que eu honrava era uma versão protestante daquela história. No meu coração, eu queria ser um verdadeiro católico, mas a minha crença na minha cabeça não me permitia.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Explorando a eucaristia</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Por volta de 1990 eu comecei a ensinar um curso no Seminário Teológico Reformado chamado “exegese bíblica avançada” no qual eu era livre para organizar de qualquer forma que eu escolhesse. Desde que os sacramentos tipicamente celebrados em um menor papel nas igrejas presbiterianas, eu queria que meus alunos tivessem uma profunda apreciação pela Ceia do Senhor, nome usado na Eucaristia pelas tradições protestantes. Minhas intenções originais não tinham nada a ver em me tornar católico. Simplesmente queria explorar os fundamentos históricos e bíblicos deste sacramento. Durante esse curso, eu e meus alunos traduzimos relevantes porções das Escrituras do Grego e Hebraico. Nós lemos a história da doutrina cristã sobre este sacramento. Começamos com os Pais da Igreja primitiva como Inácio de Antioquia e Justino Mártir. Lemos os teólogos medievais como Tomás de Aquino e Boaventura. Lemos os luteranos, os calvinistas e os modernos católicos romanos. O ultimo documento histórico que lemos foi a encíclica sobre a Eucaristia do Papa Paulo VI intitulada Mysterium Fidei. O efeito desta pesquisa e ensino foi inesperado.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu entrei na profunda história da instituição das passagens nos Evangelhos (Mt 26, Mc 14 e Lc 22). Eu concluí que era impossível rejeitar a idéia do Sacrifício da Eucaristia. Eu sabia que a tradição reformada tinha rejeitado a missa como o verdadeiro sacrifício porque viu que a missa como competição com o único sacrifício de Cristo no Calvário. Além disso, cheguei a ver que Paulo queria dizer sobre o culto cristão ser sacrifical quando ele disse em I Cor. 10, 14-16: “<span style="color:red;">Portanto caríssimos fugi da idolatria. Falo como a pessoas sensatas; julgai vós mesmos o que digo. O cálice de benção, que benzemos, não é a comunhão com o sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a comunhão com o corpo de Cristo?</span>”&nbsp; Este texto era o contexto de Paulo falando sobre comer a refeição sacrificada nos templos pagãos. Sua exortação não é para participar daquelas refeições que foram baseadas na refeição eucarística. É como se Paulo estivesse dizendo que nós cristãos tivéssemos nossa própria refeição sacrifical. Eu perguntei a mim mesmo como minha própria tradição reformada poderia rejeitar a associação do sacrifício com a eucaristia se estava profundamente implícito nos textos bíblicos. O que me impressionava especialmente era como os antigos documentos cristãos disponíveis da eucaristia ensinavam do que a Igreja Católica ensina hoje. Como eu traduzi os capítulos 9 e 14 da Didaquê para meus alunos, eu vi o autor unindo a Eucaristia para orar pela unidade cristã: <span style="color:red;">“Como este pão partido foi partido sobre as montanhas e reuniu em um, então deixe sua igreja ser reunida nos quatro cantos da terra para o seu Reino.”</span> A analogia entre o trigo partido em um e o povo de Deus no Seu eterno Reino para mim que a antiga prática cristã da Eucaristia envolvia o desejo da unidade. Desde meus dias no colégio, eu ficava incomodado pela desunião e discordância entre meus amigos protestantes. Na leitura de João 17, eu sabia que Jesus queria Seu povo sendo um em comunhão com o Pai. Mas os cristãos estavam tão divididos; acreditando em diferentes doutrinas, cultuando de modos diferentes, defendendo diferentes posições morais. Algo tinha que estar errado.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">A Didaquê também pegou minha atenção em outra consideração. É comum entre evangélicos hoje permitir que qualquer um que professa ser cristão, receber a comunhão mesmo apesar que aquela pessoa não é um membro que serve a igreja. No 9° capítulo o autor diz: <span style="color:red;">“Deixar somente aqueles que são batizados em nome do Senhor comer ou beber da Sua Eucaristia.”</span> Daí era uma única igreja real nesse tempo, isso significa com efeito que os líderes da Igreja tinham a obrigação de assegurar que os comunicantes eram membros daquela única e verdadeira Igreja. Este tipo de cuidado pastoral, outrora na comum corrente principal das Igrejas protestantes, é agora quase que totalmente ausente. A fenda entre o contemporâneo evangelicalismo e o antigo cristianismo era de impressionar a mim mais e mais.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Neste ponto, em minha jornada de diferentes aspectos da fé cristã estavam começando a vir junto no conjunto coerente. Primeiro, eu comecei a imaginar que meu desejo de se tornar um verdadeiro católico não estava sendo preenchido minha experiência como evangélico americano nem mesmo na minha herança reformada. O que eu tinha expressado naquele casal católico em 1986 voltou a me assombrar. Se meu desejo em seguir a antiga Fé Católica poderia ser encontrada dentro do limite do presbiterianismo, então por que a tradição reformada rejeitou a natureza sacrifical da Eucaristia que estavam implícitos nos textos bíblicos que eu estava estudando? E por que os antigos documentos cristãos tais como a Didaquê e Inácio de Antioquia parece ter visão da Eucaristia que estava mais perto do Catolicismo Romano do que a minha herança reformada? Por exemplo, como poderia Santo Inácio de Antioquia dizer: <span style="color:red;">“A Eucaristia é a carne de Nosso Salvador Jesus Cristo no qual sofreu por nossos pecados e no qual o Pai em Sua bondade o ressuscitou?”</span> Eu estava começando a duvidar que meu entendimento da história do cristianismo antigo estava correto.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">A segunda questão elevou a cabeça novamente. Eu comecei a ver que a unidade cristã estava intimamente ligada à Eucaristia. Em I Cor. 10, 16, Paulo perguntou aquelas duas questões retóricas que eu citei anteriormente (<span style="color:red;">“O cálice de benção, que benzemos, não é a comunhão com o sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a comunhão com o corpo de Cristo?”</span>). Ele vai ao verso 17 dizer: <span style="color:red;">“Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo: porque todos participamos do mesmo pão.” </span>Aqui Paulo parece ensinar que é a Eucaristia que produz unidade entre os crentes. Isto foi relativamente um novo conceito pra mim porém me fez recordar o sermão que eu preguei anos atrás. Se o culto cristão foi a união do céu e da terra, e se a Eucaristia era o verdadeiro centro do culto cristão, contido na Didaquê, então isto significa que não poderia haver unidade sem a Eucaristia. Além disso, a união que estes cristãos primitivos expuseram não era sentimento geral de amar um ao outro, mas um sacramento e uma unidade Organizacional. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Isso parecia confirmar por Sto. Inácio de Antioquia que disse várias vezes em suas cartas que uma Eucaristia poderia ser somente válida se tiver a união com um bispo. Falando para aqueles que abraçaram os ensinamentos heréticos, Inácio incluiu suas visões da Eucaristia. Ele falou do “Julgamento daqueles que não acreditam no Sangue de Cristo”. Seus pecados foram duplicados: A Cisma e a Heresia. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eles abstém da Eucaristia e do tempo de oração porque eles não confessam que a Eucaristia é a Carne de Nosso Salvador Jesus Cristo no qual sofreu por nossos pecados e no qual o Pai em Sua bondade O Ressuscitou. Aqueles que se opuserem ao Dom de Deus com suas disputas morrerão. (Carta aos Esmirnenses 7, 1).</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Estes líderes cristãos primitivos não diminuíam as palavras. Inácio se tinha uma antiga crença na Real Presença de Cristo. Se os antigos documentos cristãos testemunharam crer na presença real, eu raciocinei, como poderia minha tradição presbiteriana realmente representa a antiga crença cristã? Chegando a acreditar na real presença corporal de Cristo me fazer outra pergunta. Onde eu posso encontrar esta Eucaristia? Poderia ser encontrada na Igreja Presbiteriana ou era encontrada em outra igreja? </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Onde pode ser encontrada uma Eucaristia Válida? &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Durante o ano quando assistia missa católica quase que diariamente – antes daquele dia da epifania que eu descrevi anteriormente – eu estava procurando por uma resposta para esta questão. Que igreja tem a Eucaristia válida? Todas? Se somente algumas quais? E como eu reconheço a Eucaristia válida daquela que não é? No inicio dos meus estudos eu queria saber que igrejas diferentes ensinavam sobre o sacramento, mas agora eu queria saber qual dessas igrejas tem essa presença real não importa qual seja se acreditavam ou não. Crendo que tinham a presença real, não significava que realmente criam. Eu raciocinei, completamente natural, que aquelas igrejas no qual não tinham o que ensinar da presença real do corpo de Cristo provavelmente por não ter.&nbsp; </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Como sabemos qual que seja a igreja que tenha dado a Eucaristia valida ou não? Essa foi a pergunta que agora bate dentro da minha cabeça. Dos meus estudos eu sabia que somente três de quatro igrejas acreditavam na presença real do corpo de Cristo: Os Luteranos, os Anglicanos, os Ortodoxos e os Católicos. Desses quatro a que mais tinha a objeção na minha comunidade Presbiteriana eram os católicos. Eu não podia me tornar um luterano porque excluiria a minha agora crença reformada. Assim as tradições católicas e ortodoxas estavam fora de questão, somente uma opção permaneceu. Durante o ano em que assistia a missa católica, eu também assistia a Eucaristia da Igreja Anglicana Tradicional toda sexta-feira. Eu fui fortemente tentado a me tornar um anglicano, especialmente quando o pastor dessa igreja sugeriu que eu me tornasse um pastor anglicano sem muita dificuldade. Nos dias de festas especiais como a Semana Santa, eu levei minha família para a Catedral Episcopal no centro de Jackson, Mississippi onde eu achei a liturgia que me atraia muito mais. Tão forte foi este empurrão que um dia tive uma conversa com o presidente do meu seminário que tinha pego o vento das minhas peregrinações e me pediu para conversar. Assim ele pôde ver minha inclinação em direção à liturgia da “igreja do alto”. Eu perguntei a ela francamente se haveria algum problema em me tornar um ministro episcopaliano ele graciosamente sugeriu o anglicanismo evangélico não seria problema. Aqui estava a resposta para o meu dilema eu podia continuar o ensino que eu amava e ser um ministro numa igreja com uma liturgia linda. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Porém velhas perguntas ainda me atormentavam. Enquanto eu sentia o encanto da linda liturgia, eu sabia que a questão da eucaristia válida era questão principal. Assim eu comecei a ver em muitos outros cumprimentos, eu vi que os cristãos primitivos brigavam com esta simples questão. Inácio de Antioquia testemunha novamente para este problema: </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">“Preocupai-vos em participar de uma só Eucaristia. De fato há uma única carne de nosso Senhor Jesus Cristo e haver um cálice para a unidade em Seu Sangue. Há um altar assim como há um bispo junto ao presbitério e os diáconos meus companheiros de serviço. O propósito de tudo isso é que suas práticas serão de acordo com a intenção de Deus.” (Carta aos Filadelfos 4:1)</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">As palavras de Inácio admite que algum de seus dias tentava celebrar a Eucaristia separada da Igreja unida no qual estava simbolizada o fez num concreto bispo.ele salienta que aquelas celebrações no qual agrada a Deus são aqueles no qual são submetidas a legitima autoridade. Esta autoridade está enraizada na realidade sobrenatural da presença corporal de Cristo. Desde que haja um real corpo e sangue de Cristo. Devemos saber que a Eucaristia que celebramos contém de fato o verdadeiro Corpo e Sangue. E p único jeito de perceber isso é se a celebração está de acordo com a vontade de Deus. E o único jeito de saber posteriormente é se a celebração está união com o bispo. Este entendido é o único jeito de fazer sentido de sua urgência (“Ser diligente”). Sem esta verdadeira Eucaristia, não há jeito de ter “unidade no Seu Sangue”. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Agora as questões estavam começando a convergir em minha mente. A questão da Eucaristia válida dependia de um sacerdócio válido sob a correta autoridade do bispo no qual se prolongou desde os apóstolos. Para ter uma Eucaristia Válida teria que haver uma conexão histórica com os apóstolos. Em outras palavras, quais das igrejas em nossos dias acreditavam e possuíam a sucessão apostólica? Isso excluiu a tradição Luterana porque eles não acreditam que a Eucaristia válida depende da sucessão apostólica. Quanto à tradição Anglicana e Episcopaliana? Enquanto alguns na tradição Anglicana acreditavam na sucessão apostólica outros, não. Além disso, mesmo que fosse uma doutrina declarada na sua crença oficial, isso não fez sentido que o sacerdócio Anglicano foi um fato válido. Na minha mente, esta avaliação me deixou duas escolhas: Católico ou Ortodoxo. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Ajuda ao longo do caminho &nbsp;</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Neste ponto a minha jornada para a Igreja Católica foi auxiliada por muitos fiéis católicos. Um dia, desfeita a tristeza, um comerciante da Califórnia me chamou. Scott Butler era dez anos mais novo que, apesar de ter crescido católico e passou sua juventude até a idade adulta nas igrejas evangélicas. Depois de retornar à Igreja, ele fez sua missão pessoal tanto em ajudar os muitos ministros protestantes como ele ajuda-los a encontrar os caminhos para a Igreja Católica. Após vários meses me enviando fitas e livros de autores católicos, Scott me surpreendeu ainda mais quando um dia se ofereceu pagou meu ingresso para uma conferência católica na Universidade Franciscana de Steubenville, Ohio.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Tudo o que o que soube desta universidade era que um bem-conhecido convertido chamado Scott Hahn ensinava lá. Até esse tempo, eu li alguns livros e artigos do Dr. Hahn, assim como ouvi suas fitas. Quando eu ouvi que ele estava palestrando na conferência, eu fiquei intrigado e concordei em assistir. A conferência foi espetacular. Eu fiquei oprimido pela pronunciação e os palestrantes inspirados que esquematizaram a fé católica em claros detalhes. Apesar de não poder recordar muito dos ditos específicos naquele fim de semana, eu lembro de ter ficado comovido pela personalidade e santidade de homens como Karl Keating, Dr. Alan Schreck, Thomas Howard e Peter Kreeft.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Em uma das questões e períodos de respostas, Pe. Ray Ryland disse algo que ficou comigo. Por mais de vinte anos eu estive preocupado em relação à unidade cristã. Eu muitas vezes lamentei das divisões entre os cristãos, mas eu vi uma pequena esperança para superar aquela constante divisão. No meu modo presbiteriano de pensar, tudo que eu pude esperar era um grande amor através do limite denominacional. As diferenças de crenças entre cristãos protestantes era muito para esperar qualquer unidade num senso organizacional. Alguém perguntou ao Padre Ryland se era necessário abandonar a distinção da ordem católica para alcançar a grande unidade cristã. Eu esperei completamente Pe. Ryland dizer “sim” porque na minha maneira de pensar&nbsp; simplesmente não havia outro jeito. Eu fiquei surpreso quando Padre Ryland salientou que não era apenas necessário, mas atualmente prejudicial abandonar a doutrina católica na ordem para ganhar outros cristãos. Ele continuou a dizer que a unidade pode somente ser alcançada quando cristãos de todas as faixas se submeterem para a verdade ensinada por Cristo. Fora de Cristo não podia haver nenhuma unidade cristã verdadeira. E assim católicos acreditavam que a fé católica representava a totalidade do cristianismo. Seria prejudicial para outros cristãos negligenciar qualquer coisa que Cristo tenha ensinado. &nbsp;&nbsp;</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Apesar de ficar chocado de primeira, eu me encontrei feliz que foi tão honesto e franco. Mais tarde eu refleti num verso de São Paulo que eu lembrei de ler nos meus dias de colégio: 1 Cor 1, 10, <span style="color:red;">“Rogo-vos,&nbsp; irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que todos estejais em pleno acordo e que não haja entre vós divisões. Vivei em boa harmonia, no mesmo espírito e no mesmo sentimento.” </span>A solução de Paulo para as divisões na igreja de Corinto não era abandonar as diferenças entre os cristãos, mas salientar a necessidade de buscar a unidade na fé ou na doutrina. Eu ouvi Pe. Ryland confirmar algo que eu já tinha suspeitado. A fé católica não era relativa ao compromisso com a verdade &#8211; apesar de eu ter ouvido outros padres católicos mergulhar na fé – mas era relacionado a abraçar totalmente o ensinamento de Jesus. Esta profundidade de convicção agradou a mim. Isso fortaleceu minha decisão de encontrar a igreja que cristo fundou a igreja que ensinou a totalidade da fé.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Minha viagem de verão a Steubenville trouxe outras duas surpresas inesperadas. Outro dia no almoço da cafeteria da universidade, eu sentei e comecei a conversar como um homem sobre certos pontos teológicos que eu tinha ouvido naquela manhã. Quando mencionei algo que Padre Bernard Lonergan tinha escrito, ele não tinha idéia de quem eu estava falando. Eu simplesmente admiti que qualquer católico deve ter ouvido falar desse grande teólogo dominicano. Do meu lado sentou uma senhora que conhece o trabalho de Lonergan e começou a articular pontos da doutrina católica numa maneira simpática. Marie Jutras era a pessoa que eu precisava conhecer naquela fase da minha vida. Ela não era somente conhecedora de teologia, mas ela era uma apaixonada e aceitando o ser humano. Ela afirmou o trabalho do Espírito Santo em minha vida; de fato, ela podia ver melhor do que eu. De alguma forma isto me impressionou como uma verdadeira maneira católica de evangelizar, afirmando que foi bom e pacientemente responder as perguntas. Durante os próximos anos, Marie Jutras se tornaria a católica mais importante na minha jornada à igreja. Ela fielmente ligava para nossa casa basicamente todo mês oferecendo assistência que podia. Eu não tenho dúvidas de suas orações, seus presentes materiais e sua bondade pessoal eram na verdade o que eu estava aprendendo comigo mesmo, para permanecer nos recessos de meu coração. Não importa o quanto possamos estar convictos da verdade em nossa mente, devemos enxergar isso vivido nas pessoas ao nosso redor. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">A outra pessoa que eu conheci naquele verão foi Marcus Grodi, outro ministro presbiteriano que estava perto de entrar na Igreja. Durante os próximos anos, Marcus alcançou de mim oferecimento de apoio e amizade. Sua experiência como ministro presbiteriano mais de uma vez trouxe-me a atenção que eu precisava porque ele podia entender o esforço num caminho difícil a não ser que um tivesse a posição similar. Marcus conhecia os vacilos para frente e para trás, as dúvidas de suas próprias integridades, e os medos de um futuro desconhecido no qual encaram ministros que contemplam se tornarem católicos.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Estas fidelidades católicas eram como “sacramentos” pra mim. A personificação do amor de Deus nos ajudando pelo caminho. Calmamente, eu sabia que a bondade pessoal das pessoas, não importa quão amável e sedutor, não podia ser o princípio de minha decisão. Eu precisava saber a verdade. Nada menos seria suficiente.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Do Sucesso ao Sofrimento</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">O inverno de 1993 viu outra dimensão para minha jornada que eu nunca tinha sonhado. Eu encontrei um padre que sabiamente ofereceu dar-me uma direção espiritual e introduziu-me para exercícios espirituais de Santo Inácio de Loyola. Apesar de agora minha sede espiritual era tão intensa que devorei livros de espiritualidade católica. Eu nunca encontrei profundidade da introspecção espiritual na minha própria tradição que encontrei nestes livros. Pelo verão de 1993 eu estava pronto para um retiro inaciano. Sendo um homem de família com múltiplas responsabilidades. Eu simplesmente não podia passar 30 dias por um retiro como um padre jesuíta. Entretanto, meu coração ardia pelo tempo de encontrar Jesus da maneira que Inácio descreveu. Eu tinha que encontrar um jeito.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Na providencia de Deus, eu cheguei a devorar o livro de André Ravier intitulada Do-It-At-Home Spiritual Exercises(Faça-o em casa exercícios espirituais). Essa foi a solução do meu dilema. Durante o curso de trinta dias no verão de 1993, eu e minha esposa fomos andando para o retiro inaciano, meditando na vida de nosso Senhor Jesus. Como Inácio ensinou, nós suplicamos a Deus pela graça de conhecer o coração de Jesus e força para segui-Lo. Na terceira semana do retiro meditamos a Paixão de nosso Senhor, no seu sofrimento e sua dor. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu fiquei especialmente comovido quando chegou a meditação da agonia de Jesus no Getsêmani (Mc 14, 32-42). Por alguma razão, eu sempre fui atraído por esse evento particular na vida de Jesus desde minha conversão como adolescente de 20 anos. Foi somente no retiro inaciano que entendi porque. Eu comecei a ver que Jesus que eu entrasse no seu sofrimento e compartilhasse sua paixão. Eu acreditava que a agonia de Jesus era o seu sofrimento por mim; agora cheguei a compreender que Sua agonia era também intenção de Seu sofrimento por mim. Meu coração agora começou a sentir Seu esforço, Sua fragilidade humana, e Sua determinação de fazer a vontade seu Pai (Mc 14, 36). Enquanto meditava na agonia de Jesus, escrevi algo como isso no meu jornalzinho de oração: </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">“Senhor, eu sou um pequenino de 40 anos de idade e nunca conheci qualquer sofrimento. E que sofrimento eu suportei, eu acreditava que só Vós me livraria disso. Agora eu entendo que compartilhar o teu sofrimento é um privilégio. Eu quero estar contigo na tua agonia se isso trouxer-me para perto de ti. Senhor deixe-me compartilhar do Teu sofrimento.”</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Essa oração foi inimaginável conforto e enormemente perigosa. Demoraria dois anos para entender totalmente o que significava. Após o próximo ano acadêmico (1993-1994), eu e minha família deixamos Jackson, Mississippi. O motivo foi quieto, porém doloroso. Minha simpatia católica se tornou tão óbvia que o seminário não me toleraria mais como professor. Ninguém foi indelicado, mas sabíamos que era o início de ser um embaraço para o seminário. Eles simplesmente não poderiam ter alguém ensinando lá acreditando no que eu acreditava. Eu entendi sua situação impossível. No meu lado, eu antes contribuia para o juramento de fidelidade que os professores exigiam assinar a cada ano. Na minha consciência eu não podia contribuir com a Crença dos Reformados. Era hora de ir.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Problemas na Família</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Não poderia ser a hora mais inconveniente, nossos filhos agora estavam com quinze, treze e onze anos. Para tirá-los e mudar para outro lugar foi tão preocupante quanto qualquer coisa que tivéssemos de fazer. Até ali não tivemos escolha. Assim tentamos restabelecer nosso lar em Bloomington, Indiana, no verão de 1994, as duas únicas escolhas verdadeiras para mim era ou católico ou ortodoxo. Mas isso era mais fácil falar do que fazer. Um dos mais difíceis obstáculos nesta jornada era a rejeição da minha esposa mudar tanto para o catolicismo quanto para a ortodoxia. Ás vezes isso põe uma grande distancia entre nós, era uma distancia tão dolorosa tanto para mim quanto para ela. Apesar de acreditarmos que nossa união matrimonial era de maior importância. Não importa qual a forma de cristianismo estávamos tentando abraçar, sabíamos que Deus quer que sejamos um casal fiel. Fiel um ao outro e principalmente a Ele. Continuamos a orar juntos como casal e como família, porém as tensões na teologia assim como os anos turbulentos de revolta que os adolescentes trouxeram para o nosso lar. Parte dessa confusão era a dúvida que nossos filhos sentiram em relação a nossa identidade religiosa. Nesse ponto tudo o que eu podia dizer era&nbsp; que somos cristãos. Eu podia dizer que eles queriam algo mais específico e definitivo, mas eu não podia dar a eles ainda. Isso trouxe tristeza para mim e minha esposa, nunca tivemos conhecido antes. A minha conversa e de minha esposa levou minha esposa a ver a Presença Real de Cristo na Eucaristia, mas ela ainda tinha muitas dúvidas. Nós queríamos uma igreja que fosse mais sacramental do que a Presbiteriana, mas ela não se sentia confortável sendo católica. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Nosso compromisso era seguir a igreja Luterana(sínodo de Missouri) na cidade. Aqui encontramos uma comunidade acolhedora de cristãos fiéis com o pastor com qual eu considero como o cristão mais gentil que eu conheci. Mas a maioria das pessoas da igreja luterana não sabia da minha íntima jornada espiritual. Desde que seguimos os serviços da igreja fielmente, nos tornamos amigos de muitas pessoas ali. Um pouco de quem sabia que eu era um ministro da igreja presbiteriana sugeriram que eu me tornasse um pastor luterano. A maioria me consideraram apenas como um acadêmico. Pela paz de minha família, minha esposa ocasionalmente me pediu que eu pudesse ser feliz com o maior sacramentalismo da igreja luterana. E se a paz de minha família era minha maior meta, teria sido uma boa escolha. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu sabia que não poda me tornar um luterano de boa consciência, não importa o quanto eu apreciasse as boas pessoas daquela congregação, por eu sinceramente acreditar na sucessão apostólica. A próxima igreja que eu faria parte ensinava e tinha a sucessão dos padres desde os apóstolos. Havia duas escolhas: católico ou ortodoxo. Durante o ano acadêmico 1994-1995, eu consolidei o meu entendimento da natureza apostólica da Igreja por estudar a emissão do papado. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">A missa diária continuava a ser parte de minha vida. Eu cresci no conhecimento e no amor da missa diária passando pelas três paróquias de Bloomington. De muitas maneiras eu era uma parte integral da comunidade católica, mas isso somente fortaleceu a dor que senti porque eu não podia me juntar na maior expressão da vida católica na terra – A Santa Comunhão.&nbsp; Este período foi marcado principalmente pelo sofrimento em nossa família. Minha filha mais velha ficou completamente doente e era difícil cuidar dela, assim tentamos manter algum semblante de uma vida familiar normal, dinheiro estava começando a acabar. Eu estava fazendo uma pesquisa histórica para escrever uma dissertação para o segundo grau de doutorado. Esse tratado se tornaria mais tarde num livro de ciência e religião.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">O último obstáculo? O papado</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu fui para trás a quatro passagens chaves no Novo Testamento que furam na introdução do papado. Por muito tempo, eu pensei que somente em de Mateus 16,13-20 poderia ter achado toda a referência remota ao papado, mas por outro lado eu comecei a examinar também outras passagens. As outras passagens eram o 18, 15-20 de Mateus; 21, 15-19 de João, e Lucas 22, 31-34. Eu posso somente indicar algumas características destes textos que me conduziram considerar a legalidade do papado. Sobretudo, eu fui golpeado pela posição singular de Pedro entre os apóstolos. A Igreja Católica acredita que Pedro era o escolhido de todos os apóstolos para conduzi-los nas responsabilidades pastorais da igreja. Os papas continuaram este ministério pastoral universal através dos anos. Este ministério Petrino é uma das características de distinção da igreja católica porque as igrejas ortodoxas não reconhecem uma primazia da jurisdição para o Bispo de Roma. Eu soube que puxando estes textos eu estava vindo perto de decidir entre ser ortodoxo ou católico. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">O texto clássico de Mateus 16, 13-20 parecem sugerir que Jesus esteja fazendo de Pedro a rocha ou a fundação sobre a qual igreja é construída. Pedro identifica Jesus como <span style="color:red;">“o messias, filho do deus vivo.”</span> (Verso 16). Por sua vez, Jesus identifica Pedro como a rocha em que a igreja é construída. Naturalmente, eu estava ciente de todas as interpretações protestantes que sugeriram que Peter não seja a rocha. Agora, eu estava pronto para avaliá-los com uma mente aberta. Eu poderia facilmente rejeitar o argumento, o mais fraco de encontro a um ministério distintivo de Pedro baseado na diferença entre Petros (nome de Pedro) e petra (rocha). A objeção é que Jesus está extraindo uma distinção entre Pedro e a rocha em que a igreja é construída usando duas palavras diferentes. Mas a maioria dos eruditos, mesmo eruditos evangélicos, vêem este como uma interpretação errônea. A razão verdadeira que Jesus usa a forma masculina de Petros é que você não pode chamar um homem por um título feminino no grego clássico. Assim, porque Jesus quis chamar Pedro de rocha, fêz a palavra normal feminino petra da palavra masculina (Petros) para criar um jogo de palavras. O verso 18 pôde ser traduzido desta maneira para trazer para fora o jogo de palavra, <span style="color:red;">“você é rocha, e nesta rocha eu construirei minha igreja.” </span></p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu também percebi que o resto da passagem não faria sentido se Pedro não está sendo identificado como a rocha. Em Mateus 16, 19 nós vemos Jesus dar a Pedro as chaves do reino dos céus, <span style="color:red;">“eu dar-lhe-ei (soi) as chaves do reino dos céus e tudo o que você ligar na terra será ligado no céu e o que desligares na terra será Desligado no céu.”</span> Se Jesus não quis dizer que Pedro devia ser a rocha, então por que daria a ele as chaves do reino? O pronome grego soi é singular que refere somente a Pedro. O poder das chaves é dado a Pedro sozinho nesta passagem. A frase <span style="color:red;">“que liga e que desliga”</span> implica a jurisdição, não apenas uma primazia de exemplo ou honra. Não é de maravilhar-se que Pedro está identificado como a rocha da igreja se a intenção de Jesus era exercer o poder das chaves, isto é, jurisdição universal sobre a igreja inteira. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">De fato, eu estava também ciente do argumento protestante desde a história. Por exemplo, em um ponto de suas escritas, S. Agostinho interpretou “a rocha” como a confissão da fé que Pedro tinha dado. Disto, os intérpretes protestantes disseram que a confissão de fé é a rocha, e tão qualquer um que seguir o exemplo de Pedro professando Cristo como o filho de Deus igualmente se tornarão rocha. Neste momento, eu pensei duramente sobre tendências entre católicos e protestantes na leitura da escritura. A tendência protestante, evidente em minha herança reformada, era ler o texto como também/ou. Ou Peter deve ser a rocha ou as confissões devem ser. Eu perguntei-me porque nós devemos ler o texto esta maneira. Por que não pode ser ambos/e? Não pode ser verdadeiro que a essência da profissão de Pedro a Cristo é a fundação doutrinal da igreja quando o próprio Pedro é a fundação governamental? Ou melhor, por que nós não podemos ver Cristo como a pedra angular da igreja, como Paulo diz em Efésios 2, 20, e que esta fundação tem manifestações doutrinais e governamentais? <br />Esta discussão poderia continuar interminável, mas eu concluí que Jesus pretendia estabelecer uma igreja com Pedro como sua cabeça. Eu percebi tempos atrás que eu não estava lendo as Escrituras reducionisticamente. Ao invés, eu procuraria o significado total, não o mínimo possível. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">O grego original de Lucas 22, 31-34 também estavam compelindo. Jesus diz no verso 31, <span style="color:red;">“Simão, Simão, Satanás pediu para peneirar vocês como o trigo.”</span> A palavra vocês é plural em grego indicando que os desejos de Satanás peneirar são de mais de uma pessoa; são todos os apóstolos que estão com Jesus na última ceia. Jesus continuou, <span style="color:red;">“mas eu mesmo orei por você para que sua fé não falhe.”</span> Aqui você é singular que indica somente Pedro. A pergunta natural é: se Satanás quis destruir todos os apóstolos, por que Jesus orou somente por Pedro? Não diz respeito aos outros apóstolos? Sua indicação seguinte explica-o, “e você, quando você se converter, fortalece seus irmãos.” Ou seja Jesus pretende reforçar todos os apóstolos com o ministério de Pedro. Terá uma única posição original entre os apóstolos cuja a finalidade será conduzir e guiar o colégio apostólico no ministério. Isto soou exatamente como a linguagem que os papas usaram no discurso do ministério Petrino. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">A unicidade de Pedro entre os apóstolos, como indicados em Mateus 16 e em Lucas 22, pareceu fazer demasiado o sentido da passagem em João 21, 15-19. Esta é a passagem conhecida onde Jesus pergunta a Pedro três vezes se o ama. A maioria dos expositores concordam que as três perguntas correspondem às três negações de Pedro a Cristo durante sua paixão. Para nossas finalidades agora, nós precisamos somente notar Jesus na ênfase no papel pastoral ao qual Jesus tem por Pedro quando o manda três vezes, <span style="color:red;">“apascenta minhas ovelhas.”</span> (versos 15-17). Pedro precisa compreender a conexão entre o amor de Jesus e de seu papel como pastor. A pergunta pertinente é por que Jesus escolhe Pedro. É simplesmente porque é a única pessoa que negou Jesus? Ou era Jesus que pretendia mostrar a Pedro que ele deve tomar seu lugar como o pastor humano principal da igreja terrestre sob a autoridade do pastor principal divino Cristo? (Cf. 1 Pedro 5, 4). </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu concluí que havia muita evidência no novo testamento para o ministério de Pedro. Embora havia ainda muitas perguntas e nuances a segurar, eu cheguei a acreditar que nosso Senhor Jesus pretendia ser o único &nbsp;pastor que teria a jurisdição sobre a igreja inteira. Esta posição era em desacordo com protestantismo histórico e ortodoxia oriental. Este reconhecimento também ajudou-me a perceber como a unidade poderia ser realizada. Eu tinha desacreditado há muito tempo da fragmentação da cristandade protestante, mas agora eu também vi porque a ortodoxia não conseguiu o tipo de unidade evidente na igreja católica. Para mim, havia somente de sentido único ter a totalidade da fé cristã em um corpo que mediu o globo. Exigia o reconhecimento do centro da igreja sob um pastor, o Bispo de Roma. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Assim eu superava os últimos obstáculos para me tornar católico em minha mente, eu estava esforçando-me em minha vida emocional, em muitas partes dianteiras. A vida emocional de nossa família inteira estava todo o tempo para baixo. Domingo de Páscoa daquele ano, 1995, era qualquer coisa menos alegre. Aqui foi o dia do ano cristão inteiro que devia trazer a alegria em nossos corações, mas tudo que nós poderíamos necessitar era ir à igreja como o peso inoperante. Grato, por Pentecostes de 1995, nós estávamos começando a ver nosso caminho fora do labirinto que nos sentíamos presos por dentro. Nossa filha estava se recuperando e nossa família encontrava uma estabilidade mais certa. Então, em apenas um dia, nossas vidas tomaram um outro rumo para a escuridão. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;font-size:10pt;">Uma volta pela a escuridão</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">3 de Junho, 1995 era um sábado brilhante e alegre. Naquela tarde, eu fazia meu caminho para meu escritório na Universidade de Indiana para limpar algumas papeladas deixadas desde o semestre anterior. Assim eu passei por um homem jovem que estava sentado no meio-fio, como eu lembro bem, notei que estava vestido em um revestimento pesado do inverno, uma coisa impar dada que era um dia tão morno. Assim eu passei por ele uns quinze passos de distância, eu descobri o motivo. De repente, ouvi um dos sons mais altos que ouvi em minha vida. Eu me virei para ver o que foi aquele enorme estouro. Estava lá aquele homem jovem apontar uma nove milímetros semi-automático em minha cara. Disparou outra vez. Desta vez a bala atravessou minha garganta. Eu não tive o tempo para pensar. Eu corri para o lado do prédio onde ele não poderia me ver. Pouco eu sabia do tempo que ele vinha atrás de mim, disparando mais três vezes em um esforço ajustado para matar-me. Cinco tiros, somente um acertou-me. Mas certamente causou seu dano. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">A bala viajou através de minha garganta faltando passar pela minha artéria carotídea por somente dois milímetros. Como o doutor me disse mais tarde, se essa bala tivesse passado através dessa artéria principal, eu estaria morto em minutos. Assim foi, a bala separou minhas cordas vocais que destroem a cartilagem que prende as aletas vocais a minha garganta interna. Mais tarde na tarde daquele dia de junho, eu deitei na sala de emergência do hospital de Bloomington com minha família que permanecia por perto no desânimo. Tudo tinham sido arredondados e levaram lá o nosso fiel pastor luterano. Naquele momento, com minha voz ido embora, tudo que eu poderia fazer era escrever as palavras “eu te amo” em uma tabuleta!<br />Não passou quatro dias quando eu acordei da sedação que eu comecei a perceber a enormidade do que tinha acontecido. Minha esposa disse-me que eu acordei muitas vezes durante aqueles quatro dias, e disse várias coisas, as vezes coerente, as vezes incoerente. Mas eu não lembrei de nenhum deles. Eu lembro de acordar e ver meus pais ao meu lado. “Mãe, pai, o que estão fazendo aqui?” Eu perguntei. nas semanas seguintes eu descobriria o quanto meus pais se importaram enquanto permaneceram fielmente comigo depois de terem voado da Florida. </p>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Nada mais impressionou minha alma durante aqueles dias do que o amor perseverante e macio da mulher com quem eu casei vinte e um anos atrás. Sharon não saiu do meu lado de forma alguma quando eu estava sob sedativos. Comeu, dormiu, e sentou-se por mim com seu coração amarrado ao meu. Seu amor imprimiu-se em meu coração em uma maneira nova quando eu vi na mesa de noite ao meu lado toda minha parafernália católica que tinha trazido de casa: meu missal, meu rosário, meus cartões de oração. Embora não pôde usar essas ajudas espirituais para sua própria jornada de fé, ela sabia o quanto significavam pra mim. A mim esses volumes falados e foi então que eu soube além da dúvida que todos nossos esforços sobre as verdades da fé cristã nunca nos separariam. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Nossos filhos reagiram diferentemente. Rebekah tinha dezessete e expressou a confiança na providência de Deus me salvar por um propósito. Colin tinha quinze. Embora era mais quieto sobre os eventos, eu vi sinais definitivos do amor para mim que eu estimei porque seus anos adolescentes tinham colocado às vezes uma distância entre mim e ele. Mas nos dias que se seguiam sua bondade mais profunda revelou-se . Um irmão mais novo de Sharon, Steve Canfield, foi um oficial de polícia na Florida. Ele voou para ajudar no que fosse possível a nossa família. Desde que a polícia local era incapaz de encontrar muitos indícios a respeito da identidade do atirador, Steve e Colin saíram um dia ao local do tiro para ver se poderia encontrar quaisquer indícios. Junto descobriram algumas cápsulas da bala que era com estes que a polícia podia identificar o tipo de arma usada. Mais tarde, em casa, Colin agiu em uma maneira viril ajudando o pai assustado e enfermo para entrar em casa. <br />Rachel tinha treze naquele tempo e não sabia no que pensar. Mas eu recordo ter uma conversa bonita um dia no lar dos meus sogros, John e June Canfield. Os pais de Sharon incitaram-nos permanecer no mínimo&nbsp; uma semana de repouso, porque o jornal local tinha imprimido nosso endereço em uma matéria um dia após o tiro. Temendo que o assaltante pudesse tentar retornar e terminar o que começou, forneceu-nos a proteção e o conforto. Uma noite, Rachel sentou-se no assoalho ao lado de minha cadeira. Quis saber como eu poderia confiar em tanto em Deus no meio deste sofrimento. E perguntou por que não pode amar a Deus como achou que eu estava fazendo. Eu disse-lhe que eu tenho andado com Deus por muitos anos e ela tinha somente treze anos. Se ela continuasse a buscar a Deus, eu disse-lhe que cresceria na santidade. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Uma resposta à oração?</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Naturalmente, eu tentei fazer o sentido deste evento enquanto eu deito na cama do hospital. Em minha viagem espiritual dentro da espiritualidade católica, eu tinha vindo compreender a noção do sofrimento redentor. Embora eu nunca evitei o sofrimento como um cristão antes, as idéias de algum modo católicas sobre esta verdade espiritual pareceram mais ricas e mais profundas. Então por que Deus permitiu isto em minha vida? Eu comecei a recordar muitas verdades que eu tinha encontrado na minha procura espiritual. Eu lembrei como eu tinha orado em 1993 que eu estaria disposto compartilhar em sofrimentos de Cristo se ajudassem uma outra alma a vir mais perto de Deus. As palavras de Paulo em 2 Corintios 4,10 retornou para mim, <span style="color:red;">“Trazemos sempre em nosso corpo os traços da morte de Jesus para que também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo.”</span> A repetição do apóstolo das palavras <span style="color:red;">“em nosso corpo”</span> sugeriu-me que meu sofrimento físico fosse meios de revelar o poder de sua vida de ressurreição a outros. Este pensamento trouxe uma inundação da alegria em minha alma. Eu senti certeza que este evento, não importa quão trágico pode parecer, era de fato uma resposta a minha oração dois anos antes. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu também pensei divinamente estranho que a bala acertou minhas cordas vocais. Minha profissão quase inteira dependia de minha voz. Professor, pregador, guia turístico. Todos significavam ter uma voz forte. E mais adiante, eu tinha sido abençoado com uma voz de tenor que poderia cantar alto e poderosamente. Meus esposa e membros da família podem dizê-lo como eu muitas vezes afligi eles com minha voz vigorosa porque eu cantaria árias das óperas italianas, canções artísticas dos compositores famosos, e sobretudo amados hinos cristãos. Nenhum lugar, público ou confidencial, era isento porque eu cerquei para fora o Fs e o Gs na parte superior de meus pulmões. Mas nenhum lugar era mais sagrado ao meu canto do que o amado chuveiro. Muitas vezes minha esposa pediria que eu na consternação, por favor, por favor, para não cantar no chuveiro quando nossas crianças estivessem dormindo. E o acompanhamento inevitável do talento musical juntou com o pecado original, era orgulho. O Senhor não odiou minha voz, mas ele estava amando bastante para conseguir uma coisa que poderia me manter fora do Reino do Céu &#8211; minha arrogância. Hoje, minha voz foi parcialmente restaurada. Eu posso e falo das coisas do Céu &#8211; e às vezes menos do que uma maneira celestial &#8211; mas eu não posso cantar no elevado e dominante tom que eu outrora o fiz. Mas está tudo bem porque agora eu tenho um lembrete constante que eu estou na necessidade dessa virtude que parece sempre me iludir, humildade. </p>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">O tiro também trouxe à luz um terceiro aspecto de minha jornada, a unidade cristã. Eu estive tão preocupado e atemorizado pela falta da unidade entre cristãos. Eu cheguei a acreditar que pode ser o único grande escândalo na cristandade hoje, uma visão que parece ser compartilhada por um dos grandes papas do tempos modernos, João Paulo II. Quando os amigos cristãos tiveram conhecimento desta tragédia, eles alcançaram com uma piedade inacreditável. Nosso pastor luterano veio consolar pelo menos minha esposa e família uma vez por dia. Somente mais tarde eu tomei conhecimento que ele e sua esposa também conheciam muito o sofrimento. Muitos anos antes, sua terceira filha nasceu com Síndrome de Down. Sua própria piedade cresceu fora de seu sofrimento. Diversos pastores evangélicos vieram visitar, incluindo a aquele que dirigiu agora a igreja presbiteriana local que eu comecei dez anos atrás. Muitos amigos católicos vieram também. Todos os padres locais que eu conhecia inclusive um casal monges do monastério do St. Meinrad no extremo sul de Indiana. O padre da paróquia onde eu atendi na maior parte a massas do diário e da vigília de sábado veio administrar-me o sacramento da unção dos enfermos. Os antigos estudantes do seminário estavam lá em espírito e na comunicação através de cartas. Marie Jutras, minha companheira canadense de jornada, deixou todo seu grupo espiritual no norte que conhece. Através dos amigos dos amigos, eu tive pessoas em quase todo o continente que rezavam por mim. Que acontece quando pessoas oram sinceramente por outras? São juntados em uma união mística um com o outro com a mediação original de Cristo. E assim eu soube então que em alguma medida pequena meus sofrimentos significaram que os cristãos tinham sido extraídos a um outro mais próximo com da união na oração para mim. Isso fez-me muito feliz. </p>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">O tiro ocorreu apenas algumas semanas antes que o Congresso Anual na Universidade Franciscana de Steubenville esteve a ocorrer, a mesma conferência que eu tinha atendido um casal anos atrás. Marcus Grodi ligou para dizer que os padres na universidade, dirigida por padre Michael Scanlon, tinha decidido oferecer o sacrifício da noite na Missa na conferência para mim e minhas intenções. Eu mandei uma carta de agradecimentos a todos lá, e o Dr. Scott Hahn era amável bastante incluir a parte dessa carta em seu discurso na conferência naquele fim de semana. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Após aproximadamente um mês deste evento, meu irmão convidou amavelmente nossa família inteira para descer para a Florida a recuperar-me. Ele é um marido e um pai cristão devoto. Lembrou-me mais de uma vez de minha necessidade de perdoar o homem que atirou em mim e de orar por ele. O conselho do meu irmão comoveu o lar. Sem perdoar aqueles que pecam contra nós, nós não podemos esperar receber a piedade porque é somente quem é piedoso obterá a piedade, (Cf. Mt. 5,7). Durante meu alívio do dia-a-dia, Dr. Hahn ligou outra vez para oferecer seu apoio e incentivo. Antes que nós retornássemos a Bloomington, eu estava pronto para me tornar um católico na mente e no coração.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Que você está esperando?</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Após o evento traumático do tiro, eu fui inclinado a pensar que vida deveria me dar algum conforto. As benevolências espirituais iniciais que eu recebi o despertar do evento pareceram desvanecer-se. Eu notei dentro de mim mesmo uma tendência decidida de querer prolongar a atenção intensa que eu recebia de outras pessoas. Eu tive tentações definitivas para a auto-piedade. Mas uma vez que nós nos estabelecemos de novo no dia-a-dia em Bloomington, as coisas continuaram de uma forma que tiveram antes, nossa crise de família. De fato, de várias maneiras a vida estava tornando-se mais difícil. Meu ensino era mais laborioso; minha pesquisa acadêmica era cansativa. Nossos filhos estavam começando a mostrar efeitos negativos deste trauma. Eu estava muito mais assustado sobre o dia-a-dia do que a que eu já tive. E enquanto eu sabia que queria ser um católico, eu parecia estar furado em uma rotina, não capaz de mover-se adiante. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Uma noite na mesa de jantar, nosso filho de dezesseis anos de idade anunciou que queria ir praticar skydiving. Minha esposa não achou aquilo engraçado. Por que você quereria saltar de um avião perfeitamente bom? Mas algo me tocou em uma resposta. Eu era temível sobre a vida. Eu sabia que tinha fazer algo a respeito. Eu estava permanecendo uma vítima toda minha vida ou eu estava superando as probabilidades e trazer de volta minha vida na trilha? Após um momento em pensamento, eu disse a nosso filho que eu gostaria de ir com ele. Era algo que nós poderíamos fazer junto e ao mesmo tempo para desafiar a mim mesmo a enfrentar meus medos. Então uma manhã de sábado, nós arrumamos nossas coisas e nos dirigimos ao local de skydiving. assim nós subimos&nbsp; naquele pequeno avião naquele dia, eu pude sentir o medo em minha alma. O maior desafio foi quando eu tive que sair do avião à 762 metros acima da terra e permanecer na pequena plataforma. Sim, eu estava com medo mas eu sabia que tinha que faze-lo. Esse dia era como um exercício espiritual para mim. Ajudou-me a escutar melhor Jesus que disse tão frequentemente, “não temas!”</p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">O outono vira inverno e inverno em primavera . Eu notei meu desejo mover adiante a volta. A sensação urgente sobre ser católico cresceu, mas também cresceu minha dor porque minha esposa não parecia crescer mais perto da igreja. Nós oramos juntos; nós íamos à igreja juntos; nos amamo-nos um ao outro, mas eu queria que nos tornássemos católicos juntos. Contudo não poderia simplesmente em boa consciência. Nós estávamos em um obstáculo. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">No início de 1996 meu irmão ligou da Flórida para dizer-me que achou que eu deveria me mudar de volta ara a Flórida para estar mais perto de nossa família. Eu sou o filho único que saiu de Tampa. Enfatizou que Deus queria que eu fizesse isso. Eu disse a ele que eu oraria a respeito. Sharon e eu falamos e oramos sobre esta possível mudança por um mês. Eu estava ficando convencido que era algo que nós deveríamos fazer. Tarde da noite eu não conseguia dormir assim, eu me dirigi à igreja do S. Carlos Borromeu para rezar. Sozinho no santuário, ajoelhado diante de nosso Senhor no tabernáculo, eu perguntei, “Senhor, que queres que eu faça? Você quer que nos mudemos para a Flórida?” Eu disse, “eu realmente não quero me mudar para a Flórida, mas se quiseres que façamos isso, eu irei.” No silêncio daquela noite, parecia como se Deus estivesse me perguntando, “Ken, você sabe quer fazer minha vontade. Mas a verdadeira pergunta aqui é o que você quer? No fundo do seu coração, Ken, o que é que você mais quer?” Eu não hesitei por um momento. Eu disse, “Senhor, não me importo se eu me mudar de volta para a Flórida, mas mais do que qualquer coisa no mundo, eu quero me tornar católico.” Então uma pergunta simples atravessou minha indecisão, “Bem, então, o que está esperando?”.</span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;font-size:10pt;">Um dia Trinitário</span></strong></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Essa pequena voz energizou-me. Eu tive que mover-me adiante. Eu falei com o pastor, padre Charles Cheeseborough e nós ajustamos a data para 1° de junho. Mas antes do dia chegar, eu tive que ter uma das mais importantes e difíceis conversas de meu casamento. Sharon e eu sentamo-nos em nosso sofá enquanto eu lhe dizia que eu já não tinha mais escolha. Eu estava convencido que a Santa Igreja Católica era a verdadeira igreja que Jesus fundou, e que eu seria desobediente a Deus se eu não entrasse nela. Minha consciência estava limitada. Eu não poderia recusar. Eu disse a ela que sabia que isto seria doloroso, mas de algum modo ela também sabia que eu teria me juntar. Nós dois nos sentimos extremamente tristes, mas ela sentiu que estaria ajudando no caminho da obra de Deus se ela tentasse permanecer no meu caminho. Nós decidimos que continuaria a ir às vigílias das missas comigo nas noites de sábado (como teve por dois anos), e que eu iria à igreja Luterana com ela. Nós sentimos que esta era uma “separação” inevitável, mas uma que não duraria para sempre. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu disse a meus amigos católicos que tinham orado muito tempo por nós. Eles estavam super-alegres. Marie Jutras, uma mulher católica devota que eu conheci em Steubenville, disse que estava chegando. Trouxe um amigo com ela, um companheiro católico professor que estava a ponto de entrar no seminário para estudar para o sacerdócio. 1° de Junho de 1996 era um lindo dia de verão. Quase um ano após o tiro trágico e mais de quatro anos após aquele dia eu me tinha ajoelhado na Igreja de S. Pedro em Jackson, Mississippi, meu desejo ser católico estava se realizando. Três eventos importantes vieram junto fazer a disso um dia muito especial. Era meu quadragésimo quarto aniversário. E com corações gratos, nós exultamos que nossa filha mais velha, Rebekah, se estava se formando no colégio. Sobretudo, esse dia eu fui recebido e confirmado na Igreja, Una, Santa, Católica, e Apostólica na paróquia S. Carlos Borromeu pelo meu pastor, padre Charles Cheeseborough. Muitos de meus amigos católicos compareceram. O que me surpreendeu agradavelmente era que alguns dos meus amigos protestantes compareceram, incluindo um irmão mais velho de Sharon com quem eu cresci muito perto pelos anos. Mais tarde daquela noite, meus sogros convidaram para uma celebração em seu lar por estes três eventos. </p>
<p></span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">Eu tive muitas razões para ser grato nesse dia: minha vida, minha esposa, meus filhos, e minha família inteira. Todos eram (e são) presentes preciosos! Mais especial naquele dia era receber pela primeira vez a Sagrada Comunhão como um católico. A Eucaristia que me tinha extraído e me tinha convertido era agora minha possessão estimada. Muito antes, eu comecei a fazer o sinal da cruz, mas neste dia este gesto simples tomou um significado profundo, como eu sabia que agora eu estava finalmente em casa. Agora eu estava dentro da Arca do Testamento, a Barca de Pedro, como os Pais da Igreja chamaram-na de A Igreja. Eu estava mais incorporado, agora mais inteiramente no mistério que é Deus: Pai, Filho e Espírito Santo. </span></span></div>
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<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">&#8212;</span></div>
<div align="justify" class="MsoNormal"></div>
<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Outro depoimento do mesmo Kenneth J. Howell: <a href="http://www.veritatis.com.br/article/830">http://www.veritatis.com.br/article/830</a></span></div>
<div align="justify" class="MsoNormal"></div>
<div align="justify" class="MsoNormal"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">fonte:veritatis </span> </div>
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<p></span></b><br />
<h1 style="background-color:yellow;"><span style="color:red;font-size:x-large;">&nbsp;</span></h1>
</div>
<div class="blogger-post-footer">QUERIDO LEITOR(A)<br />
assumimos a nossa missão por você<br />
leitor(a)evangelizador(a),é nosso instrumento da providência.<br />
a missão dos servos de maria é uma decisão de Deus .</div>
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		<title>USO DO NOME JAVÉ</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 11:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CIDADE DO VATICANO &#8211; A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos enviou uma carta às conferências episcopais do mundo sobre o nome de Deus, na qual pede que não se use o termo «Javé» nas liturgias, orações e cantos. 
A carta se refere ao uso do nome «YHWH», que se refere [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=618&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>CIDADE DO VATICANO &#8211; A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos enviou uma carta às conferências episcopais do mundo sobre o nome de Deus, na qual pede que não se use o termo «Javé» nas liturgias, orações e cantos.</b></span> </div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>A carta se refere ao uso do nome «YHWH», que se refere a Deus no Antigo Testamento e que em português se lê «Javé». O texto explica que este termo deve ser traduzido de acordo ao equivalente hebraico «Adonai» ou do grego «Kyrios»; e põe como exemplos traduções aceitáveis em cinco idiomas:Lord (inglês), Signore (italiano), Seigneur (francês), Herr (alemão) e Señor em espanhol.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>A carta está assinada pelo cardeal Francis Arinze e pelo arcebispo Albert Malcom Rajith, respectivamente prefeito e secretário da congregação vaticana, seguindo uma diretiva de Bento XVI.</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Após comentar que o nome de Deus exige dos tradutores um grande respeito, o cardeal explica que a palavra «YHWH» é «uma expressão da infinita grandeza e majestade de Deus», que se manteve «impronunciável e por isso foi substituída na leitura das Sagradas Escrituras com o uso da palavra alternativa ‘Adonai’, que significa ‘Senhor’».</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>Esta tradição da tradução é importante para entender Cristo, assinala a carta vaticana, já que o título de «Senhor» torna-se «intercambiável entre o Deus de Israel e o Messias da fé cristã».</b></span></div>
<div style="color:blue;"><span style="font-size:large;"><b>«As palavras das Escrituras contidas no Antigo e Novo Testamento expressam a verdade que transcende os limites do tempo e do espaço; são a palavra de Deus expressada em palavras humanas, e por meio destas palavras de vida, o Espírito Santo introduz os fiéis no conhecimento da verdade total. Por isso, a palavra de Cristo aparece diante dos fiéis em toda a sua riqueza», explica a indicação da Santa Sé.</b></span></div>
<p><span style="font-size:large;"><b><span style="color:blue;">Fonte: Agência Zenit e Vaticano.va</span></b></span><br />www.portalcatolico.org.br
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			<media:title type="html">luan4556</media:title>
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		<item>
		<title>Missionário assassinado: arcebispo denuncia onda de violência em Manaus &#8211; 21/09/2009 &#8211; 17:00</title>
		<link>http://servosdemaria.wordpress.com/2009/09/22/missionario-assassinado-arcebispo-denuncia-onda-de-violencia-em-manaus-21092009-1700/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 12:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
				<category><![CDATA[martires]]></category>

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		<description><![CDATA[O missionário italiano Ruggero Ruvoletto, 52 anos, foi recordado ontem em uma missa no mesmo bairro onde foi assassinado no sábado (19), na zona norte de Manaus.
Os fiéis fizeram suas homenagens ao religioso que, nos últimos dois anos, trabalhou com a comunidade de Santa Etelvina, organizando projetos sociais em favor de melhorias para os moradores [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=617&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O missionário italiano Ruggero Ruvoletto, 52 anos, foi recordado ontem em uma missa no mesmo bairro onde foi assassinado no sábado (19), na zona norte de Manaus.</p>
<p>Os fiéis fizeram suas homenagens ao religioso que, nos últimos dois anos, trabalhou com a comunidade de Santa Etelvina, organizando projetos sociais em favor de melhorias para os moradores do bairro.</p>
<p>O corpo do Padre Rogério, como era conhecido em Manaus, foi transladado para a Itália ainda ontem, onde deverá ser enterrado. Ruvoletto era da cidade de Padova, no norte do país.</p>
<p>A polícia ainda busca os responsáveis pelo crime. Segundo a Polícia Civil, que trabalha com a hipótese de latrocínio, o crime foi cometido por dois homens. Existe uma testemunha que viu dois homens fugindo, e os investigadores trabalham para fazer o retrato-falado dos suspeitos. Para solucionar o caso, foi criada uma força-tarefa entre as polícias Civil e Militar.</p>
<p>Padre Ruggero Ruvoletto chegou ao Brasil em 2003. Depois de ter trabalhar como missionário em Pernambuco, ele foi transferido para Manaus.</p>
<p>Ele residia num dos apartamentos da casa paroquial da arquidiocese. Por volta de 7h da manhã de sábado, foi ouvido um estrondo. No momento, os moradores não conseguiram identificar de onde o barulho vinha. &#8220;Quando cheguei a porta estava entreaberta, com o padre de joelhos, com a cabeça, o resto do corpo sobre o travesseiro e a face suja de sangue&#8221; – disse o Padre Sandro Sebastião Filho, citado pelo site de notícias G1.</p>
<p>Segundo a arquidiocese de Manaus, há uma onda de violência na cidade. Só nos últimos dois meses, houve a invasão de um convento, cinco igrejas foram assaltadas e um bispo e um padre sofreram sequestro relâmpago.</p>
<p>&#8220;A sociedade tem que se movimentar para tentar encontrar caminhos, porque, daqui a pouco, não poderemos sair de casa&#8221; – disse o arcebispo da cidade, Dom Luís Soares Vieira, vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).<br />fonte:rádio vaticano
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		<title>contradição do protestantismo</title>
		<link>http://servosdemaria.wordpress.com/2009/09/21/contradicao-do-protestantismo/</link>
		<comments>http://servosdemaria.wordpress.com/2009/09/21/contradicao-do-protestantismo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 13:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
				<category><![CDATA[apologética]]></category>

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		<description><![CDATA[CONTRADIÇÕES DO MUNDO PROTESTANTE SOBRE AS IMAGENS 
Por Jaime Francisco de Moura
Ainda que alguns protestantes se manifestem a favor do uso de imagens, é muito comum encontrarmos posições críticas a esse respeito. Na maioria das vezes, os protestantes apresentam algumas inconsistências dignas de serem observadas.
Antes de tudo é bom sempre lembrar que:
A própria Bíblia é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=616&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 id="ctl00_Conteudo_ArticleTitle">CONTRADIÇÕES DO MUNDO PROTESTANTE SOBRE AS IMAGENS </h3>
<p><i>Por <span id="ctl00_Conteudo_txtAutor">Jaime Francisco de Moura</span></i><br /><span id="ctl00_Conteudo_ArticleText">
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;">Ainda que alguns protestantes se manifestem a favor do uso de imagens, é muito comum encontrarmos posições críticas a esse respeito. Na maioria das vezes, os protestantes apresentam algumas inconsistências dignas de serem observadas.</span></b></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;">Antes de tudo é bom sempre lembrar que:</span></b></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><i><span style="color:black;">A própria Bíblia é uma imagem: as palavras impressas sobre o papel nada mais são do que símbolos gráficos que excitam os olhos resultando na imaginação responsável pela compreensão do texto. Em verdade, a Bíblia é a imagem da Palavra de Deus.</span></i></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><i><span style="color:black;">Imagem não é apenas escultura: muito pelo contrário, abrange também pinturas, gravuras, fotografias, desenhos, imagens em 3D e quaisquer outras formas que estimulem a visão. É, portanto, inconcebível que as mesmas igrejas que atacam as imagens sacras defendidas pelos católicos distribuam folhetos, Bíblias e estudos bíblicos ilustrados, quer para crianças, quer para adultos &#8211; pois senão também estarão afrontando o Mandamento divino de </span></i><b><span style="color:red;">(Êxodo 20,4)</span></b></span><i><span style="color:black;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> , como dizem que os católicos afrontam&#8230;</span></span></i></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;"><b>Não sei se o caro leitor já teve a oportunidade de ver em alguns panfletos protestantes, ou até mesmos livros, algumas imagens que são utilizadas por eles. Abaixo, apresento algumas delas distribuídas pelos protestantes que costumam a acusar os católicos de idólatras:</b></span></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;">1) Imagem do rosto de Cristo no folheto </span></b><i><span style="font-family:Verdana;">&#8220;Ele é a solução&#8221;</span></i><span style="font-family:Verdana;">, <b>produzido e distribuído pelos Adventistas do 7º Dia: qualquer semelhança com as imagens católicas de Cristo não é mera coincidência.</b> </span></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;">2) Imagem de Jesus e os discípulos em um barco no</span></b><span style="font-family:Verdana;"> <i>?Livro Vida discipular?</i> <b>da Editora LifeWay.</b></span></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;">3) Imagem de Jesus e as crianças na </span></b><i><span style="font-family:Verdana;">?Bíblia Sagrada?</span></i><span style="font-family:Verdana;"> <b>da Sociedade Bíblica do Brasil, concordando, é claro, com as mesmas ilustrações utilizadas pela Igreja Católica.</b></span></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;">4) Imagem desenhada representando a visita dos Reis Magos no </span></b><i><span style="font-family:Verdana;">&#8220;Caderno Bíblico nº 1/NT&#8221;</span></i><span style="font-family:Verdana;"> <b>da Sociedade Bíblica do Brasil: a cena se refere a <span style="color:red;">(Mt 2,1-12)</span>, porém concorda com a tradição católica de 3 reis magos, já que esse número não é explicitamente citado pela Bíblia. Bom exemplo do uso de imagens para a catequese.</b></span></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;">5) Marcador de livro distribuído por um candidato membro da Assembléia de Deus de Santos, durante as Eleições de 1998: a cena apresenta Moisés e os hebreus atravessando o Mar Vermelho. Outro ótimo exemplo do uso de imagens para fins catequéticos.</span></b></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent2"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;">6) História em quadrinhos produzida pelo americano J.T.C. e distribuída por diversas igrejas protestantes: embora sua real intenção seja combater Maria Santíssima, acaba retratando-a de acordo com a tradição católica.</span></b></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;">7) Imagem de Jesus Cristo no folheto</span></b><span style="font-family:Verdana;"> <i>&#8220;Quem realmente governa o mundo&#8221;</i>, <b>produzido pela Sociedade Torre da Vigia e distribuído pelas Testemunhas de Jeová: Cristo representado com barba e cabelos longos concordam com as imagens católicas.</b></span></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="font-family:Verdana;"> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Estátua de um anjo sobre o templo Mórmon de Salt Lake City, segundo revista </span></b><i><span style="font-family:Verdana;">&#8220;Despertai&#8221;,</span></i><span style="font-family:Verdana;"> <b>de 08/11/1995: exemplo de imagem em escultura no meio protestante.</b></span></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="color:red;font-family:Verdana;">Falta-nos ver, então o que diz as Escrituras Sagradas e finalmente, a posição oficial da Igreja sobre as imagens.</span></b></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;">?<i>Farás dois querubins de ouro; e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro, fixando-os de modo a formar uma só peça com as extremidades da tampa. Terão esses querubins suas asas estendidas para o alto, e protegerão com elas a tampa, sobre a qual terão a face inclinada.<span style="color:red;"> </span></i><b><span style="color:red;">(Êxodo 25,18-20)</span> obs: Não devemos esquecer que querubins são imagens de escultura.</b></span></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><i><span style="font-family:Verdana;">Acima da porta, no interior e no exterior do templo, e por toda a parede em redor, por dentro e por fora, tudo estava coberto de figuras:&nbsp; querubins e palmas, uma palma entre dois querubins. Os querubins tinham duas faces:&nbsp; uma figura humana de um lado, voltada para a palmeira, e uma face de leão voltada para a palmeira, do outro lado, esculpidas em relevo em toda a volta do templo. Desde o piso até acima da porta, havia representações de querubins e palmeiras, assim como na parede do templo. </span></i><b><span style="color:red;font-family:Verdana;">(Ezequiel&nbsp; 41, 17-20) </span><span style="font-family:Verdana;">obs: aqui podemos ver até figura humana,&nbsp; face de leão, palmeiras etc. O templo de Deus, construído ricamente pelo rei Salomão, estava cheio de imagens de escultura e Deus se manifestou nesse templo e o encheu de sua glória.</span></b></span></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><i><span style="font-family:Verdana;">?Fez no santuário dois querubins de pau de oliveira, que tinham dez côvados de altura. Cada uma das asas dos querubins tinha cinco côvados, o que fazia dez côvados da extremidade de uma asa à extremidade da outra. O segundo querubim tinha também dez côvados; os dois tinham a mesma forma e as mesmas dimensões. Um e outro tinham dez côvados de altura. Salomão pô-los no fundo do templo, no santuário. Tinham as asas estendidas, de sorte que uma asa do primeiro tocava uma das paredes e uma asa do segundo tocava a outra parede, enquanto as outras duas asas se encontravam no meio do santuário. Revestiu também de ouro os querubins. Mandou esculpir em relevo em todas as paredes da casa, ao redor, no santuário como no templo, querubins, palmas e flores abertas?. </span></i></span><b><span style="font-size:x-small;"><span style="color:red;font-family:Verdana;">(1 Reis 6, 23-29)</span></span></b></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><b><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;">Confira mais em: <span style="color:red;">(Êxodo 25,22) ( 2 Crônicas 3, 10-14)&nbsp; (Ezequiel 41, 17-21) (2 Samuel 6,2) (1 Reis 7, 23-26) (Êxodo 26, 1-2)</span></span></span></b></div>
<div align="justify" class="MsoBodyTextIndent"><span style="font-size:x-small;"><b><span style="color:red;font-family:Verdana;">Agora vamos a posição oficial da Igreja. Esta pode ser retirada do Catecismo da Igreja Católica.</span></b></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><b><i><span style="color:black;">476.</span></i></b><i><span style="color:black;"> Visto que o Verbo se fez carne assumindo uma verdadeira humanidade, o corpo de Cristo era delimitado. Em razão disto, o rosto humano de Jesus pode ser &#8216;representado&#8217; (Gl 3,1). No VII Concílio Ecumêncio [=II Concílio de Nicéia] a Igreja reconheceu como legítimo que Ele seja representado em imagens sagradas.</span></i></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><b><i><span style="color:black;">1159.</span></i></b><i><span style="color:black;"> A imagem sacra, o ícone litúrgico, representa principalmente Cristo. Ela não pode representar o Deus invisível e incompreensível; é a encarnação do Filho de Deus que inaugurou uma nova &#8216;economia&#8217; das imagens: &#8220;Antigamente Deus, que não tem nem corpo nem aparência, não podia em absoluto ser representado por uma imagem. Mas agora, que se mostrou na carne e viveu com os homens, posso fazer uma imagem daquilo que vi de Deus. (&#8230;) Com o rosto descoberto, contemplamos a glória do Senhor&#8221; (São João Damasceno, Imag. 1,16).</span></i></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><b><i><span style="color:black;">1160.</span></i></b><i><span style="color:black;"> A iconografia cristã transcreve pela imagem a mensagem evangélica que a Sagrada Escritura transmite pela palavra. Imagem e palavra iluminam-se mutuamente: &#8220;Para proferir sucintamente a nossa profissão de fé, conservamos todas as tradições da Igreja, escritas ou não escritas, que nos têm sido transmitidas sem alteração. Uma delas é a representação pictórica das imagens, que concorda com a pregação da história evangélica, crendo que, de verdade e não na aparência, o Verbo de Deus se fez homem, o que é também útil e proveitoso, pois as coisas que se iluminam mutuamente têm sem dúvida um significado recíproco&#8221; (II Concílio de Nicéia, DOC 111).</span></i></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><b><i><span style="color:black;">1161.</span></i></b><i><span style="color:black;"> Todos os sinais da celebração litúrgica são relativos a Cristo: são-no também as imagens sacras da santa mãe de Deus e dos santos. Significam o Cristo que é glorificado neles. Manifestam a nuvem de testemunhas&#8217;</span></i><b><i><span style="color:red;"> </span></i><span style="color:red;">(Hebreus 12,1)</span></b><i><span style="color:black;"> que continuam a participar da salvação do mundo e às quais estamos unidos, sobretudo na celebração sacramental. Através dos seus ícones, revela-se à nossa fé o homem criado &#8216;à imagem de Deus&#8217; e transfigurado &#8216;à sua semelhança&#8217;, assim como os anjos, também recapitulados por Cristo [...].</span></i></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><b><i><span style="color:black;">1162.</span></i></b><i><span style="color:black;"> &#8220;A beleza e a cor das imagens estimulam a minha oração. É uma festa para os meus olhos, tanto quanto o espetáculo do campo estimula meu coração a dar glória a Deus&#8221; (São João Damasceno, Imag. 1,27). A contemplação dos ícones santos, associada à meditação da Palavra de Deus e ao canto dos hinos litúrgicos, entra na harmonia dos sinais da celebração para que o mistério celebrado se grave na memória do coração e se exprima em seguida na vida nova dos fiéis.</span></i></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><b><i><span style="color:black;">2130.</span></i></b><i><span style="color:black;"> No entanto, desde o Antigo Testamento Deus ordenou ou permitiu a instituição de imagens que conduziriam simbolicamente à salvação através do Verbo encarnado, como são a serpente de bronze </span></i><b><span style="color:black;">(</span><span style="color:red;">Nm 21,4-9) (Sb 16,5-14) (Jo 3,14-15)</span></b><i><span style="color:black;">, a arca da aliança e os querubins </span></i></span><b><span style="color:red;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">(Ex 25,10-22) (1Rs 6,23-28) (7,23-26).</span></span></b></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;"><b><i><span style="color:black;"><span style="font-size:x-small;">2131.</span></span></i></b></span><i><span style="color:black;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> Foi fundamentando-se no mistério do Verbo encarnado que o sétimo Concílio Ecumênico, em Nicéia (em 787), justificou, contra os iconoclastas, o culto dos ícones: os de Cristo, mas também os da Mãe de Deus, dos anjos e de todos os santos. Ao se encarnar, o Filho de Deus inaugurou uma nova economia de imagens.</span></span></i></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><b><i><span style="color:black;">2132.</span></i></b><i><span style="color:black;"> O culto cristão de imagens não é contrário ao primeiro mandamento que proíbe os ídolos. De fato, &#8220;a honra prestada a uma imagem se dirige ao modelo original&#8221; (São Basílio, Spir. 18,45), e &#8220;quem venera uma imagem, venera nela a pessoa que nela está pintada&#8221; (II Concílio de Nicéia, DS 601). A honra prestada às santas imagens é uma veneração respeitosa, e não uma adoração, que só compete a Deus: &#8220;O culto da religião não se dirige às imagens em si como realidades, mas as considera em seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado. Ora, o movimento que se dirige à imagem enquanto tal não termina nela, mas tende para a realidade da qual é imagem&#8221; (São Tomás de Aquino, S.Th. 2-2,81,3,ad 3).</span></i></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><b><i><span style="color:black;">2691.</span></i></b><i><span style="color:black;"> [...] A escolha de um lugar favorável não é sem importância para a verdade da oração: para oração pessoal, pode ser um &#8216;recanto de oração&#8217;, com as Sagradas Escrituras e imagens sagradas, para aí estar &#8216;no segredo&#8217; diante do Pai. Numa família cristã, essa espécie de pequeno oratório favorece a oração em comum; [...]</span></i></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><b><i><span style="color:black;">2705.</span></i></b><i><span style="color:black;"> A meditação é sobre tudo uma procura. O espírito procura compreender o porquê e o como da vida cristã a fim de aderir e responder ao que o Senhor pede. Para tanto é indispensável uma atenção difícil de ser disciplinada. Geralmente, utiliza-se um livro, e os cristãos dispõem de muitos: as Sagradas Escrituras, o Evangelho especialmente, as imagens sagradas, os textos litúrgicos do dia ou do tempo, os escritos dos Padres espirituais, as obras de espiritualidade, o grande livro da criação e o da história, a página do &#8216;Hoje&#8217; de Deus.</span></i></span></div>
<p></span>
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		<title>ARQUIDIOCESE DE APARECIDA SE APRENSENTA AGORA NO TWITTER</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 13:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luan4556</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arquidiocese de Aparecida se faz presente no Twitter
APARECIDA, 18 Set. 09 / 05:37 pm (ACI).- Seguindo o rumo das novas redes de comunicações e comunidades virtuais, a arquidiocese de Aparecida lançou o seu próprio espaço no Twitter, que é uma rede social de microblogging que permite aos “seguidores” receber pequenas mensagens sobre o dia a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=615&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="titulointerior">Arquidiocese de Aparecida se faz presente no Twitter</div>
<p><span class="noticia_byline">APARECIDA, 18 Set. 09 / 05:37 pm (<a href="http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16992" target="_self">ACI</a>)</span>.- Seguindo o rumo das novas redes de comunicações e comunidades virtuais, a arquidiocese de Aparecida lançou o seu próprio espaço no Twitter, que é uma rede social de microblogging que permite aos “seguidores” receber pequenas mensagens sobre o dia a dia dos usuários da rede.</p>
<p>O novo site informa sobre as últimas notícias e eventos da Arquidiocese. Entre estes, se encontram a nomeação feita pelo <a href="http://www.acidigital.com/bentoxvi/index.html">Papa Bento XVI</a> a Dom Raymundo Damasceno (Arcebispo de Aparecida) para participar da 2ª Assembléia Especial para a África do Sínodo dos <a href="http://www.acidigital.com/igreja/bispos.htm">Bispos</a>, de 04 a 25/10 em Roma e a ordenação de três novos diáconos no dia 27/09, às 16h, na Catedral de Santo Antônio em Guaratinguetá.</p>
<p>Para fazer-se um dos seguidores da Arquidiocese brasileira ingresse a:&nbsp; www.twitter.com/arqaparecida</p>
<p>FONTE:ACI DIGITAL
<div class="blogger-post-footer">QUERIDO LEITOR(A)<br />
assumimos a nossa missão por você<br />
leitor(a)evangelizador(a),é nosso instrumento da providência.<br />
a missão dos servos de maria é uma decisão de Deus .</div>
Posted in twitter  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/servosdemaria.wordpress.com/615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/servosdemaria.wordpress.com/615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/servosdemaria.wordpress.com/615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/servosdemaria.wordpress.com/615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/servosdemaria.wordpress.com/615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/servosdemaria.wordpress.com/615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/servosdemaria.wordpress.com/615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/servosdemaria.wordpress.com/615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/servosdemaria.wordpress.com/615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/servosdemaria.wordpress.com/615/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=servosdemaria.wordpress.com&blog=4155062&post=615&subd=servosdemaria&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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