servos de maria


católicos podem receber a comunhão na igreja ortodoxa?
Setembro 8, 2009, 3:21 am
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CATÓLICOS PODEM RECEBER A COMUNHÃO NA IGREJA ORTODOXA?

Por This Rock Magazine – Março/1990
Tradução: Carlos Martins Nabeto
Fonte: Catholic Answers – http://www.catholic.com
- O que a Igreja ensina sobre os católicos que recebem a comunhão na Igreja Ortodoxa Oriental e participam da sua liturgia? (Anônimo)

Basta ler o “Diretório Ecumênico”: a Parte I explica quando um católico pode receber a Eucaristia em uma igreja ortodoxa oriental. Os católicos podem receber a comunhão aí quando “circunstâncias especiais, por um longo período, tornem material ou moralmente impossível ao fiel receber os sacramentos em sua própria Igreja, para que ele, com efeito, não fique privado, sem razão legítima, dos frutos espirituais dos sacramentos”.

Esta regra, porém, não se aplica àqueles que podem normalmente recorrer aos sacramentos na Igreja Católica.

O mesmo documento também enfatiza que a participação de católicos nas liturgias ortodoxas é permitida “se eles tiverem motivos razoáveis, por exemplo, em razão de cargo ou função pública, relação de parentesco, amizades, desejo de maior informação etc. Em tais casos, não há problemas em participar das respostas comuns, hinos e ações da Igreja em que são convidados”.

fonte:veritatis



Lula institui dia da ‘Marcha para Jesus’
Setembro 4, 2009, 11:42 am
Arquivado em: apologética, católicos, icar, igreja

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Dilma Rousseff e casal Hernandes participam de cerimônia; publico evangélico representa 15% do eleitorado.
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,lula-institui-dia-da-marcha-para-jesus,429197,0.htm
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ATENÇÃO BRASIL!
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Tudo isso não passa de uma manobra eleitoreira, barganhada com as seitas evangélicas.
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As seitas sabem do baixo Q.I. e ignorância religiosa, desses senhores que administram o país atualmente e partiram para junto a estes, numa pré campanha eleitoral, “oficializar” uma pilhéria.
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A tal “marcha para Jesus” é uma pilhéria criada pelos ex-presidiários da seita “Renascer”, para afrontar o Feriado Nacional Religioso Católico, Lei 10.607/2002, instituído no dia 2 de novembro, dedicado ao dia de finados. http://www.simecs.com.br/agenda/feriados.asp
http://www.trt02.gov.br/geral/tribunal2/Legis/Leis/10607_02.html
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Desde os primórdios do cristianismo, esse dia é dedicado à meditação, contrição e cerimônias solenes nos cemitérios. A vontade pilhérica dos Hernandes, é passar em frente aos cemitérios, para católicos ver, em algazarra, com dezenas de trios elétricos com som alto a todo vapor, em desrespeito a medição do povo.
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A verdadeira intenção dessa gente que diz que vai “marchar” para Jesus é outra. E nesse cordel se descobre: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=55975&tid=5320354922227848458&kw=sola+pilh%C3%A9ria&na=1&nst=1
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Fiquem com Deus.
a auto-estima
praticando esse atentado.

Nas datas que se celebram
atos do povo cristão,
eles forjam novidades
só pra ir na contramão:
sexta Santa, dançam rock,
carnaval, vão pro sermão.

A “Pilhéria Protestante
Pule na Praça do Papa”,
a chamada “5P”,
é delas a mais velhaca,
vão para a Praça do Papa,
bem na Sexta da Paixão,
e lá fazem show de rock
como um bando de pagão.

Note que nos feriados
aos católicos destinados,
caladinhos vão de folga,
pegando um bigú safado.
Deveriam trabalhar
pra não cometer pecado.

No dia de Corpus Christi,
dia da Eucaristia,
é feriado católico,
tem procissão nesse dia.
Seitas rivais entre si
se ajuntam em zombaria,
já que somente o ódio
da Igreja os uniria.
Em maio, mês de Maria,
Eles ficam revoltados.
Botam bancos das “igreja”
na rua e se põe sentados,
pra que a procissão não passe,
êta povo despeitado.

No dia de São João,
inventaram o “Sem João”,
pra zombar daquele santo,
num baile com atração.
J. Neto e Catedral,
sempre animam o salão,
um finge que é Roberto
e o outro Legião.

Até no “dia da bíblia”,
foram flagrados mexendo.
Desde o tradutor Jerônimo,
Se comemora em setembro.
Como nada dos cristãos
esse povo aceitou,
pelo menos lá nas seitas
pra dezembro se mudou.

No dia da padroeira
Se danam fazer “cruzada”,
embora deteste a cruz,
veja que coisa engraçada:
no feriado católico
correm pra fechar estrada.

No dia 2 de novembro,
um sagrado feriado,
que os católicos vão aos túmulos
pra rezar pelos finados,
“crente” inventou uma “marcha”
que deixou Jesus irado.
Pois até Jesus chorou
vendo Lázaro sepultado. ……………………..(Jo 11,33-36)

A tal “marcha pra Jesus”
é invenção dos bandidos:
“bispa” Sonia e Estevão,
que terminaram, detidos
contrabandeando dólar
lá nos Estados Unidos.

Quando fazem seus eventos
usam um truque manjado.
Lá eles obrigam o “crente”
a trazer dois convidados,
não importa se é espírita,
católico, ou mesmo pago.
O que importa é como “crente”
pelos tolos ser contado.

A polícia já conhece
deles esta enganação,
por isso, diminui dois,
de cada três dos “irmãos”,
quando dá estimativa
da sua aglomeração.

Em todo programa pago,
deles na televisão,
a Tv põe um letreiro
antes da exibição
se isentando do que falam
e negando a produção.

De janeiro à novembro,
esculhambam o Natal
dizendo que “é pagão”,
com toda agressão banal.
Mas, quando chega dezembro
a pilhéria tem final.
Até cantam “Gingo Bell”
com a bunda balançando.
25 de dezembro
foram vistos celebrando
o seu “culto de Natal”,
aos católicos imitando.

Eis a psicologia
da cabeça do “pastor”:
o que é crime e zombaria,
se maquia de “louvor”
de olho no calendário
da fé que abandonou.

Fim.
REGISTROS DE ATENTADOS E BRAVATAS PILHÉRICAS EM GOIANA POR PARTE DE PROTESTANTES DESAVISADOS:
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1- A denominação “Assembléia de deus” acintosamente com portentoso carro de som, costuma revezar nos sábados, cultos em frente da Igreja de São José e em frente a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, sem autorização e desrespeitando eventos internos. Como se este locais fossem os únicos para isso.
Tanto a praça em frente a Igreja São José, como a praça do Carmo, são propriedades particulares da Igreja Católica, ficando permitido apenas atos ou eventos autorizados. Fora disto é invasão de propriedade, perturbação da ordem e desrespeito a nave da Igreja. O Crime previsto é o 208.
Como se não bastasse, uma barraca protestante de roupas foi colocada a poucos metros da porta da Igreja São José. Além dos potentes alto falantes do veículo, caixas de sons pilhericamente são colocadas em direção as portas da Igreja, Deus sabe lá com que intenção, pois ali é também uma casa de idosos que precisam de paz.
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2- No dia 7 de dezembro, dia que os protestantes comemoram o dia da bíblia, acintosamente marcharam e de passagem em frente a Igreja do Amparo, pousaram pilhericamente para fotografias às portas da Igreja. A cidade estava vazia, o povo estava veraneando nas praias. Bom momento para se praticar atentados. Muito protestante da denominada “Assembléia de deus” tem essa foto da bravata, motivo que o “pastor” achou para encorajá-los naquela denominação.
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3- Cinco dias após a trágica morte de Frei Luciano, membros da denominada “Assembléia de deus” vilipendiavam a pessoa do Frei, em culto na Rua Estrada de Cima. Dizia o vilipendiador pilhérico ao microfone: “morreu porque não veio aceitar Jesus!” Isso é crime previsto e desrespeito aos mortos.



IGREJA CATÓLICA E A BIBLIA
Setembro 4, 2009, 12:25 am
Arquivado em: católicos

e não fosse a Igreja Católica, não existiria a Bíblia como a temos hoje, com os 72 livros canônicos, isto é, inspirados pelo Espírito Santo.

“Foi a Tradição apostólica que fez a Igreja discernir que escritos deviam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados”(DV 8; CIC,120).

Portanto, sem a Tradição da Igreja não teríamos a Bíblia. Santo Agostinho dizia: “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isso não me levasse a autoridade da Igreja Católica”(CIC,119).

Por que a Bíblia católica é diferente da protestante? Esta tem apenas 66 livros porque Lutero e, principalmente os seus seguidores, rejeitaram os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Baruc, Eclesiástico (ou Sirácida), 1 e 2 Macabeus, além de Ester 10,4-16; Daniel 3,24-20; 13-14.

No ano 100 o Sínodo de Jâmnia (ou Jabnes):

(1) deveria ter sido escrito na Terra Santa;

(2) escrito somente em hebraico, nem aramaico e nem grego;

(3) escrito antes de Esdras (455-428 a.C.);

(4) sem contradição com a Torá ou lei de Moisés.

Versão dos Setenta: Alexandria – 200 anos antes de Cristo, incluiu os livros que os judeus de Jâmnia, por critérios nacionalistas, rejeitaram.

Havia então no início do Cristianismo duas Bíblias judaicas: uma da Palestina (restrita) e a Alexandrina (completa – Versão dos LXX).

Os Apóstolos e Evangelistas optaram pela Bíblia completa dos Setenta (Alexandrina), considerando canônicos os livros rejeitados em Jâmnia.

Das 350 citações do Antigo Testamento que há no Novo, 300 são tiradas da Versão dos Setenta, o que mostra o uso da Bíblia completa pelos apóstolos.

Verificamos também que nos livros do Novo Testamento há citações dos livros que os judeus nacionalistas da Palestina rejeitaram. Por exemplo: Rom 1,12-32 se refere a Sb 13,1-9; Rom 13,1 a Sb 6,3; Mt 27,43 a Sb 2, 13.18; Tg 1,19 a Eclo 5,11; Mt 11,29s a Eclo 51,23-30; Hb 11,34 a 2 Mac 6,18; 7,42; Ap 8,2 a Tb 12,15.

Nos mais antigos escritos dos santos Padres da Igreja (patrística) os livros rejeitados pelos protestantes (deutero-canônicos) são citados como Sagrada Escritura.

São Clemente de Roma, Papa, no ano de 95 escreveu a Carta aos Coríntios, citando Judite, Sabedoria, fragmentos de Daniel, Tobias e Eclesiástico; livros rejeitados pelos protestantes.

Pastor de Hermas, no ano 140, faz amplo uso de Eclesiástico, e do 2 Macabeus;

Santo Hipólito (†234), comenta o Livro de Daniel com os fragmentos deuterocanônicos rejeitados pelos protestantes, e cita como Sagrada Escritura Sabedoria, Baruc, Tobias, 1 e 2 Macabeus.

Vários Concílios confirmaram isto: os Concílios regionais de Hipona (ano 393); Cartago II (397), Cartago IV (419), Trulos (692). Principalmente os Concílios ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870).

Lutero, ao traduzir a Bíblia para o alemão, traduziu também os sete livros (deuterocanônicos) na sua edição de 1534, e as Sociedades Biblícas protestantes, até o século XIX incluíam os sete livros nas edições da Bíblia.

“Pela Tradição torna-se conhecido à Igreja o Cânon completo dos livros sagrados e as próprias Sagradas Escrituras são nelas cada vez mais profundamente compreendidas e se fazem sem cessar, atuantes.” (DV,8).

A Bíblia não define o seu catálogo; isto é, não há um livro da Bíblia que diga qual é o índice dela. Assim, este só pode ter sido feito pela Tradição dos apóstolos, pela tradição oral que de geração em geração chegou até nós.

A Vulgata – O Papa São Dâmaso (366-384), no século IV, pediu a S.Jerônimo que fizesse uma revisão das muitas traduções latinas que havia da Bíblia. São Jerônimo revisou o texto grego do Novo Testamento e traduziu do hebraico o Antigo Testamento, dando origem ao texto latino chamado de Vulgata, usado até hoje.

FONTE:BLOG DO PROF. FELIPE AQUINO



CIÊNCIA E FÉ ____I ,II,III
Setembro 3, 2009, 2:42 am
Arquivado em: católicos, icar, igreja

CIÊNCIA E FÉ – Parte I

“A fé e a razão são as duas asas com as quais o espírito humano alça vôo para contemplar a verdade” (João Paulo II, Fides et ratio, 1)

“A ciência verdadeira contrariamente a arriscadas afirmações do século passado, quanto mais avança tanto mais descobre Deus, como se Ele estivesse vigiando à espera, por trás de cada porta que a ciência abre…”. (Pio XII, 1951)

Papa Pio XII na encíclica “Humani generis” de 12.08.1950:

“O Magistério da Igreja não proíbe que, em conformidade com o atual estado das ciências e da teologia, seja objeto de pesquisas e de discussões, por parte dos competentes em ambos os campos, a doutrina do evolucionismo, enquanto ela investiga a origem do corpo humano, que proviria de matéria orgânica preexistente (a fé católica nos obriga a professar que as almas são criadas imediatamente por Deus). Isto, porém, deve ser feito de tal maneira que as razões das duas opiniões, isto é, da que é favorável e da que é contrária ao evolucionismo, sejam ponderadas e julgadas com a necessária seriedade, moderação, justa medida e contanto que todos estejam dispostos a se sujeitarem ao juízo da Igreja, à qual Cristo confiou o ofício de interpretar autenticamente a S. Escritura e de defender os dogmas da fé”.

Cientistas ateus: Daniel Dennett, Richard Dawkins, Sam Harris, e outros.

Dr. Francis Collins, Diretor do “Projeto Genoma Humano”, dos EUA. Em 2001, foi responsável pelo mapeamento do DNA humano. É o cientista que mais rastreou genes com vistas ao tratamento de doenças em todo o mundo, autor do livro “The Language of God” (A Linguagem de Deus), conta como deixou de ser “ateu insolente” para se tornar cristão aos 27 anos e narra as dificuldades que enfrentou no meio acadêmico ao revelar sua fé. Ele afirma:

“Os cientistas ateus, que acreditam apenas na teoria da evolução e negam todo o resto, sofrem de excesso de confiança. Na visão desses cientistas, hoje adquirimos tanta sabedoria a respeito da evolução e de como a vida se formou que simplesmente não precisamos mais de Deus. O que deve ficar claro é que as sociedades necessitam tanto da religião como da ciência. Elas não são incompatíveis, mas sim complementares. A ciência investiga o mundo natural. Deus pertence a outra esfera. Deus está além do mundo natural”. (Revista Veja, Edição n. 1992 de 24 jan 07)

“Essa perspectiva de Dawkins é cheia de presunção. Eu acredito que o ateísmo é a mais irracional das escolhas”.

“Eu acredito na Ressurreição. Também acredito na Virgem Maria e em milagres. A questão dos milagres está relacionada à forma como se acredita em Deus. Se uma pessoa crê e reconhece que Ele estabeleceu as leis da natureza e está pelo menos em parte fora dessa natureza, então é totalmente aceitável que esse Deus seja capaz de intervir no mundo natural”.

A PALAVRA DA IGREJA

Constituição Pastoral Gaudium et Spes : “Se a pesquisa metódica, em todas as ciências, proceder de maneira verdadeiramente científica e segundo as leis morais, na realidade nunca será oposta à fé: tanto as realidades profanas quanto as da fé originam-se do mesmo Deus. Mais ainda: Aquele que tenta perscrutar com humildade e perseverança os segredos das coisas, ainda que disto não tome consciência, é como que conduzido pela mão de Deus, que sustenta todas as coisas, fazendo que elas sejam o que são.” (GS, 36)

S. Agostinho quem o diz: Sermão, 126,3: “Eleva o olhar racional, usa os olhos como homem, contempla o céu e a terra, os ornamentos do céu, a fecundidade da terra, o voar das aves, o nadar dos peixes, a força das sementes, a su¬cessão das estações. Considera bem os seres criados e busca o seu Criador. Presta atenção no que vês e procura quem não vês. Crê naque¬le que não vês, por causa das realidades que vês. E não julgues que é pelo meu sermão que és assim exortado. Ouve o Apóstolo que diz: “As perfeições invisíveis de Deus tornaram-se visíveis, desde a criação do mundo, pelos seres por ele criados” (Rom 1,20).

Concilio Vaticano I (1870) afirmou o conhecimento natural de Deus, contra a agnosticismo, o fideísmo e o tradicionalismo:
“A mesma santa Mãe Igreja sustenta e ensi¬na que Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser conhecido com certeza pela luz natural da razão humana a partir das coisas criadas, “pois sua realidade invisível tornou-se inteligível desde a criação do mun¬do, através das criaturas”‘ (Rm 1,20).( Dz 1785 – Dz S 3004)

E contra o racionalismo:
“Todavia, aprouve à sua sabedoria e bonda¬de revelar ao gênero humano, por outra via, sobrenatural, a Si mes¬mo e os eternos desígnios de sua vontade, como diz o Apóstolo: “Outro¬ra, muitas vezes e de muitas modos, Deus falou aos pais pelas Profetas; no período final, em que estamos, Ele nos falou pelo Filho” (Hb 1,1-2). (Dz 1785- DzS 3004)

E o Concílio mostrou a harmonia entre a fé e a razão:
“Na verdade, quando a razão, iluminada pela fé, busca, cuidadosamente, com piedade e prudência, então consegue, com a ajuda de Deus, uma certa inteligência muito frutuosa dos mistérios, seja pela analogia com que conheço pela via natural, seja pela cone¬xão de uns mistérios com outros e com o fim último do homem; contudo, nunca chegará a penetrar neles como verdades que constituem seu ob¬jeto próprio. Pois os mistérios divinos, por sua natureza, ultrapassam tanto a inteligência criada que, mesmo transmitidas pela revelação e aceitos pela fé; continuam, contudo, recobertos pelo véu da fé e como que envol¬tos em certa obscuridade, enquanto nesta vida mortal “peregrinamos para o Senhor; pois caminhamos na fé e não na visão” (2Cor 5,65)”. (Dz 1796- DzS 3016)

“Não só a fé e a razão nunca podem entre si discordar, mas elas se auxiliam mutuamente. Eis que a reta razão demonstra os fundamentos da fé e, iluminada com a luz da fé, se dedica à ciência das coisas divinas. Também a fé livra e protege a razão de erros e a instrui com múltiplos conhecimentos. Pelo que, longe de por obstácu¬los ao cultivo das artes e disciplinas humanas, a fé as ajuda e promove de muitas formas. Pois não ignora nem desconsidera (a Igreja) as vanta¬gens que delas dimanam para a vida humana; mais, confessa-as como sendo “de Deus, Senhor das ciências” (IRs 2,3); conduzem a Deus como ajuda da graça, se tratadas convenientemente. A Igreja não proíbe que essas disciplinas, cada qual em sou campo, utilizam os princípios e méto¬dos que lhes são próprias; mas, reconhecendo esta justa liberdade, com cuidado rigoroso procura evitar que nelas se introduzam erros contrários ao ensino divino ou que, ultrapassando suas próprias fronteiras, invadam e perturbem o campo da fé”. (Dz 1799- DzS 3019)

“Define-se o racionalismo como consta do Sílabo de Pio IX:
“É a doutrina segundo a qual a razão humana é o árbitro do verdadeiro e do falso, do bem e do mal, sem qualquer consideração a Deus. Ela é lei para si mesma, e, por suas capacidades naturais, basta para prover ao bem dos homens e dos povos”. (Dz 1703 – DzS 2903).

Conforme o Concílio do Vaticano I, o racionalismo absoluto é a doutrina segundo a qual “a razão humana é tão independente que Deus não lhe pode exigir a fé” (Dz 1610 – DzS 3031), donde, não haver lugar para a revelação divina. O princípio do racionalismo é o da absoluta autonomia da razão. Como supremo árbitro, a razão deve julgar o que é verdade, o que é falso ou simplesmente simbólico na Escritura Sagrada” (idib. P. 201).

Academias Pontifícias do Vaticano:

Pontifícia Academia das Ciências
Pontifícia Academia das Ciências Sociais
Pontifícia Academia Para a Vida
- 29 Prêmios Nobel

Papa João Paulo II, em 24 de outubro de 2004, nomeou dois cientistas, pioneiros da física, para membros da Academia Pontifícia das Ciências, do Vaticano:
1 – Dr. William D. Phillips, professor de Física na Universidade de Maryland, líder do Grupo de esfriamento com laser da Divisão de Física Atômica do “National Institute of Standards and Technology” (NIST) de Gaithersburg (Estados Unidos). Em 1997 recebeu o Prêmio Nobel em Física.

2 – Professor de origem indiana Dr. Veerabhadran (Ram) Ramanatham, nascido em Chennai (Índia), é professor de ciências da atmosfera na Universidade da Califórnia (San Diego) e diretor do Centro para as Ciências da Atmosfera da “Scripps Institution of Oceanography”, La Jolla (Estados Unidos).

Encíclica Fé e razão – Papa João Paulo II

Cientificismo - só valoriza as teses das ciências positivas e nenospreza o conhecimento religioso e o saber ético: estes seriam do domínio da imaginação ou do irracional. A conseqüência desta posição é que tudo quanto se pode realizar no plano da tecnologia é admissível no plano da Moral (Cf. nº 88).

Pragmatismo - que tudo julga em função da sua utilidade ou de suas aplicações práticas excluindo o recurso a reflexões abstratas e avaliações éticas. Estas concepções tem tido muita voga na política: há certas formas de democracia que julgam a viabilidade ética de determinado comportamento com base apenas no voto da maioria parlamentar: a vida humana é valorizada tão somente pela sua capacidade de produzir e servir; donde se seguem a legalização do aborto e da eutanásia (Cf. n. 89).

Niilismo - que é a negação de qualquer verdade objetiva e a destruição da dignidade humana; a pessoa é assim levada ao desespero da solidão (Cf. n. 90).

“Pós-modernidade” com que alguns pensadores designam a nossa época. Para alguns filósofos, quer dizer que “o tempo das certezas está irremediavelmente ultrapassado, de modo que o homem deveria viver num mundo de total ausência de sentido, onde tudo é provisório e efêmero; assim, estariam extintas até mesmo as certezas da fé (Cf. n0- 91).

Diz o Papa:
“lludindo-o, vários sistemas filosóficos convenceram-no de que ele é senhor absoluto de si mesmo, que pode decidir autonomamente sobre o seu destino e a seu futuro, confiando apenas em si próprio e nas suas forças. Ora esta nunca poderá ser a grandeza do homem. Para a sua realização, será determinante apenas a opção de viver na verdade, construindo a própria casa à sombra da Sabedoria e nela habitando. Só neste horizonte da verdade poderá compreender, com toda a clareza, a sua liberdade e a sua vocação ao amor e ao conhecimento de Deus como suprema realização de si mesma” (nº 107).

Cientistas e a Fé

Dr. Adolf Butenandt, prêmio Nobel em Bioquímica:
“Com os átomos de um bilhão de estrelas, o acaso cego não conseguiria produzir sequer uma proteína útil para o ser vivo”.(A Criação não é um mito, Ed. Paulinas, SP, 1972)

Isaac Newton (1642-1727), fundador da física clássica e descobridor da lei da gravidade:
“A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta”.

William Herschel (1738-1822), astrônomo alemão, descobridor do planeta Urano:
“Quanto mais o campo das ciências naturais se dilata, tanto mais numerosas e irrefutáveis se tornam as provas da eterna existência de uma Sabedoria criadora e todo-poderosa”.

Alessandro Volta (1745-1827), físico italiano, descobridor da pilha elétrica:
“Submeti a um estudo profundo as verdades fundamentais da fé, e [...] deste modo encontrei eloqüentes testemunhos que tornam a religião acreditável a quem use apenas a sua razão”.

André Marie Ampère (1755-1836), físico e matemático francês, católico, descobridor da lei fundamental da eletrodinâmica, cujo nome deu origem ao termo amperagem:
“A mais persuasiva demonstração da existência de Deus depreende-se da evidente harmonia daqueles meios que asseguram a ordem do universo e pelos quais os seres vivos encontram no seu organismo tudo aquilo de que precisam para a sua subsistência, a sua reprodução e o desenvolvimento das suas virtualidades físicas e espirituais”.

H. C. Oersted (1777-1851), físico dinamarquês, descobridor de uma das leis do Electromagnetismo:
“Cada análise profunda da Natureza conduz ao conhecimento de Deus”.

Jons Jacob Berzelius (1779-1848), químico sueco, descobridor de inúmeros elementos químicos:
“Tudo o que se relaciona com a natureza orgânica revela uma sábia finalidade e apresenta-se como produto de uma Inteligência Superior [...]. O homem [...] é levado a considerar as suas capacidades de pensar e calcular como imagem daquele Ser a quem ele deve sua existência”.

Karl Friedrich Gauss (1777-1855), alemão, considerado por muitos como o maior matemático de todos os tempos, também astrônomo e físico:
“Quando tocar a nossa última hora, teremos a indizível alegria de ver Aquele que em nosso trabalho apenas pudemos pressentir”.

Agustín-Louis Cauchy (1789-1857), matemático francês, que desenvolveu o cálculo infinitesimal:
“Sou um cristão, isto é na creio na divindade de Cristo como Tycho Brahe, Copérnico, Descartes, Newton, Leibniz, Pascal [...], como todos os grandes astrônomos e matemáticos da Antiguidade”.

James Prescott Joule (1818-1889), físico britânico, estudioso do calor, do eletromagnetismo e descobridor da lei que leva o seu nome:
“Nós topamos com uma grande variedade de fenômenos que [...] em linguagem inequívoca falam da sabedoria e da bendita mão do Grande Mestre das obras”.

Ernest Werner Von Siemens (1816-1892), engenheiro alemão, inventor da eletrotécnica e que trabalhou muito no ramo das telecomunicações:
“Quanto mais fundo penetramos na harmoniosa dinâmica da natureza, tanto mais nos sentimos inspirados a uma atitude de modéstia e humildade; [...] e tanto mais se eleva a nossa admiração pela infinita Sabedoria, que penetra todas as criaturas”.

William Thompson Kelvin (1824-1907), físico britânico, pai da termodinâmica e descobridor de muitas outras leis da natureza:
“Estamos cercados de assombrosos testemunhos de inteligência e benévolo planejamento; eles nos mostram através de toda a natureza a obra de uma vontade livre e ensinam-nos que todos os seres vivos são dependentes de um eterno Criador soberano.”

P. Sabatier (1854-1941), zoólogo alemão, Prêmio Nobel:
“Querer estabelecer contradições entre as Ciências Naturais e a religião, demonstra que não se conhece a fundo ou uma ou outra dessas disciplinas”.

Carl Gustav Jung (1875-1961), suíço, um dos fundadores da psicanálise:
“Entre todos os meus pacientes na segunda metade da vida, isto é, tendo mais de 35 anos, não houve um só cujo problema mais profundo não fosse constituído pela questão da sua atitude religiosa. Todos, em última instância, estavam doentes por terem perdido aquilo que uma religião viva sempre deu aos seus adeptos, e nenhum se curou realmente sem recobrar a atitude religiosa que lhe fosse própria”.

Werner Von Braun (1912-1977), físico alemão radicado nos Estados Unidos e naturalizado norte-americano, especialista em foguetes e principal diretor técnico dos programas da NASA (Explorer, Saturno e Apolo), que culminaram com a chegada do homem à lua:
“Não se pode de maneira nenhuma justificar a opinião, de vez em quando formulada, de que na época das viagens espaciais temos conhecimentos da natureza tais que já não precisamos crer em Deus. Somente uma renovada fé em Deus pode provocar a mudança que salve da catástrofe o nosso mundo. Ciência e religião são, pois, irmãs, e não pólos antitéticos”. “Quanto mais compreendemos a complexidade da estrutura atômica, a natureza da vida ou o caminho das galáxias, tanto mais encontramos razões novas para nos assombrarmos diante dos esplendores da criação divina”.

Albert Einstein (1879-1955), físico judeu alemão, criador da teoria da relatividade, Prêmio Nobel 1921:
“Todo profundo pesquisador da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois ele não pode admitir que ele seja o primeiro a perceber os extraordinariamente belos conjuntos de seres que ele contempla. No universo, incompreensível como é, manifeste-se uma inteligência superior e ilimitada. A opinião corrente de que eu sou ateu, baseia-se sobre grande equívoco. Quem a quisesse depreender de minhas teorias científicas, não teria compreendido o meu pensamento”.

Max Plank (1858-1947), físico, alemão, criador da teoria dos quanta, Prêmio Nobel 1928:
“Para onde quer que se dilate o nosso olhar, em parte alguma vemos contradição entre Ciências Naturais e Religião; antes, encontramos plena convergência nos pontos decisivos. Ciências Naturais e Religião não se excluem mutuamente, como hoje em dia muitos pensam e receiam, mas completam-se e apelam uma para a outra. Para o crente, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão. (Gott steht für den Gläubigen em Anfang, fur den Phystker am Ende alles Denkens)”.

Guglielmo Marconi (1874-1937), físico italiano, inventor da telegrafia sem fio, Prêmio Nobel 1909:
“Declaro com ufania que sou homem de fé. Creio no poder da oração. Creio nisto não só como fiel cristão, mas também como cientista”.

Thomas Alva Edison (1847-1931), inventor no campo da Física, com mais de 2.000 patentes:
“Tenho… enorme respeito e a mais elevada admiração por todos os engenheiros, especialmente pelo maior deles: Deus”.

Charles Darwin, famoso autor da teoria da evolução:
“Nunca neguei a existência de Deus. Creio que a teoria da evolução é plenamente conciliável com a fé em Deus. A impossibilidade de provar e compreender que o grandioso e imenso universo, assim como o homem, tiveram origem por acaso parece-me ser o argumento principal para a existência de Deus”.

Voltaire, racionalista e inimigo sagaz da fé católica, que se converteu no final da vida, foi levado a dizer:
“O mundo me perturba e não posso imaginar que este relógio funcione e não tenha tido relojoeiro”.

Eddington dizia que:
“Nenhum inventor do ateísmo foi pesquisador da natureza”.
CIÊNCIA E FÉ – Parte II

A BÍBLIA E A CIÊNCIA

Os Evangelhos são Documentos de autenticidade cientificamente comprovada. Neles se baseia a fé católica.
Quem provou para o mundo a autenticidade dos Evangelhos foram os próprios inimigos da Igreja Católica, os racionalistas dos séculos XVIII e XIX. Os seus adeptos, Renan, Harnack, Rousseux, Voltaire, etc., empreenderam, com grande ardor, o estudo crítico dos quatro Evangelhos, com a sede de destruí-los, e mostrar ao mundo que eles eram falsos, uma invenção da Igreja Católica, e que teriam sido forjados para apresentar Jesus como Deus e, assim, justificar a existência da Igreja Católica como guia espiritual dos homens.
A que conclusão chegaram os racionalistas, que só acreditavam na matéria e na ciência sobre a autenticidade histórica dos Evangelhos?
Empregando os conhecimentos da ciência, os “métodos das citações”, “das traduções”, “o método polêmico”, e outros, vasculharam todas as páginas e palavras dos Evangelhos… No entanto, a própria ciência racionalista mostrou ao mundo a autenticidade dos Evangelhos. Depois de 50 anos de trabalho chegaram à conclusão exatamente oposta a seus desejos e, por coerência científica, tiveram que afirmar como:
Renan, racionalista da França: “Em suma, admito como autênticos os quatro Evangelhos canônicos”. (Vie de Jesus)
Harnack, racionalista alemão, foi obrigado a afirmar: “O caráter absolutamente único dos Evangelhos é, hoje em dia, universalmente reconhecido pela crítica” (Jesus Cristo é Deus? José Antonio de Laburu, ed. Loyola, SP, 2000).
Streeter, grande crítico inglês afirmou que: “Os Evangelhos são, pela análise crítica, os que detém a mais privilegiada posição que existe” ( idem).
Os mais exigentes críticos racionalistas do século XIX, Hort e Westcott, foram obrigados a afirmar: “As sete oitavas partes do conteúdo verbal do Novo Testamento não admitem dúvida alguma. A última parte consiste, preliminarmente, em modificações na ordem das palavras ou em variantes sem significação. De fato, as variantes que atingem a substância do texto são tão poucas, que podem ser avaliadas em menos da milésima parte do texto” (idem).
Finalmente os racionalistas tiveram que reconhecer a veracidade histórica, científica, dos Evangelhos: “Trabalhamos 50 anos febrilmente para extrair pedras da cantaria que sirvam de pedestal à Igreja Católica?” (ibidem).

Onde estão os originais dos Evangelhos?

Ficaram-nos as cópias (manuscritos) antigas desses originais, que são os papiros, os códices unciais (escritos em caracteres maiúsculos sobre pergaminho), os códices minúsculos (escritos mais tarde em caracteres minúsculos) e os lecionários (textos para uso litúrgico).
Conhecem-se cerca de 5236 manuscritos (cópias) do texto original grego do Novo Testamento, comprovados como autênticos pelos especialistas. Estão assim distribuídos: 81 papiros; 266 códices maiúsculos; 2754 códices minúsculos e 2135 lecionários.

a) Os papiros são os mais antigos testemunhos do texto do Novo Testamento. Estão assim distribuídos pelo mundo:
Número – Conteúdo – Local – Data (Século.)
p1 – Evangelhos – Filadélfia (USA) – III
p2 – Evangelhos – Florença (Itália) – VI
p3 – Evangelhos – Viena (Áustria) – VI – VII
p4 – Evangelhos – Paris – III
p5 – Evangelhos – Londres – III
p6 – Evangelhos – Estrasburgo – IV
p7 – Atos – Berlim – IV
Em resumo, existem 76 papiros do texto original do Novo Testamento. Acham-se ainda em:
Leningrado (p11, p68),
Cairo (p15, p16),
Oxford (p19),
Cambridge (p27),
Heidelberg (p40),
Nova York (p59, p60, p61),
Gênova (p72, p74, p75),…
Desses papiros alguns são do ano 200, o que é muito importante, já que o Evangelho de São João foi escrito por volta do ano 100. É, por exemplo, do ano 200, aproximadamente, o papiro 67, guardado em Barcelona.
O mais antigo de todos é o papiro de Rylands, conservado em Manchester (Inglaterra) sob a sigla P. Ryl. Gk. 457; do ano 120 aproximadamente, e contém os versículos de João 18,31-33.37.38.
Ora, se observarmos que o Evangelho de S. João foi escrito por volta do ano 100, verificamos que temos um manuscrito que é, então, cópia do próprio original.
As pequenas variações encontradas nessas cinco mil cópias são meramente gramaticais ou sintáticas e que não alteram o seu conteúdo. Os estudiosos, analisando este grande número de manuscritos antigos, concluem que é possível reconstruir a face autêntica original do Novo Testamento, que é o que hoje usamos.

b) Os códices unciais são verdadeiros livros de grande formato, escritos em caracteres maiúsculos (unciais). Uncial vem de “uncia”, polegada em latim. Eis a relação de alguns deles:
Códice – Conteúdo – Local – Data (Séc.)
Aleph 01 – N.T. – Londres – IV
(Sinaítico)
A 02 – N.T. – Londres – V
(Alexandrino)
B 03 – N.T. – Roma – IV
(Vaticano) (menos Ap.)
C 04 – N.T. – Paris – V
(Efrém rescrito)
D 05 – Evangelhos – Cambridge – VI
(Beza) Atos
D 06 – Paulo – Paris – VI
(Claromantono)
Há mais de duzentos códices unciais, espalhados por Moscou (K 018; V 031; 036); Utrecht (F 09); Leningrado (P 025); Washington (W 032); Monte Athos (H 015; 044); São Galo (037) …
A pesquisa e o estudo dos manuscritos do Novo Testamento não dependem de concessão do Vaticano, pela simples razão que a sua maioria não está em posse da Igreja. Só há um código datado do século IV, no Vaticano. As pesquisas sempre foram realizadas independentemente da autorização da Igreja Católica, o que dissipa qualquer dúvida.
Uma comparação muito interessante é confrontarmos esse tipo de testemunhas do texto original do Novo Testamento, com as obras dos clássicos latinos e gregos usados pela humanidade. As primeiras cópias das obras desses escritores, consideradas hoje autênticas, foram mais tardias que as primeiras cópias dos Evangelhos, e, mesmo assim são plenamente reconhecidas. Eis alguns dados conhecidos:
Escritor (1a.cópia de sua obra) – Época do Tempo decorrido até a 1a. copia de sua obra
Virgílio – 19 aC – 350 anos
Tito Lívio – 17 dC – 500 anos
Horácio – 8 aC – 900 anos
Júlio César – 44 aC – 900 anos
Córnélio Nepos – 32 aC – 1200 anos
Platão – 347 aC – 1300 anos
Tucídides – 395 aC – 1300 anos
Eurípedes – 407 aC – 1600 anos
A transmissão desses clássicos antigos, gregos e latinos, com total credibilidade, tiveram uma transmissão mais precária do que o Novo Testamento, com os seus mais de 5000 manuscritos, muito mais próximos de seus originais.
As fontes dos primeiros séculos confirmam a autenticidade do Novo Testamento. Vejamos apenas uns poucos exemplos. Atente bem para as datas.
Evangelho de Mateus – No ano 130, Pápias, Bispo de Hierápolis na Frígia, região da Ásia Menor, que foi uma das primeiras a ser evangelizada pelos Apóstolos, fala do Evangelho de São Mateus dizendo: “Mateus, por sua parte, pôs em ordem os dizeres na língua hebraica, e cada um depois os traduziu como pode” (Eusébio, bispo da Cesaréia, História da Igreja III, 39,16).
Santo Irineu (†200): “Mateus compôs o Evangelho para os hebreus na sua língua, enquanto Pedro e Paulo em Roma pregavam o Evangelho e fundavam a Igreja.” (Adv. Haereses II, 1,1).

Evangelho de São Marcos – É também o Bispo de Hierápolis, Pápias (†130) que dá o primeiro testemunho do Evangelho de Marcos, conforme escreve Eusébio: “Marcos, intérprete de Pedro, escreveu com exatidão, mas sem ordem, tudo aquilo que recordava das palavras e das ações do Senhor; não tinha ouvido nem seguido o Senhor, mas, mais tarde…. Ora, como Pedro ensinava, adaptando-se às várias necessidades dos ouvintes, sem se preocupar em oferecer composição ordenada das sentenças do Senhor, Marcos não nos enganou escrevendo conforme recordava; tinha somente esta preocupação, nada negligenciar do que tinha ouvido, e nada dizer de falso” (Eusébio, História da Igreja, III, 39,15).

Evangelho de São Lucas – O Prólogo do Evangelho de S. Lucas, usado comumente no século II, dava testemunho deste Evangelho, ao dizer:
“Lucas foi sírio de Antioquia, de profissão médica, discípulo dos apóstolos, mais tarde seguiu Paulo até a confissão (martírio) deste, servindo irrepreensivelmente o Senhor. Nunca teve esposa nem filhos; com oitenta e quatro anos morreu na Bitínia, cheio do Espírito Santo. Já tendo sido escritos os evangelhos de Mateus, na Bitínia, e de Marcos, na Itália, impelido pelo Espírito Santo, redigiu este Evangelho nas regiões da Acaia, dando a saber logo no início que os outros Evangelhos já haviam sido escritos.”

Evangelho de São João – é Santo Ireneu (†202) que dá o seu testemunho:
“Enfim, João, o discípulo do Senhor, o mesmo que reclinou sobre o seu peito, publicou também o Evangelho quando de sua estadia em Éfeso. Ora, todos esses homens legaram a seguinte doutrina: … Quem não lhes dá assentimento despreza os que tiveram parte com o Senhor, despreza o próprio Senhor, despreza enfim o Pai; e assim se condena a si mesmo, pois resiste e se opõe à sua salvação – e é o que fazem todos os hereges”. (Contra as heresias)

Uma descoberta fundamental

Até meados do século XX, o fragmento manuscrito mais antigo dos Evangelhos que se conhecia, era o Papiro 52 (p52), chamado de John Rylands 457, por estar guardado na John Ryland’s Library de Manchester, Inglaterra. Apresenta trecho de Jo 18, 31-33, 37-38; escrito no Egito por volta de 125.
Este papiro foi encontrado no Egito e publicado pela primeira vez em 1935 por C. H. Roberts. Pelo estudo dele os estudiosos puderam afirmar que a redação do Evangelho segundo S. João se deu no fim do século I. Como ele foi redigido em Éfeso (Ásia Menor), devemos admitir que deve ter levado uns 25 anos para passar da Ásia Menor para o Egito.
Na década de 1960 foi descoberto um fragmento do Evangelho de S. Marcos, redigido por volta do ano 50.
Em 1962 três arqueólogos publicaram a notícia de suas pesquisas realizadas em pequenas grutas do deserto de Qumran, próximo do Mar Morto. Chamava-lhes a atenção especialmente a gruta nº 7 (7Q). Eram estes os manuscritos encontrados em 7Q:
7Q1. identificado com Ex. 28, 4-6.
7Q2. identificado com Baruque 6 (carta de Jeremias), versículos 43n-44.
Havia outros dezesseis manuscritos, que ficaram não identificados, até que em 1972 o papirólogo espanhol José O’Callaghan concluiu seus estudos ( Papiros neotestamentarios en la cueva 7 de Qumram ? em “Bíblica” 53 (1972) pp. 91-100 ):
7Q4 = 1 Timóteo 3, 16; 4, 1-3;
7Q5 = Marcos 6, 52-53;
7Q6= Marcos 4, 28;
7Q6= Atos dos Apóstolos 27,38;
7Q7 = Marcos 12,17;
7Q8 = Tiago 1, 23-24;
7Q9 = Romanos 5, 11-12;
7Q10= 2 Pedro 1, 15;
7Q15= Marcos 6, 48.
(Fonte: “Pergunte e Responderemos”, Nº 288 – Ano : 1986 – pág. 194)
Dei Verbum, do Concílio Vaticano II, diz: “A santa Mãe Igreja, segundo a fé apostólica, tem como sagrados e canônicos os livros completos tanto do Antigo como do Novo Testamento, com todas as suas partes, porque, escritos sob a inspiração do Espírito Santo, eles têm Deus como Autor e nesta sua qualidade foram confiados à Igreja” (DV,11).
O Catecismo da Igreja afirma com segurança:
“A Igreja defende firmemente que os quatro Evangelhos, cuja historicidade afirma sem hesitação, transmitem fielmente aquilo que Jesus, Filho de Deus, ao viver entre os homens, realmente fez e ensinou para a eterna salvação deles, até ao dia que foi elevado” (n° 126).

CIÊNCIA E FÉ – Parte III

CIÊNCIA E MORAL

A Lei natural é a base da Moral

§1979 – A lei natural é imutável, permanece através da história. As regras que a exprimem são substancialmente sempre válidas. Ela é uma base necessária para a edificação das regras morais e para a lei civil.
§1954 – A lei natural exprime o sentido moral original, que permite ao homem discernir, pela razão, o que é o bem e o mal, a verdade e a mentira. “A lei natural se acha escrita e gravada na alma de todos e cada um dos homens porque ela é a razão humana ordenando fazer o bem e proibindo pecar. (…) Mas esta prescrição da razão não poderia ter força de lei se não fosse a voz e o intérprete de uma razão mais alta, a qual nosso espírito nossa liberdade devem submeter-se” (Leão XIII, enc. Libertas praestantissimum).
§1955 – A lei “divina e natural” (GS 89,1)… está exposta, em seus principais preceitos, no Decálogo. “A lei natural outra coisa não é senão a luz da inteligência posta em nós por Deus. Por ela conhecemos o que se deve fazer e o que se deve evitar. Esta luz ou esta lei, deu-a Deus à criação” (S. Tomás de Aquino, Decem praec. 1).
§2294 – É ilusório reivindicar a neutralidade moral da pesquisa científica e de suas aplicações. Além disso, os critérios de orientação não podem ser deduzidos nem da simples eficácia técnica nem da utilidade que possa derivar daí para uns em detrimento dos outros, nem muito menos das ideologias dominantes.
§1956 – Presente no coração de cada homem e estabelecida pela razão, a lei natural é universal em seus preceitos, e sua autoridade se estende a todos os homens. Ela exprime a dignidade da pessoa e determina a base de seus direitos e de seus deveres fundamentais:
Cícero: “Existe sem dúvida uma verdadeira lei: é a reta razão. Conforme à natureza, difundida em todos os homens, ela é imutável e eterna; suas ordens chamam ao dever; suas proibições afastam do pecado.(…) É um sacrilégio substituí-la por uma lei contrária; é proibido não aplicar uma de suas disposições; quanto a ab-rogá-la inteiramente, ninguém tem a possibilidade de fazê-lo” (Cicero, Rep. 3, 22, 33) .
S. Agostinho – “O roubo é certamente punido por vossa lei, Senhor, e pela lei escrita no coração do homem e que nem mesmo a iniquidade consegue apagar” (S. Agostinho, Conf. 2,4,9).
§1960 – Os preceitos da lei natural não são percebidos por todos de maneira clara e imediata. Na atual situação, a graça e a revelação nos são necessárias, como pecadores que somos, para que as verdades religiosas e morais possam ser conhecidas “por todos e sem dificuldade, com firme certeza e sem mistura de erro” (DF, c.2, DS: 3005; Pio XII, enc. HG: DS 3876).
§1713 – O homem é obrigado a seguir a lei moral que o chama a “fazer o bem e evitar o mal” (GS 16). Esta lei ressoa em sua consciência.
§1759 – “Não se pode justificar uma ação má, embora feita com boa intenção ” (S. Tomás de Aquino, Decem. prec. 6). O fim não justifica os meios.
§2032 – A Igreja, “coluna e sustentáculo da verdade” (1Tm 3,15), “recebeu dos Apóstolos o solene mandamento de Cristo de pregar a verdade da salvação” (LG 17). “Compete à Igreja anunciar sempre e por toda parte os princípios morais, mesmo referentes à ordem social, e pronunciar-se a respeito de qualquer questão humana, enquanto o exigirem os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas” (CDC, cân. 747,2)

Inseminação artificial

§2376 – As técnicas que provocam uma dissociação do parentesco, pela intervenção de uma pessoa estranha ao casal (doação de esperma ou de óvulo, empréstimo de útero), são gravemente desonestas. Estas técnicas (inseminação e fecundação artificiais heterólogas) lesam o direito da criança de nascer de um pai e uma mãe conhecidos dela e ligados entre si pelo casamento. Elas traem “o direito exclusivo de se tornar pai e mãe somente um através do outro” (CDF, instr. DV, 2,1).
§2377 – Praticadas entre o casal, essas técnicas (inseminação e fecundação artificiais homólogas) são talvez menos claras a um juízo imediato, mas continuam moralmente inaceitáveis. Dissociam o ato sexual do ato procriador. O ato fundante da existência dos filhos já não é um ato pelo qual duas pessoas se doam uma à outra, mas um ato que “remete a vida e a identidade do embrião para o poder dos médicos e biólogos, e instaura um domínio da técnica sobre a origem e a destinação da pessoa humana. Uma tal relação de dominação é por si contrária à dignidade e à igualdade que devem ser comuns aos pais e aos filhos” (CDF, instr. DV, II,741,5). “A procriação é moralmente privada de sua perfeição própria quando não é querida como o fruto do ato conjugal, isto é, do gesto específico da união dos esposos… Somente o respeito ao vínculo que existe entre os significados do ato conjugal e o respeito pela unidade do ser humano permite uma procriação de acordo com a dignidade da pessoa” (CDF, instr. DV, II,4).

Moribundos – morte iminente

§2279 – Mesmo quando a morte é considerada iminente, os cuidados comumente devidos a uma pessoa doente não podem ser legitimamente interrompidos. O emprego de analgésicos para aliviar os sofrimentos do moribundo, ainda que com risco de abreviar seus dias, pode ser moralmente conforme à dignidade humana se a morte não é desejada, nem como fim nem como meio, mas somente prevista e tolerada como inevitável. Os cuidados paliativos constituem uma forma privilegiada de caridade desinteressada. Por esta razão devem ser encorajados.

Pesquisa Científica

§2292 – As experiências científicas, médicas ou psicológicas em pessoas ou grupos humanos podem concorrer para a cura dos doentes e para o progresso da saúde pública.
§2293 – A pesquisa científica de base, como a pesquisa aplicada, constituem uma expressão significativa do domínio do homem sobre a criação. A ciência e a técnica são recursos preciosos que são colocados a serviço do homem e promovem o desenvolvimento integral em benefício de todos; contudo não podem indicar sozinhas o sentido da existência e do progresso humano. A ciência e a técnica estão ordenadas para o homem, do qual provêm a sua origem e crescimento; portanto, encontram na pessoa e em seus valores morais a indicação de sua finalidade e a consciência de seus limites.
§2295 – As pesquisas ou experiências no ser humano não podem legitimar atos em si mesmos contrários à dignidade das pessoas e à lei moral. O consentimento eventual dos sujeitos não justifica tais atos. A experiência em seres humanos não é moralmente legítima se fizer a vida ou a integridade física e psíquica do sujeito correrem riscos desproporcionais ou evitáveis. A experiência em seres humanos não atende aos requisitos da dignidade da pessoa se além disso ocorrer sem o consentimento explícito do sujeito ou de seus representantes legais.
§2301- A autópsia de cadáveres pode ser moralmente admitida por motivos de investigação legal ou de pesquisa científica. A doação gratuita de órgãos após a morte é legítima e pode ser meritória. A Igreja permite a incineração se esta não manifestar uma posição contrária à fé na ressurreição dos corpos(CDC, cân. 1176,3).
§2296 - O transplante de órgãos não é moralmente aceitável se o doador ou seus representantes legais não deram para isso explícito consentimento. O transplante de órgãos é conforme à moral e pode ser meritório se os perigos e os riscos físicos e psíquicos a que se expõe o doador são proporcionais ao bem que se busca no destinatário. É moralmente inadmissível provocar diretamente a mutilação que venha a tornar alguém inválido ou a morte de um ser humano, mesmo que seja para retardar a morte de outras pessoas.

Controle da natalidade – contracepção – método natural

§2370 – A continência periódica, os métodos de regulação da natalidade baseados na auto-observação e nos recursos aos períodos infecundos (HV 16) estão de acordo com os critérios objetivos da moralidade. Estes métodos respeitam os corpos dos esposos, animam a ternura entre eles e favorecem a educação de uma liberdade autêntica. Em compensação, é intrinsecamente má “toda ação que, ou em previsão do ato conjugal, ou durante a sua realização, ou também durante o desenvolvimento de suas conseqüências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar possível a procriação.”(HV, 14)
§2368 - Um aspecto particular desta responsabilidade diz respeito à regulação dos nascimentos. Por razões justas (GS 50), os esposos podem querer espaçar os nascimentos de seus filhos. Cabe-lhes verificar que seu desejo não provém do egoísmo mas está de acordo com a justa generosidade de uma paternidade responsável. Além disso regularão seu comportamento segundo os critérios objetivos da moral.
§2369 - “Salvaguardando esses dois aspectos essenciais, unitivo e procriativo, o ato sexual conserva integralmente o sentido de amor mútuo e verdadeiro e sua ordenação para a altíssima vocação do homem para a paternidade” (HV 12).
§2399 –A regulação da natalidade representa um dos aspectos da paternidade e da maternidade responsáveis. A legitimidade das intenções dos esposos não justifica o recurso a meios moralmente inadmissíveis (por exemplo, a esterilização direta ou a contracepção).

Eutanásia

§2276 – Aqueles cuja vida está diminuída ou enfraquecida necessitam de um respeito especial. As pessoas doentes ou deficientes devem ser amparadas para levarem uma vida tão normal quanto possível.
§2277 – Sejam quais forem os motivos e os meios, a eutanásia direta consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes, doentes ou moribundas. É moralmente inadmissível. Assim, uma ação ou uma omissão que, em si ou na intenção, gera a morte a fim de suprimir a dor, constitui um assassinato gravemente contrário a dignidade da pessoa humana e ao respeito pelo Deus vivo, seu Criador. O erro de juízo no qual se pode ter caído de boa-fé não muda a natureza deste ato assassino, que sempre deve ser proscrito e excluído (SDF, decl. Iura et bona, 1980).
§2278 – A interrupção de procedimentos médicos onerosos, perigosos, extraordinários ou desproporcionais aos resultados esperados pode ser legítima. É a rejeição da “obstinação terapêutica”. Não se quer dessa maneira provocar a morte; aceita-se não pode impedi-la. As decisões devem ser tomadas pelo paciente, se tiver a competência e a capacidade para isso; caso contrário, pelos que têm direitos legais, respeitando sempre a vontade razoável e os interesses legítimos do paciente.
§2279 – Mesmo quando a morte é considerada iminente, os cuidados comumente devidos a uma pessoa doente não podem ser legitimamente interrompidos. O emprego de analgésicos para aliviar os sofrimentos do moribundo, ainda que o risco de abreviar seus dias, pode ser moralmente conforme à dignidade humana se a morte não é desejada, nem como fim nem como meio, mas somente prevista e tolerada como inevitável. Os cuidados paliativos constituem uma forma privilegiada de caridade desinteressada. Por esta razão devem ser encorajados.

Embrião humano

§2270 - A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida (CDF, instr. DV 1,1) Antes mesmo de te formares no ventre materno eu te conheci; antes que saísses do seio, eu te consagrei (Jr 1,5; Jó 10,8-12; Sl 22,10-11).
§2274 - O diagnóstico pré-natal é moralmente lícito “se respeitar a vida e a integridade do embrião e do feto humano, e se está orientado para sua salvaguarda ou a sua cura individual… Está gravemente em oposição com a lei moral quando prevê, em função dos resultados, a eventualidade de provocar um aborto. Um diagnóstico não deve ser o equivalente de uma sentença de morte”. (CDF, const. Donum vitae,3)
“Devem ser consideradas como lícitas as intervenções sobre o embrião humano quando respeitarem a vida e a integridade do embrião e não acarretarem para ele riscos desproporcionados, mas visem à sua cura, à melhora de suas condições de saúde ou à sua sobrevivência individual”. (CDF, const. Donum vitae,1,3)
“É imoral produzir embriões humanos destinados a serem explorados como material biológico disponível”. (CDF, const. Donum vitae,1,5)
§2275 -“Certas tentativas de intervenção sobre o patrimônio cromossômico ou genético não são terapêuticas mas tendem à produção de seres humanos selecionados segundo o sexo e outras qualidades preestabelecidas. Essas manipulações são contrárias à dignidade pessoal do ser humano, à sua integridade e à sua identidade” única, não reiterável. (CDF, const. Donum vitae,1,6)

Esterilidade

§2375 - As pesquisas que visam a diminuir a esterilidade humana devem ser estimuladas, sob a condição de serem colocadas “a serviço da pessoa humana, de seus direitos inalienáveis, de seu bem verdadeiro e integral, de acordo com o projeto e a vontade de Deus (CDF, instr. DV).

fonte:cleofas



MENTIRAS EM SITES EVANGÉLICOS
Agosto 26, 2009, 11:35 pm
Arquivado em: apologética, católicos

A MENTIRA:1594d > Igreja: Na Itália, na Igreja Católica, o padre Giordano Bruno, de filosofia, preso em nome do papa, por apoiar as teorias de Nicolau CopérnicoONDE SE ENCONTRA:Site Batista:<<http://br.share.geocities.com/muitahistoria/muitahistoria05e>>Os acusadores citam a condenação de Giordano Bruno para “comprovar” a contradição Católica, afirmando que este foi condenado por defender as idéias do Padre Copérnico.A VERDADE DOCUMENTAL:Quem tem o mínimo de conhecimento histórico sabe que Giordano Bruno não foi condenado por sua defesa do sistema Copérnico como afirma os mentirosos, nem por sua teoria da pluralidade dos mundos habitados, mas por sua idéias teológicas repletas de erros, este afirmava, por exemplo, que Cristo não era Deus e sim um hábil mágico, que o espírito santo era a alma do mundo e que o Diabo seria salvo.Suas idéias e concepções:Seu sistema de pensamento era materialista e panteísta onde Deus e o mundo seria um só, Corpo e alma seria duas fases de uma mesma substância; O universo é infinito onde além do mundo visível havia uma infinidade de mundos; ele também afirmava que a terra tinha alma, na verdade todos e parte da terra também tinha alma como animais, plantas, minerais tudo é constituído pelo mesmo elemento sem distinção entre seres terrestres e celestes. (1)Isso é só um po“O princípio do mundo infinito obriga Bruno a supor que o princípio do mundo não está fora dele, mas é força que está dentro dele. Bruno é contrário à ortodoxia cristã apoiada na metafísica aristotélico-tomista, que colocava Deus como primeira causa, motor imóvel e perfeição absoluta, que seria transcendente, ou seja, com existência plena e separada de suas criaturas.Concebe Deus como imanente ao Universo e idêntico a Ele. Deus não é o criador nem o primeiro motor, mas a alma do mundo, não é causa transcendente e nem temporária com um momento de criação, mas, como Spinoza diria a causa imanente, a causa interna e permanete das coisas, princípio material e formal das coisas que as produz, organizam e governam de dentro para fora: numa palavra, sua substância eterna. O espaço, segundo ele, não tem limites ou barreiras intransponíveis separando nosso mundo de uma outra região reservada aos espíritos, anjos e Deus.Deus está misturado nas coisas; mente ou alma do mundo, ordenadora e unificadora das próprias coisas. Em De la causa, principio e uno (também de 1584) ele elabora a teoria física na qual estava baseada sua concepção do universo: “forma” e “matéria” estão intimamente unidas e constituem o “Uno”. Assim o tradicional dualismo dos físicos aristotélicos foi reduzido por ele a uma concepção monística do mundo, implicando a unidade básica de todas as substancias e a coincidência dos opostos na unidade infinita do Ser.A individualidade de cada ente singular é forma individualizada e finita que assume a essência divina infinita. Deus, como unidade além de todos os opostos, não é cognoscível na sua profunda natureza”.(2) uco dos erros teológicos propagados pelo herege..As idéias Panteístas e Materialistas de Giordano eram totalmente contrárias a doutrina Católica e foi isso que levou a sua condenação.”Como panteísta que é Giordano Bruno considera Deus parte da natureza e princípio imanente a ela, bem como vê o mundo como animal, cuja alma é a sua forma, a qual possui como principal faculdade o entendimento ou inteligência universal, que dirige a natureza: “…e, por sua vez, a alma do mundo é a forma universal do mundo… O entendimento universal é a faculdade íntima, mais real e própria, é a parte mais potente da alma do mundo…iluminando o universo e dirigindo a natureza convenientemente…”( BRUNO, Giordano. A Causa, o Princípio e o Uno. Editora Nova Estella, 1988, trad. Attilio Cancian.)(3)Por causa de suas idéias heréticas no ano de 1.591, começou o processo de Giordano e, em 1593, ele foi transferido a Roma onde se deu continuidade ao processo. As principais acusações contra ele eram as seguintes:- Defender o uso da magia.- Defender que Jesus Cristo não fez milagre algum e sim magia.- Pregar que todos progrediam, sendo que até os demônios eram salvos.- Acusar a Igreja de promover a ignorância de seus fiéis, para que estes permanecessem como “asnos”. Portanto, fica claro que “Ao contrário do que se pensa comumente, Giordano Bruno não foi queimado na fogueira por defender o heliocentrismo de Copérnico”.(5) Pois, com afirmam os filósofos e historiadores ele foi além da teoria de Copérnico e na época não havia uma posição Católica oficial acerca do Heliocentrismo e defendê-lo certamente não era considerado uma heresia, tal como nunca foi. O que causou sua condenação foram suas idéias heréticas. E é válido lembrar que antes de sua condenação pelo tribunal inquisitório este foi condenado pelos Calvinistas e excomungado pelos Luteranos, portanto, isso demonstra até que ponto chegava suas heresias.Assim desmascaramos mais uma mentira conta a Santa Igreja e aqui caberia a frase que sempre digo “O Protestantismo acusa, a história refuta”.Aprofundar o conhecimento acerca da história é abdicar ao protestantismo”. John Henry Newman, ministro ex-protestante convertido ao catolicismo.Por Jefferson NóbregaSancte Michael Archangele, Defende nos in praelioUt inimicos Santae Ecclessiae humiliari digneris, te rogamus, audi nos!Referências:(1) http://www.newadvent.org/cathen/03016a.htm(2) http://www.cobra.pages.nom.br/fmp-bruno.html#Pante%C3%ADsmo(3) http://www.paradigmas.com.br/parad10/p10.5.htm(4) http://www.infoescola.com/filosofos/giordano-bruno/(5) http://pt.wikipedia.org/wiki/Giordano_BrunoCAI A FARSA!
Todo o cristianismo condenou as suas heresias, mas sempre omitem que, quem o queimou na fogueira, foi o poder civil, o que a Igreja lamenta.Segue abaixo, trecho da carta em português (Portugal) do cardeal Angelo Sodano, por ocasião de um congresso de estudos sobre a personalidade de Giordano Bruno -14 de Fevereiro de 2000: .(…) “Compete a uma investigação ulteriormente aprofundada avaliar o efectivo alcance do seu afastamento da fé.Resta o facto que os membros do Tribunal da Inquisição o processaram com os métodos de coacção então comuns, pronunciando um veredicto que, em conformidade com o direito da época, foi inevitavelmente portador de uma morte atroz. Não nos compete exprimir juízos sobre a consciência de quantos estiveram implicados nesta vicissitude. Quanto emerge historicamente nos dá motivo para pensar que os juízos do pensador estavam animados pelo desejo de servir a verdade e de promover o bem comum, fazendo também o possível para salvar a própria vida. Objectivamente, porém, alguns aspectos daqueles modos de proceder e, em particular, o seu final violento por mãos do poder civil, não podem deixar de constituir hoje para a Igreja – neste como em todos os casos análogos – um motivo de profundo pesar. O Concílio recordou-nos oportunamente que a verdade “não se impõe de outro modo senão pela sua própria força” (Dignitatis humanae, 1). Por isso, ela deve ser testemunhada no absoluto respeito da consciência e da dignidade de cada pessoa.”(…)Carta completa no endereço: http://www.vatican.va/roman_curia/secretariat_state/documents/rc_seg-st_doc_20000217_sodano-letter_po.html Giordano Bruno não fez nenhuma descoberta, nenhuma observação, nenhum experimento cientifico. Nem sequer estudou as ciências modernas, física, astronomia, biologia ou matemáticas. As disciplinas que lecionava eram TIPICAMENTE MEDIEVAIS: Lógica, Gramática e retórica – O TRIVIUM. Ele DESPREZAVA a nova mentalidade matemática, e todos os cientistas matematizantes, de Galileu a Descartes, mostraram a maior INDIFERENÇA a sua obra, cujo maior mérito é justamente o de ter antecipado muito do que hoje podemos dizer CONTRA a ciência moderna ( V. Paul-Henri Michael, La cosmologie de Giordano Bruno, Paris, Hermann, 1975). Ele não foi condenado por defender teorias cientificas, mas por praticar feitiçaria, QUE NA ÉPOCA ERA CRIME. Não sei se a acusação era procedente, talvez não fosse, mas aos que julguem um absurdo preconceito de eras pretéritas imputar à feitiçaria, de modo geral, qualquer caráter criminoso, recomendo a leitura do ensaio de Claude Levi-Strauss: “ O feiticeiro e sua magia” sobre a realidade das mortes por enfeitiçamento – Para completar, a pesquisa histórica mais recente, revelou que Bruno esteve muito provavelmente envolvido em atividades de ESPIONAGEM contra a Igreja Católica (V. John Bossy, Giordano Bruno e o mistério da embaixada, EDIOURO, 1993.) (Contribuição de Luciano Krause)



patristica
Agosto 25, 2009, 12:02 am
Arquivado em: católicos, patristica

“Quanto a mim ,recebi do senhor o que também vos transmiti”.(1cor 11,23)
esta é a doutrina de são paulo é bastante para produzir plena certeza sobre os diários
misterios pelos quais obtendes a dignidade de vos tomardes concorpóreos e consaguineos de cristo.
desde a origem,a igreja apostólica
exprimiu e transmitiu a sua própria fé em formulas breves

e normativas para todos .(cic 186)

SÃO CIRILO DE JERUSALÉM

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A partir do ano 95 d.C., os líderes cristãos, começaram a ser chamados de “Pais da Igreja” , como uma forma carinhosa, por sua lealdade à doutrina revelada por Deus.

Os “Pais da Igreja” são, portanto, aqueles que ao longo dos sete primeiros séculos, foram confirmando e defendendo a fé, a liturgia, a disciplina, os custumes, e os dogmas cristãos, decidindo assim, os rumos da Igreja.

A Literatura Patrística (Escritos dos Pais da Igreja) é de altíssima importância para o cristianismo, pois através deles é que podemos saber o que a Igreja primitiva pregava e qual foi a fé dos primeiros cristãos.

Um povo sem memória é um povo sem futuro, e é exatamente por não terem memória cristã é que muitos que se dizem cristãos, saem por aí pregando o erro como se fosse a doutrina ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo.

O leitor deve aproximar-se destas obras com o coração aberto, cheio de boa vontade e bem disposto à verdade cristã. Assim as obras dos Padres da Igreja se lhe reverterão em fonte de luz, alegria e edificação espiritual.

A Literatura Patrística divide-se basicamente em 3 períodos:

  • Período Ante-Niceno – corresponde ao período anterior ao Grande Concílio Ecumênico de Nicéia (324 d.C). Geralmente compreende os escritos surgidos entre o I e Início do IV Séculos.
  • Período Niceno – corresponde ao período entre os anos anteriores até alguns imediatamente posteriores ao Grande Concílio Ecumênico de Nicéia (324 d.C). Geralmente compreende os escritos surgidos entre o início do IV Século até o final deste.
  • Período Pós-Niceno – corresponde ao período que compreende entre o V ao VIII Séculos.




combater com o testemunho
Agosto 24, 2009, 1:49 am
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Conquista a vitória do combate a vida eterna, como Jesus, dando um belo testemunho da fé, sem medo, com o poder da verdade e do amor, este é o combate espiritual.



FIM DOS TEMPOS
Agosto 23, 2009, 9:09 am
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Eu me lembro muito bem, antes da reforma liturgica, todo domingo o Evangelho era o mesmo, e quando aparecia esse Evangelho, não sabiamos explicar. Pouco tempo e já não me vereis, outra vez, pouco tempo e me vereis de novo, um padre fechou a Biblia e disse, hoje não temos nada de bom, vamos falar sobre a quermesse da semana passada, quando apareceu esse Evangelhos.

Um pai zeloso chibata o seu filho e mostra-lhes o filho ressuscitado, e o pai arrebata o seu filho, por que senão eles matam de novo o seu filho já ressuscitado.

Quando Jesus subiu entre as nuvens, um anjo diz, por que estão olhando para o alto, esse que sobe, ele virá do mesmo modo que estais vendo subir, a vinda do senhor será terrivel, para aqueles que querem ficar longe do senhor, mas para nós não, pois nós esperamos a sua vinda, vós chorareis, e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará, meus irmãos, nós nunca vemos tanta corrupção no mundo nos últimos tempos, está pegando, pegando como uma gripe! São tantas mulheres que estão sofrendo com os seus esposos, com seus filhos jovens, adolescentes, os casados etc.

Os bandidos parecem que querem viver justamente o contrário de como nós ensinamos através do Evangelho, enquanto o mundo quiser, vós vos lamentaréis, meu Deus do céu, a Eutanásia, é morrer sem dor, quanta mãe passarão sozinha nos asilos, filhos que querem se libertar dos pais, mandando para os asilos, Jesus já nos contou a verdade futura.

Que a vossa tristeza, se transforme em alegria, ele nem quis falar na alegria, que se transformara em tristeza, pois o senhor vai vencer, pois o reinado do inimigo de Deus está por pouco, Apocalipse 12,12 as portas do inferno não prevalecerá sobre ela, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

Aguenta firme meu filho, por que é por pouco tempo, dei até uma paradinha de propósito, você tem pouco tempo para salvar os seus, não fiquem olhando para a sua dor, o Papa Bento XVI diz, não tenhais medo, abram, escancarem as portas do seu coração, da sua casa, estou tentando fugir do sol, não por mim, mas por causa da imagem, quem está em casa, desculpenos, esse mundo ficará transfigurado.

Aguenta firme meu filho, a sua dor é por pouco tempo, João Paulo II explicava pouco tempo antes de morrer, o fim do mal, do iniquo, é a misericórdia, pois o senhor está nos eperando, um por um dos nossos, e se você acha que fez tudo, não fez não, por isso, reze, reze, reze, como é que estão os seus joelhos, eles já tem calos? Mas os calos, são apenas um sinal do calo que deve ter na nossa alma.

Quantos filhos rezando pela salvação de seus pais e mães, hoje na primeira leitura, São pauloAquila e Priscila, e acolheu em sua casa, logo eles perceberam que Paulo era evangelizador, e decidiram que Paulo iria só evangelizar, e Priscila iria ficar com o trabalho das tendas, nós somos sócios, acolha-nos como Aquila e Priscila. andando encontrou um casal, uma familia, Paulo era um bom construtor de tendas, e

Você sabe que a Canção Nova evangeliza 24 horas, por que você nos ajuda nos trabalhos das tendas, por isso vamos nos unir pela salvação das almas.

Toca aqui, bem vindo sol, toca aqui, vamos nos juntar, nos unir para a salvação das almas, ( Nesse momento uma mulher sobe e toca na mão do padre Jonas, depois ele desce e pega o seu bebê de colo, um menino de seis anos também sobe, e pouco depois um homem também sobe). Vale ou não vale a pena salvar as familias.

Unidos nós venceremos, a Canção Nova precisa de suas orações, venham todos as quinta feira adorar conosco, em todos os programas, no amor vencerá, eu que antes estendi as mãos para dizer, toca aqui, estendo aqui para pedir a sua oração, nós precisamos da sua oração, a canção nova precisa de sua oração.

Muitos são chamados, porém poucos são escolhidos.

- Mas por quê, poucos escolhidos ?

- Será que Deus têm predileção só por alguns ?

Não! Deus quer a todos, ele ama a todos, porém a eleição depende da nossa correspondência, é preciso ter uma entrega total daqueles que são chamados.


FONTE:WIKI CN



A linguagem do amor
Agosto 23, 2009, 8:26 am
Arquivado em: católicos

Tudo é possível ser superado e vivido no amor que dá a vida pelo outro. E sou cada vez mais feliz, porque aprendi a dar a vida pelo outro. Aprendi a perder. Tive tanto medo, mas a vitória já chegou. E essa vitória é a vitória do amor que ama para dar a vida. Amei e tenho aprendido a amar mais que a mim mesmo. Porque importa que o outro seja feliz.

  • Veja um trecho desta pregação no vídeo abaixo:

FONTE:CANÇÃO NOVA



PROTESTANTES E O NAZISMO
Agosto 21, 2009, 10:39 am
Arquivado em: apogética, apologética, católicos

Alguns protestantes, espíritas, islâmicos e ateus, sempre usam fotos de padres luteranos e suas igrejas, as passando por católicos que “apoiavam o nazismo”; quando realmente são católicos, usam maldosamente, simples fotos de visitas diplomáticas de embaixadores católicos ao governo alemão, insinuando criminosamente que caracteriza “apoio”. Há inúmeras fotos de visitas diplomáticas dos Papas e embaixadores do Estado Vaticano, aos países governados por tiranos, ou não, sem que o Papa apóie seus regimes. Para esses articulistas, que agem como os fariseus do passado, se Jesus Cristo fosse visto, junto aos ladrões e beberrões, ladrão e beberrão seria. Forjam toda sorte de manobras, para querer ligar a Igreja Católica ao nazismo, omitem todos os editoriais do New York Times, durante a segunda guerra, que mostram o Papa condenando bravamente a ameaça do nazismo: http://pioxiicaluniado.blogspot.com/2008/10/o-editorial-do-new-york-times.htmlE omitem todas as fotos como essa abaixo, dos pastores evangélicos declaradamente nazistas, incentivando a matança dos judeus, e padres católicos: http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAHSCcnQu4m1HcjFKjeCSIn767QkqIXjh0kE1WgqXohqX6aWIIcg9jKZgQTJ3kIyh0Q07jPJYXe1h4xPc02WCjG0Am1T1ULgwwDpGvuVbBl0NvCR8wgM7d_Z7.jpgTradução do texto da foto acima:”Flanqueado pelas “Storm troopers” Friedrich Wieneke, Pastor dos”German Christian”, em Soldin, falando à Liga de Luta Estudantil dos cristãos alemães (nazistas) no verão de Julho de 1933. Wienecke mais tarde, tornou-se cronista do movimento” .Frase célebre do pastor Friedrich Wieneke :”Peace will only come when the last Jew hangson the last bowel of the lat parson”.Tradução:”A paz só virá quando o último judeu se enforcar nono último intestino do último vigário”.Fonte: Report from Wieneke, “attacks on Pastors”, dated 9,1941 – (BA Koblens R 43 11/478ª, fiche 1, document 19). Documento disponível em: http://books.google.com.br/books?id=fiCJeNJIhoAC&pg=PA101&lpg=PA101&dq=Peace+will+only+come+when+the+last+Jew+hangs&source=bl&ots=GPI_oXlJED&sig=Dt_7ekNzBloo7EAx_dp6767qrNI&hl=pt-BR&ei=f2-NSpG9BIfvlAfa08SYDA&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1#v=onepage&q=&f=false verificar página 101.
Reunião dos protestantes nazistas:
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAHziY4Qp0MtgUpGr2dZPoglD_tpFuZUy40jZBwIxjE8LzDT0sKHl2am7xtzMus4W73GD2dkjeqWXjlzS3h-f2rMAm1T1UFuIFVJXgFsp9KBFuEnTXrAfrVYZ.jpgTradução do banner na foto:”Os “Deustche Christen” (leia-se PROTESTANTES-NAZISTAS) leem o Evangelho no Terceiro Reich”.
HITLER , padrinho de casamento
do amigão luterano, Hermann Goering, na Catedral Evangélica de Berlim.
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAK1HyDODbsgMmEdQdLiwEqp3TD8OC0iyvfxpN2Tl0ZeylSnQkLnKlGVJbjbeprCmLQ7diKLA8i80Y2bba3UiiPYAm1T1UC6YR1Xxv7TWyH8SMwj6Pwsk7oqm.jpgHitler agora, padrinho de BATISMO, na Igreja Evangélica Luterana. Ao lado casal Goering. De costas, o pastor luterano.http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAIIGKlZIXzvYE5Ls1zwM5OPVcASMZxewtMwvMEBSJK7e1Mq6ryBZLyPjm3zRHPwjsT7_2dMEJIYwfrGeIv3iQ60Am1T1UNwsTkdOlWVP0WYyT0iUEa3B3J6T.jpg
O fim de mais um embuste:
Em muitos sites-evangélicos/protestantes/ateus, é mencionado que a foto abaixo é de Hitler saindo de uma Igreja Católica, ou então não mencionam a verdade e tentam induzir com sendo católica:
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAACGjNFKNnVPTnIoW1KwabfgI4n1B2Vht5PH-cFix5ecJxUocbbzAcQ7tNtG2UAcp4OaJEuV3b1ug-DLu-v2wigcAm1T1UFeoyJ1gOoH_L7KYgW4BbmzoYF0X.jpgSó que na verdade, está saindo de uma Igreja Evangélica:A igreja é esta:Christus- und Garnisonkirche der evangelisch-lutherische Kirchengemeinde in Wilhelmshaven (erbaut 1869, wiedererrichtet 1959)http://de.wikipedia.org/wiki/Christus-_und_Garnisonkirche_(Wilhelmshaven)Ao final da matéria você encontra esta citação:am ?.?.1933 Besuch von Hitler in Stadt und Kirchetradução:” Visita de Hitler à cidade e a Igreja”Ou seja, a foto apresenta de fato Hitler saindo de uma Igreja, só que Protestante.O site da Igreja é :http://www.christusnews.de/cms/news/index.phpAntigo mosteiro católico, que APÓS A REBELIÃO DE LUTERO, passou a ser Igreja Protestante.Quando os protestantes e Hitler, fundaram a “Igreja do Reich”, ela foi usada pela SS; vide o corinho “angelical” abaixo e o símbolo das SS nazista:http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAGC4JstUOmlDe-ent4CITqK6E8R9rHeb6xvz1_geqCLq4oK83-YztXGaZv0fLnyu-J2lZPOe_MBLTlMDutzbn6EAm1T1UAqx-tHSxk032KPIUIwj0tl5rjUQ.jpga tradução da legenda da foto, no site: http://www.schloesser-magazin.de/de/248247.html?image=248244 é:”Cerimônia da SS no mosteiro Lorch, 27 Nov 1937: A bandeira preta da SS no coro da Igreja ocultou o crucifixo”SS quer dizer: SchutzStaffFonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/SchutzstaffelSemelhança dos trajes luteranos:Muitas vezes, valem-se da semelhança em como se trajavam os bispos luteranos que apoiavam o nazismo, para indicá-los como “católicos” nas fotos.Aqui vemos, como se trajava o Bispo luterano L. Mueller, após eleição como “Bispo do Reich”: http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom.aspx?uid=12890883198981372372&pid=1250796069556&aid=1$pid=1250796069556É verdade que de forma isolada, e por desinformação, o Cardeal católico Theodor Innitzer, esteve a recepcionar Hitler, quando da visita daquele chefe de estado à Áustria, mas logo recebeu a devida reprimenda do Papa, por isso.Dou-me ao luxo, de recorrer a um controverso inimigo da Igreja, John Cornwell, que em seu livro“Hitler’s Pope”, esclarece que o Papa nunca apoiou Hitler, e era tido como “sempre hostil” ao partido de Hitler. Eis as provas:(pg. 222) – “Cardeal Theodor Innitzer (…) , esse príncipe da Igreja levou sua ousadia a ponto de receber Hitler calorosamente em Viena. Pacelli (o Papa), ficou indignado com este ato de adesão local. Pacelli divulgou um aviso no L’Osservatore Romano declarando que a recepção a Hitler, oferecida pela hierarquia austríaca não tinha endosso da Santa Sé.” (pg. 252) – “Pacelli não sentia a menor atração por fascistas ou nazistas, e apelidara Hitler de “Atila motorizado””.(pg. 239) – “a 3 de março, o Berliner Morgenpost declarou “a eleição de Pacelli não é aceita favoravelmente na Alemanha, já que ele sempre foi hostil ao nacional-socialismo”” (“Hitler’s Pope” – Imago Editora, 2000).Colaboração, tradução e pesquisa: Antônio Carlos, Fernando Nascimento, Oswaldo Garcia e Vanderley Tradutor.

FONTE:CAIA A FARSA